A milf da festa voltou para me procurar
Depois do beijo de despedida, jurei que tudo terminaria ali. Mas no dia seguinte ele apareceu em minha casa com um sorriso e vontade de me foder.
Depois do beijo de despedida, jurei que tudo terminaria ali. Mas no dia seguinte ele apareceu em minha casa com um sorriso e vontade de me foder.
Bastou um sorriso diante do mar para eu saber que naquela noite não dormiria tranquila.
Quando ela me confessou que nunca tinha visto uma pica, soube que naquela noite não voltaria para casa sendo a mesma mulher.
Subi apenas para encontrar um banheiro vazio, mas a convidada que me guiou fechou a porta e me olhou como se já tivesse decidido o que faria comigo.
Saí ardendo da maca, levei um bolo do homem do aplicativo e, cheia de tesão, acabei ligando para quem menos devia.
Entrei na casa dela com dois VHS antigos e saí com as caixas autografadas, o rosto ardendo e a lembrança do corpo dela tremendo contra a parede.
Primeiro foi uma provocação na cozinha; horas depois, entrei em sua cama decidida a ensiná-la, com a língua e as mãos, tudo o que seu marido nunca soube fazer.
Meu amigo saiu com a namorada e me deixou sozinho com a mãe dele; quando a porta se fechou, a tensão na cozinha mudou completamente.
Cada vez que jurávamos terminar, bastava um olhar para acabarmos trancados outra vez, suados e transando como se nos odiássemos.
Fui ao hotel achando que ela me humilharia com um vídeo; não imaginei que acabaria tremendo nas mãos da mulher capaz de me arruinar.
Na terceira vez que nos encontramos, o sorriso dela demorou demais, e entendi que o café já não era uma desculpa.
Primeiro me filmaram me masturbando; depois, minha mãe descobriu que o pecado daquela casa não era o desejo, mas quem fingia não tê-lo.
Quando ela abriu a porta e me deixou entrar, soube que aquela velha fantasia ainda estava viva e que, desta vez, não sairia correndo.
Ela me convidou para ficar sozinho com ela por uma semana, e desde a primeira noite soube que não queria me tratar como um simples hóspede.
Primeiro procuraram-no por curiosidade; depois, por vício. Naquele bairro, cada pedido podia terminar com a porta fechada e as pernas abertas.
Ela me fez ficar nu antes de entrar, e quando vi as outras três mulheres rindo e me encarando, soube que me tornaria o brinquedo delas.
Quando acordei, as três estavam nuas ao lado da minha cama, sorrindo como se já tivessem decidido até onde queriam chegar comigo.
Ela saiu em busca de sexo, mas naquele caixa eletrônico encontrou um homem quebrado, sujo e perigoso. O que veio depois foi puro castigo.
Quando apareceu sem a filha e me pediu para ver o pôr do sol, soube que aquela noite não terminaria apenas com areia e vinho.
O elevador parou entre os andares, e o silêncio se encheu de olhares, confissões sujas e um tesão que ninguém mais quis conter.