O segredo que compartilhei com o homem da academia
Vi ele pela primeira vez no vestiário e soube que o queria para mim. Semanas depois, eu estava de joelhos diante dele no próprio apartamento.
Vi ele pela primeira vez no vestiário e soube que o queria para mim. Semanas depois, eu estava de joelhos diante dele no próprio apartamento.
Ele tinha vinte e um anos e me olhava havia meses de um jeito que eu fingia não notar. Nessa noite, meu filho foi dormir e ficamos sozinhos.
Eu estava andando sozinha quando Ernesto se debruçou pela janela do ônibus e me chamou pelo nome. Eu devia ter seguido em frente, mas algo na voz dele me fez parar.
Quatro homens pagaram para me usar num armazém. Minha filha controlava a porta. Nessa noite deixei de ser quem eu era.
Rodrigo tinha dois dedos dentro de mim quando mamãe saiu do banheiro. O que veio depois ninguém tinha planejado.
Ela desceu as escadas com aquela calça de couro e eu soube que a noite seria complicada. Quando a tive colada às minhas costas na moto, esqueci que era a mulher do meu pai.
Encontrei um brinquedo escondido na gaveta dela e soube que não era só tristeza o que lhe faltava. Era algo que só a própria família dela podia dar.
Eu a espionava da minha janela enquanto ela estendia a roupa na varanda. Aqueles seios enormes, aquele sorriso cúmplice. Ela sabia que eu a olhava e nunca disse nada... até aquela terça-feira.
Fazia meses que eu não saía. Coloquei o vestido preto, fui sozinha ao evento e não imaginei que aquela noite terminaria entre dois homens.
O calor de julho, uma cerveja gelada e as mãos ásperas deles. Aos quarenta e dois, descobri que o desejo não tem idade nem vergonha.
Depois que meu pai e meu irmão terminaram comigo, minha mãe se aproximou da cama com um sorriso que eu não conhecia. Nessa noite, tudo mudou.