A mãe do meu namorado nos observava da porta
Abri os olhos no meio do prazer e a vi apoiada no batente da porta, nos olhando. Ela não disse nada. Só deslizou uma mão dentro do short.
Abri os olhos no meio do prazer e a vi apoiada no batente da porta, nos olhando. Ela não disse nada. Só deslizou uma mão dentro do short.
Naquela noite eu não levava camisinha na bolsa nem intenção de pedir que ele colocasse uma. Só queria sentir até onde éramos capazes de ir.
Entrei no carro pensando no meu voo. Três dias depois, ao descer do avião, ele já me esperava com uma proposta que me deixou suando antes de fechar a porta.
Éramos novatos e estávamos nervosos, mas aquele casal sentado ao fundo do local nos olhava como se soubesse exatamente o que viemos procurar.
Eu tinha dezenove anos e uma namorada apaixonada por outro. Levei um ano para entender que aquela traição, longe de me machucar, era o que mais me excitava.
Quando Mateo tirou a sunga, vi minha mulher parar de mexer os olhos. Eu já estava bêbado demais para impedir o que aquele olhar começava a prometer.
Eu escrevi achando que ninguém jamais leria. No dia em que minha mãe abriu aquele caderno, tudo entre nós deixou de ter volta.
Faltavam dias para minha viagem quando ela me ligou pedindo um favor inocente. Nenhum dos dois imaginava que terminaríamos trancados, no escuro e sem roupa.
Baixei o vidro, troquei duas palavras com ela e a convidei para subir. Não imaginava que aquela morena da esquina sem luz me esperava com uma surpresa entre as pernas.
Crescemos compartilhando segredos sob as estrelas. Na noite em que o pai dele saiu para o turno, descobri que o garoto das minhas brincadeiras havia se transformado em outra coisa.
Subi a escada devagar, sabendo que ele olhava por baixo do meu vestido, e pela primeira vez não senti vergonha: senti uma vontade enorme de deixá-lo ver tudo.
A menos de cem metros da música e do champanhe, ela abriu as pernas ao sol sem saber que alguém vinha pelo caminho. E, quando o viu, já era tarde demais para fechá-las.
Tinha vinte e dois anos e nunca tinha estado com outro homem. Quando empurrei a porta entreaberta do 5B, soube que aquela noite não sairiam de mim como entrei.
Três dias sem dormir, um contrato de nove milhões prestes a desmoronar — então ela fechou o tablet, levantou-se e disse que sabia como convencê-los.
Naquela noite acordei com sede e encontrei a porta entreaberta. O que vi do outro lado do corredor me deixou paralisado, sem coragem de respirar.
Abri a porta esperando uma vendedora qualquer. O que eu não esperava era ficar vendo a respiração dela acelerar cada vez que meu robe se abria um pouco mais.
Havíamos passado meses compartilhando cafés e confidências. Naquela tarde, com a xícara ainda quente entre as mãos, ela me fez uma pergunta que nenhuma amiga ousa fazer.
Há anos eu a admirava das arquibancadas. Nessa noite, com o coliseu vazio e a adrenalina do combate ainda na pele, descobri que ela também me olhava.
Ele fechou o estanco mais cedo, subiu na minha moto e me abraçou pela cintura. Os dois éramos casados, e os dois sabíamos que aquele passeio não ia terminar no mirante.
Quando ela desligou o telefone, eu soube que no dia seguinte iria à casa dela. O marido estava fora. E minha filha nunca mais me olharia do mesmo jeito.