A noite em que fiquei com todo o grupo naquele bar
Pedi um refrigerante porque não me deixaram beber, e naquela mesma noite um grupo inteiro de desconhecidos decidiu que eu seria o centro da festa particular deles.
Pedi um refrigerante porque não me deixaram beber, e naquela mesma noite um grupo inteiro de desconhecidos decidiu que eu seria o centro da festa particular deles.
Desci para a água com o biquíni preto que eles tinham escolhido para mim. Três homens me esperavam na penumbra, e eu sabia exatamente para quê.
Quando Mariana desceu trocada e as amigas a seguiram, soube que aquela reunião de trabalho não terminaria como nenhuma outra noite entre conhecidos.
A foto chegou ao meu e-mail sem remetente: a rainha sorria com o rosto coberto de leite e a coroa intacta. Então entendi por que sempre vencia o mesmo tipo de garota.
Esperei quarenta anos para participar de umas eleições. Ninguém me avisou de que terminaria nu, perseguindo uma desconhecida entre as urnas tombadas.
Três amigas, uma suíte paga pela empresa e dois malaguenhos com vontade de festa. Lorena sabia que a última noite na ilha não ia ser dormida sozinha.
Desci ao jardim disposta a chamar a polícia. Não imaginei que acabaria de joelhos, entregue aos três estranhos que se escondiam na casa de hóspedes.
Atrás da porta, sete homens me esperavam. Bruno tinha organizado tudo, e eu só precisava dar três batidas para começar.
Vendaram meus olhos e me sentaram numa cadeira. Quando umas mãos me fizeram tocar aquele corpo nu, eu soube que minha despedida não seria como nenhuma outra.
Os aplausos vieram das quatro poltronas ao redor da cama. Ela se virou, ainda agitada, e os encontrou nus, esperando sua vez.
Minha amiga me empurrou de novo para o sofá, disse para eu não me mexer, e quando tentei entender o que estava acontecendo já havia umas mãos abrindo minhas pernas.
Cruzei metade da Europa por um cliente que me comprava conteúdo toda semana. O que eu não imaginei foi o que me esperava na segunda noite, naquele quarto cheio de corpos.
Cheguei com um vestido preto e a ideia de passar um tempo fácil. Às três da manhã eu já não contava as garrafas nem as mãos que me percorriam as costas.
Deixei que elas caminhassem na frente para olhar sem disfarçar. Não imaginei que, antes do meio-dia, as duas me chamariam com um gesto de trás das palmeiras.
Três meses limpa, nove homens trancados e um único objetivo: a noite em que todos seriam meus, sem regras, sem pressa e sem medo de nada.
Duas garotas e dez caras em uma sala privada, bebidas caras e um jogo de cartas que deixou de ser inocente a cada cubo de gelo. Eu não pensava em parar.
Quando Sofia disse «e se, em vez de um trio, fizermos uma orgia?», senti o estômago despencar e, pela primeira vez, não querer dizer não.
Sentei-o no sofá, em frente à cama enorme, e sussurrei no ouvido dele: «Fica aí quietinho, porque desta vez a surpresa é para você». Ele não fazia ideia do que vinha pela frente.
Mal coloquei um pé na escada, umas mãos agarraram meus quadris por trás. Naquele dia, o prazer começou antes mesmo do café.
Subimos para o quarto de cima sem saber que naquela noite iríamos cruzar todos os limites que achávamos ter bem definidos.