Duas amigas e quatro rapazes na enseada secreta
Deitadas ao sol depois do que tinha acabado de acontecer, ouvíamos como riam dele por não ter tido coragem. E foi isso que nos fez levantar.
Deitadas ao sol depois do que tinha acabado de acontecer, ouvíamos como riam dele por não ter tido coragem. E foi isso que nos fez levantar.
Ela confiava cegamente nela, por isso não perguntou para onde iam quando o carro saiu da autoestrada e seguiu rumo à costa com a professora no banco de trás.
A enseada estava quase vazia quando Carla tirou o vestido sem pudor, e Lucía entendeu que aquele verão não seria só sobre trabalhar.
Achei que bastava me despir diante de estranhos para perder a vergonha. Então aquele casal se deitou ao meu lado e me olhou como se já soubesse o que eu ainda não ousava pedir.
Nadia se ajoelhou diante do vidro sabendo que os vizinhos do jardim ao lado não perdiam um detalhe. E isso foi apenas a primeira tarde.
Bianca colocou três calcinhas no centro da mesa e anunciou que o prêmio do jogo seria cobrado na sobremesa. Ninguém imaginava onde ela ia nos servir.
Viemos para recuperar nosso relacionamento e acabamos nus diante de dois desconhecidos numa enseada que só nós conhecíamos naquela manhã.
Combinamos agir como dois estranhos na areia: ela teria que me seduzir com meio mundo olhando, e eu teria que aguentar sem me denunciar.
Nunca tínhamos entrado em um lugar assim. Quando aquele casal da praia cruzou a porta e se sentou à nossa mesa, soube que a noite já não pertencia só a nós.
Damián me seguiu até a água para ver minha bunda de perto. O que começou como uma brincadeira entre risadas terminou com os dois casais trancados no apartamento dele.
Estávamos provocando um ao outro a manhã inteira com o protetor solar quando a garota da toalha ao lado resolveu entrar no jogo.
Não sabíamos como sair da água sem denunciar o que tínhamos acabado de fazer. O que não imaginávamos era que a noite mal tinha começado, e que a festa dos vizinhos mudaria tudo.
Quando Lucía tirou o biquíni na minha frente no quarto dela, entendi que aquele fim de semana na praia não ia ser só para tomar sol.
Subimos com duas garrafas de champanhe e a ideia de passar um bom momento. Ninguém nos avisou que a família da frente entendia jantares de outro jeito.
Quando Lucía e eu chegamos àquela casa, o que vimos na sala nos deixou sem fôlego. Eu soube que a noite mal começava e que ninguém queria ir embora.
Marina me vendou os olhos e sussurrou que naquela noite eu escolheria. Três mulheres me observavam da penumbra da varanda, e meu coração batia como um tambor.
Estávamos sozinhos na praia até que um homem parou na beira da água para nos olhar. E, em vez de nos cobrir, decidimos dar a ele algo para ver.
Subimos ao barco para pescar e tomar sol. Descemos dele sendo outra coisa. O que vi na proa ainda tira meu sono todas as noites.
Subi na moto sem saber pilotar e desci dela transformado em outro. Mas o que realmente me mudou aconteceu depois, na areia, longe dos olhares... ou pelo menos foi o que pensei.
Chegamos nervosos, com a desculpa de uns drinques. Meia hora depois estávamos os quatro nus na piscina e ninguém mais falava em ir embora cedo.