O garanhão da praia e minha amiga mais tímida
Renata sempre se escondia atrás de Camila e Marisol. Nessa noite, na areia morna e longe de casa, decidiu que não queria mais olhar da margem.
Renata sempre se escondia atrás de Camila e Marisol. Nessa noite, na areia morna e longe de casa, decidiu que não queria mais olhar da margem.
Caminhei até a beira d’água com um plano bobo: passar na frente dela e memorizá-la. Eu não sabia que aquela desconhecida ia se deixar olhar como se tivesse decidido isso.
Damián aceitou o desafio pensando em mil dólares. Não imaginava que terminaria amarrado na areia, vendo a esposa cavalgar cinco desconhecidos enquanto recebia choques.
Baixei a sunga achando que ninguém me via. Quando tropecei e caí na areia, dois pares de olhos já me observavam com um sorriso que não prometia nada de bom.
Meu marido cochilava enquanto eu caminhava pela areia procurando os três homens que eu vinha imaginando havia dois dias. Eu não pensava voltar sem eles.
Quando Noa se ofereceu para passar creme no capitão, ninguém imaginou que aquele gesto iria acender tudo o que veio depois na enseada escondida.
A garçonete tinha me observado durante todo o jantar. O que eu não imaginava era que ela e os colegas nos esperavam no escuro entre as árvores da praia.
Pedimos a massagem juntos para não nos separar. O que não sabíamos era que aquelas quatro mãos extras vinham dispostas a ficar até o amanhecer.
Aceitamos as regras sem saber direito a que estávamos nos entregando: uma ilha, vários amos e a promessa de que um não sempre seria um não. O resto o desejo decidia.
Ela provocou meio grupo de estrangeiros da piscina, e quando um deles se plantou diante da minha espreguiçadeira eu descobri que aquele verão não ia poupar ninguém.
Éramos duas lésbicas de férias buscando uma última noite juntas; jamais pensei que um simples beijo acabaria com todo mundo enroscado no mesmo sofá.
Três amigas, uma suíte paga pela empresa e dois malaguenhos com vontade de festa. Lorena sabia que a última noite na ilha não ia ser dormida sozinha.
Ela aceitou mostrar a cidade acreditando que controlava a situação. Não sabia que cada jantar, cada praia e cada distração faziam parte de um jogo pensado só para ela.
Elas chamavam aquilo de fuga secreta: três dias sem maridos nem filhos. Mas desta vez Bea convidou quatro homens para jantar, e nenhuma imaginou como a noite terminaria.
Achei que seria um dia de mar entre amigos. Não contei com o rapaz da tripulação que não tirava os olhos de mim, nem com tudo o que veio depois.
Acordei com a boca dela ao redor da minha rola e soube que o segundo dia na casa de praia seria ainda mais longo que o primeiro.
Saíamos há seis meses como amigos, sem coragem de fazer nada. Naquela noite, enquanto girávamos a garrafa, entendi que elas queriam muito mais do que nossa companhia.
Era nossa última noite e já não havia turnos nem jogos: só oito amigos, muita pele e a promessa silenciosa de que ninguém ficaria na vontade.
Três mulheres, três homens e uma só regra naquela noite no bangalô: ninguém sabia com quem acabaria, e o cronômetro já corria sobre a mesa da sala.
Acordei com as mãos de Lina me passando creme nas costas; ninguém imaginava que naquela manhã, na piscina, seríamos seis corpos sem regras nem pudor.