A diretora me pediu que a levasse para casa
Eu estava há apenas um mês na empresa quando minha diretora pôs a mão na minha coxa e me ordenou que subisse para tomar alguma coisa. Eu não pensava em desobedecê-la.
Eu estava há apenas um mês na empresa quando minha diretora pôs a mão na minha coxa e me ordenou que subisse para tomar alguma coisa. Eu não pensava em desobedecê-la.
Da escuridão eu os espiava através da cerca de plantas. Ele era pequeno e calado, mas o que escondia sob a calça me tirou o fôlego naquela noite.
Ela me dava cem euros de gorjeta por uma corrida de três quilômetros. Levei dois dias para entender que o dinheiro era só o começo do que ela pretendia.
Eu abaixava a cabeça toda vez que ela entrava no local, fingindo contar parafusos. O que eu não sabia é que ela também me estudava.
Reconheci-a no balcão pelo jeito de se mover. Era a garota do meu ex-jogador, a que animava atrás do banco, e naquela noite já não havia ninguém para segurá-la.
Três noites de mensagens com um desconhecido e, quando ele me perguntou se eu estava sozinha, decidi contar a verdade sobre mim antes de dar meu endereço.
Abri a porta usando só um vestido de botões e sem nada por baixo. Se ele entendesse o convite, ótimo; se não, eu mesma saberia como deixar claro.
Prometi a ele que dessa vez seria diferente. Cumpri por exatamente três semanas, até o segurança do bar chegar uma hora mais cedo do que o normal.
Eu o cruzava na água havia meses sem dizer uma palavra. Naquele domingo, quando as mãos dele roçaram minha cintura na escadinha, parei de fingir que não o desejava.
Quando me ajoelhei diante dele enquanto ele dirigia, soube que aqueles últimos quilômetros de estrada iam ficar comigo muito mais do que eu admiti.
Eu o mantive longe com um sorriso e um “ainda não”. Naquela noite, quando a mão dele encontrou a minha, soube que eu não queria mais esperar.
Coloquei os scarpins vermelhos, o baby doll e a peruca, fiz um pedido qualquer e sentei para esperar um desconhecido tocar minha porta sob a chuva.
Encontrei uma taça de vinho, uma máscara preta e um texto incendiário na tela. Li devagar e entendi que naquela noite meu marido tinha decidido realizar seu maior desejo.
Ele me mandou entrar no confessionário com a lingerie mais fina e sussurrar meus pecados ao padre. O que eu não esperava era que ele decidisse me dar uma penitência.
Eu estava com um vestido branco para uma noite com meu namorado que nunca chegou. Às três da madrugada, o único que atendeu minha ligação foi meu inquilino.
Eu a observava treinar havia meses sem ousar fazer nada. Nessa noite, ela me convidou para sua casa e descobri que a mulher tímida da academia escondia outra muito diferente.
Ele fingia esperar alguém na entrada quando as três se aproximaram rindo. Uma delas me perguntou se eu tinha a noite livre. Não imaginei até onde tudo ia chegar.
Há meses eu a observava pelo olho mágico às 7h15 em ponto. O que eu não sabia é que ela contava meus passos atrás dos dela toda vez que descia a escada.
Na primeira manhã eu a encontrei na cozinha quase nua, se movendo como se eu não existisse. Aí entendi que o jogo do marido dela estava só começando.
Aos 42 anos, recém-saída de um casamento enterrado, ela só queria voltar a se sentir desejada. Numa noite de bar, um antigo conhecido a viu.