Renata obedeceu a cada ordem de sua jovem dona
Saíram do clube às duas da manhã. Renata não imaginava que a verdadeira atração daquela noite era transmitida numa tela aos pés da cama.
Saíram do clube às duas da manhã. Renata não imaginava que a verdadeira atração daquela noite era transmitida numa tela aos pés da cama.
A deixaram plantada no altar e ela jurou nunca mais amar um homem. O que ela não sabia era que, atrás dos muros do convento, a esperava algo bem diferente.
«Normalmente agora você teria de se ajoelhar e esperar em silêncio», ela me disse enquanto ajustava a coleira. Eu não sabia que seria eu a terminar mandando.
Ela trancou a porta e guardou a chave no bolso. — A partir de agora você faz o que eu mandar — sussurrou, e uma parte de mim, cansada de decidir, quis obedecer.
Chegamos à casa da nossa tia para fazer companhia a ela no fim de semana. Nessa noite, as três na mesma cama, ela nos fez uma pergunta que mudou tudo: sabíamos guardar um segredo?
Quando prendi a cabeça dela entre minhas coxas, achei que ela resistiria. Em vez disso, senti seu hálito quente contra a minha calcinha e um gemido baixo.
Cheguei em casa achando que conseguiria dormir, mas o celular vibrou com o nome dela na tela e eu soube que aquela noite não teria descanso.
Vinte anos separavam Mariana de sua professora, mas quando aquela mão parou em seu quadril durante o ensaio, ela soube que já não era olhada do mesmo jeito.
Estávamos há um mês e meio nos escrevendo todas as manhãs e noites. Quando enfim a vi sentada naquela mesa, soube que nenhuma de nós dormiria sozinha.
A diferença de idade deveria ser um problema, não um convite. Mas quando ela largou os sapatos e me olhou do sofá, soube que obedeceria a cada ordem.
Beatriz já não resistia quando eu passava a corrente em seu pescoço. Eu havia mudado seu nome, sua rotina e a ideia que tinha de si mesma.
Achei que a tinha encurralada contra a parede. Demorei um segundo para entender que a única presa naquela casa vazia era eu.
Quando o inverno me deixa trêmula e sozinha, fecho os olhos e a imagino entrando a passo firme, pronta para me despir devagar e me fazer enfim totalmente sua.
As calcinhas ainda estavam mornas quando ela as tirou da maçaneta. Não imaginava que essa curiosidade a levaria até a cama de uma desconhecida.
Eu já adestrava submissas pela internet havia anos, mas nunca imaginei que por trás da máscara da minha nova escrava estaria o rosto da mulher da casa da frente.
Quando passei em frente ao banheiro entreaberto e a vi nua de costas, soube que aquela noite na minha casa não ia terminar como duas velhas conhecidas tomando chá.
Quando ela se sentou no balcão e sorriu para mim, achei que dividiríamos apenas um gole. Não imaginei que, horas depois, estaria nua, esperando sua próxima ordem.
Achei que agir por conta própria a deixaria orgulhosa. Me enganei. Assim que Renata entrou e viu o que eu tinha feito, soube que naquela tarde aprenderia a obedecer.
Saira traçou o círculo, acendeu as velas e pronunciou o nome proibido. O que surgiu entre a fumaça não era uma escrava dócil: era uma mulher que sorria.
Ela escolheu a roupa pensando nele, não no marido. Aquela noite deixaria de ser uma esposa fiel para se tornar, por um fim de semana inteiro, a mulher de outro homem.