A tarde em que meu marido me dividiu com nosso filho
Cheguei à casa da minha mãe às seis da tarde, quando o sol já descia em direção aos telhados do bairro. Elena abriu a porta com uma expressão que eu não soube ler naquele momento: algo entre culpa e alívio, os olhos fixos nos meus sapatos. Ela me disse que Arturo e Marcos estavam na cozinha. Nada mais. Sem contexto, sem explicação.
Eu devia ter prestado mais atenção àquele silêncio.
Caminhei pelo corredor até o fundo da casa e os encontrei sentados frente a frente à mesa da cozinha, em um daqueles silêncios tensos que só existem quando duas pessoas acabam de falar de algo que não querem que mais ninguém escute. Meu marido me olhou com um sorriso rápido demais. Meu filho desviou os olhos para a janela.
— O que os dois estão fazendo aqui? — perguntei, largando a bolsa sobre a bancada.
— Te esperando — disse Arturo.
Marcos não disse nada de início. Tinha vinte e um anos naquele verão e ainda era capaz de ficar vermelho como quando era criança, embora já não fosse. Era alto como o pai, com as mesmas mãos grandes e aquele costume de franzir a testa quando pensava demais em alguma coisa. Olhei para ele em busca de algum sinal do que tinha acontecido antes de eu chegar, mas seu rosto não me deu nada.
— Você está linda hoje — disse de repente, sem me olhar.
Fiquei parada por um segundo.
— Obrigada, querido — respondi com a naturalidade de quem passa anos respondendo assim, porque nós, mães, aprendemos a responder sem escutar direito.
Arturo se levantou e ficou atrás de mim. Apoiou as mãos nos meus quadris com a familiaridade de vinte anos de casamento, mas também com algo mais que, naquela tarde, eu ainda não soube nomear.
— O menino tem razão. Você está espetacular.
— Arturo, o Marcos está na frente — falei, afastando as mãos dele sem muita convicção.
— Marcos já é adulto. Não faz mal nenhum ele ver que a mãe dele é uma mulher atraente.
Marcos soltou uma espécie de risada curta e desconfortável e voltou a olhar para a janela. Eu não entendia bem o que estava acontecendo, mas senti que alguma coisa tinha mudado no ar daquela cozinha. Como quando se entra num quarto onde acabaram de discutir feio: nada visível, só uma pressão sutil no peito.
— O que está acontecendo com vocês dois? — perguntei diretamente.
— Nada — disse Arturo—. Um homem não pode dizer à mulher que ela está bonita?
Marcos pigarreou antes de falar.
— Eu também acho, mãe. Não é só o pai. Você tem... não sei explicar. Não conheço nenhuma mulher com o seu corpo, com seus quadris, com esses peitos, com tudo isso. Não conheço.
Ele disse isso olhando para o chão, e esse detalhe — a vergonha misturada com a sinceridade — foi o que me impediu de responder com dureza. Olhei para ele durante alguns segundos que pareceram muito longos.
— Marcos. Eu sou sua mãe.
— Eu sei — ele respondeu.
Naquelas três palavras não havia arrependimento. Só uma constatação tranquila, como se reconhecer o problema fosse suficiente para não precisar resolvê-lo.
Arturo se aproximou e pôs as mãos nos meus ombros.
— Não fique brava. O garoto não consegue evitar. É jovem, tem suas necessidades, e a verdade é que também não lhe falta razão. Você é a mulher mais atraente desta casa e de muitas outras que conheço.
— Não sei aonde você quer chegar com isso — falei, embora uma parte de mim já desconfiasse.
— Quero dizer que o garoto te admira. E que você poderia ajudá-lo.
Virei-me para encarar Arturo. Era uma daquelas situações em que a gente procura nos olhos do outro algum sinal de que tudo não passa de uma brincadeira. Não encontrei nenhum.
— Ajudá-lo em quê, exatamente?
Arturo não respondeu. Em vez disso, fez um breve gesto com a cabeça para Marcos, como quem passa a vez numa conversa que já tinha sido ensaiada antes.
— Olha, mãe — disse Marcos, medindo cada palavra—. Faz tempo que eu penso em você. Não como mãe. Eu me masturbo pensando na sua bunda. E sei perfeitamente que não deveria. Mas não consigo evitar, e o pai sabe porque eu contei pra ele.
Eu devia ter ido embora naquele momento. Eu sei disso agora, eu já sabia então. Mas há instantes em que o corpo já tomou uma decisão antes de a cabeça terminar de formular a pergunta.
— O que você está dizendo não está certo, Marcos.
— Não — admitiu —. Mas é o que eu sinto. E eu fico duro só de sentir seu cheiro quando você entra numa sala.
Arturo então falou com aquela voz baixa que usava quando queria me convencer de algo que eu, de saída, iria rejeitar.
— Escuta. Não estou te pedindo para fazer nada que não queira. Só para não se assustar. O garoto te ama, eu te amo, e nós dois somos seus homens. O que tem de errado em a gente te mostrar isso?
— O que tem de errado é que um desses homens é meu filho — respondi.
— E isso não o torna mais seguro, não? Não é um desconhecido. É alguém que te adora e que não vai te machucar.
Não sei o que foi exatamente que me quebrou. Talvez o tom de Arturo, falando como se a proposta dele tivesse uma lógica perfeitamente coerente. Talvez a forma como Marcos me olhava — com uma mistura de desejo e vergonha que era mais honesta do que qualquer coisa que eu tinha visto em muito tempo. Talvez tenha sido simplesmente porque eu me sentia invisível havia anos demais e, naquela tarde, dois homens me olhavam como se eu fosse a única coisa que existia naquela cozinha.
— Vira de costas — disse Arturo, baixinho.
— Pra quê?
— Só para o menino ver o que tem na frente dele.
Girei devagar, sem saber por que obedecia. Parei de costas para os dois, olhando a janela que dava para o jardim onde Elena ainda estava, embora já não regasse nada. Só estava em pé ao lado do vaso, de braços cruzados.
— Meu Deus, mãe — ouvi Marcos dizer—. Que bunda você tem.
Não foi uma exclamação vulgar. Era o som que alguém faz quando vê alguma coisa que estava esperando sem saber que estava esperando.
Arturo pôs as mãos na minha cintura por trás e as foi descendo devagar, com uma calma que me pareceu mais perturbadora do que pressa. Levantou minha saia até a metade das coxas e continuou subindo até deixar minha bunda de fora, coberta apenas por uma calcinha preta que se enfiava entre as nádegas.
— Viu? — disse a Marcos—. Eu falei. Olha direito. Essa é a xoxota que te trouxe ao mundo.
Senti os passos do meu filho se aproximando por trás. Ele parou bem nas minhas costas, tão perto que eu senti o calor do corpo dele antes de ele me tocar. Também senti, com uma clareza que me virou do avesso, o volume duríssimo empurrando a calça contra meu quadril.
— Você me dá permissão para te tocar? — perguntou.
Aí esteve o problema. Eu não disse não.
***
As mãos dele eram grandes, como as de Arturo, e me tocaram com uma desajeitada cheia de intenção que eu não soube administrar. Ele as pôs nos meus quadris e apertou, e eu ouvi o som da minha própria respiração acelerando contra qualquer decisão que eu achasse que tinha tomado. Desceu as palmas pelas minhas nádegas, separou-as devagar e passou um dedo por cima do tecido encharcado da minha calcinha.
— Está molhada, pai — disse com a voz pesada—. A mãe está toda molhada.
— Eu já te disse que ia gostar — respondeu Arturo, ainda de frente, me encarando—. Abaixa isso.
Marcos prendeu minha calcinha nos dedos e a puxou até os joelhos num tranco. O ar frio da cozinha atingiu minha boceta nua e senti, sem ver, que meu filho tinha ficado em silêncio me contemplando por trás.
— Você é perfeita — murmurou—. Você não sabe quantas vezes eu gozei pensando nisso.
Arturo levou os dedos à boca do filho e fez com que ele os molhasse.
— Abre a boceta dela com dois dedos. Devagar. Primeiro por fora, com a ponta.
Marcos obedeceu. Senti a desajeito das mãos jovens me procurando, e também a certeza com que um rapaz de vinte e um anos, duro e desesperado, encontra cedo ou tarde o que procura. Ele deslizou o dedo médio entre meus lábios úmidos e o enfiou inteiro. Mordi o interior da bochecha para não gemer. Não consegui totalmente.
— Marcos — falei—. Isso não pode ir mais longe.
— Por quê? — perguntou ele, sem tirar as mãos, movendo o dedo dentro de mim com uma lentidão que me fez abrir as pernas sem perceber.
— Porque você é meu filho.
— Eu sei. E você continua sendo a mulher mais atraente que eu já vi na vida. E tem a boceta mais apertada que eu já toquei, mãe.
Arturo se aproximou e falou no meu ouvido enquanto desapertava o cinto sem nenhuma pressa.
— Deixa ele te conhecer um pouco. Só isso. Depois você pode brigar com ele à vontade.
Marcos pôs os lábios no meu pescoço. Só um roçar, quase nenhuma pressão. Algo que devia ter me deixado desconfortável e que, em vez disso, fez eu fechar os olhos sem pedir permissão a nenhuma parte de mim mesma. Ele enfiou um segundo dedo. Moveu os dois juntos, em círculos, encontrando por acaso o ponto exato que me fez dobrar os joelhos.
— Você gosta? — perguntou Arturo.
— Não — menti.
Os dois sabiam. Marcos soltou algo parecido com uma risada suave e continuou. Tirou os dedos encharcados e os passou no meu clitóris com uma atenção que eu não esperava dele. Me envolveu com o outro braço por trás e me apertou contra ele. Eu pude senti-lo. Inteiro. A rola dura do meu filho empurrando entre minhas nádegas por cima da calça.
— Acho que sua mãe está gostando de você — disse Arturo.
— Cala a boca — respondi, sem convicção.
— Tira — ordenou Arturo a Marcos—. Deixa ela ver o que você tem.
Marcos se afastou por um instante, baixou a calça e a cueca até os tornozelos, e eu ouvi o som inconfundível de uma rola solta batendo contra a pele. Virei devagar, incapaz de não olhar. E lá estava. A rola do meu filho, grossa, vermelha na ponta, tremendo contra o ventre. Maior do que eu jamais tinha imaginado sem querer imaginar.
— Está tudo bem querer os dois, sabia? — disse Arturo—. Você não precisa escolher. Somos seus homens.
Essa frase devia soar ridícula. Em vez disso, naquela cozinha pequena, com a rola do meu filho apontada para mim e os olhos de Arturo sobre mim, soou simplesmente como verdade.
***
Cedi devagar, como se cede num sonho do qual a gente não quer sair, embora saiba que é um sonho. Arturo foi me guiando com frases curtas, com mãos tranquilas, com aquela habilidade dele de fazer as coisas impossíveis parecerem inevitáveis. Marcos continuava ao meu lado, nervoso e decidido ao mesmo tempo, esperando cada sinal antes de continuar, com a rola apontada para mim sem disfarce.
— Deixa ele te ter — disse Arturo—. Você me tem.
Ajoelhei-me no tapete da cozinha. Arturo na minha frente, a rola de fora, mais grossa do que eu lembrava da noite anterior, roçando na minha boca sem chegar a entrar. Marcos atrás, com as mãos apoiadas nos meus quadris sem apertar ainda, esperando.
— Abre a boca, amor — disse Arturo.
Abri. Ele encheu minha boca com aquela lentidão de vinte anos de saber exatamente quanto eu aguentava, quanto precisava respirar, quanto podia me empurrar sem me sufocar. Enfiou até a garganta e tirou; eu cuspi sobre ela um fio grosso de saliva e voltei a chupá-la desde a base, com a língua achatada, subindo até a glande, chupando os ovos um por um enquanto ele me acariciava o rosto.
— Assim, puta, assim — murmurou—. Olha seu filho. Olha a rola dele esperando você.
Virei o rosto e lá estava Marcos, segurando a própria rola com o punho, me olhando chupar o pai como se nunca tivesse visto um filme pornô de verdade. A ponta dele estava arroxeada de tanto se segurar.
— Você tem certeza? — perguntou Marcos, e essa pergunta foi o que mais me surpreendeu naquela tarde. Eu esperava que ele não perguntasse. Que simplesmente avançasse. Mas ele perguntou.
— Não — respondi com honestidade, com a rola de Arturo ainda brilhando de saliva contra minha bochecha—. Mas continua. Me come por trás. Faz isso agora.
Arturo me segurou pelo queixo e enfiou a rola de novo até o fundo, forçando um pouco, e senti meu filho se posicionar atrás de mim, também de joelhos, esfregando a glande entre minhas nádegas úmidas. Ele procurou minha boceta com a ponta, não encontrou de primeira, esbarrou no clitóris e desceu mais até Arturo, com a outra mão, guiá-lo até a entrada.
— Aí, filho. Enfia aí. Ela é toda sua.
Marcos começou com cuidado, medindo minha reação a cada centímetro. Senti a carne se abrindo, se esticando ao redor de uma rola que não era a do meu marido, que era outra, mais grossa, mais quente, e que estava entrando na mesma boceta da qual ele tinha saído vinte e um anos antes. A pressão foi aumentando aos poucos, e a dor inicial — breve, aguda, suficiente para me fazer agarrar o tapete com os dedos e morder a rola de Arturo sem querer — se transformou em outra coisa antes que eu pudesse dar nome. Apoiei a testa na coxa de Arturo e prendi a respiração por um momento com a de Marcos afundada até a raiz.
— Tudo bem? — perguntou Marcos, parando, com a voz trêmula.
— Sim — respondi—. Não para. Come-me, Marcos. Me come como você quis fazer todas aquelas vezes.
Ouvi Arturo murmurar alguma coisa que não entendi direito e voltar a enfiar a rola na minha boca com uma estocada seca. Marcos retomou o movimento, agora mais seguro, tirando a rola quase inteira e enfiando de novo até o fundo, encontrando um ritmo que fez o som da cozinha — o relógio, o barulho do jardim, qualquer coisa — desaparecer por completo. Só se ouviam três coisas: meus engasgos curtos cada vez que Arturo me empurrava até a garganta, o chapinhar molhado da rola do meu filho entrando e saindo de mim, e os ovos dele batendo contra os meus a cada estocada.
— Está apertadinha demais, pai — arfou Marcos—. Não acredito. Parece que nunca a comeram direito.
— É que faz muito tempo que eu não como assim — respondeu Arturo, me agarrando pelo cabelo—. Hoje ela é sua. Acaba com ela.
Marcos cravou as mãos nos meus quadris e começou a me comer com mais força, no ritmo bruto e idiota de um garoto jovem que passa anos imaginando aquele momento. Cada golpe me empurrava para frente e me fazia engolir mais um pouco da rola do pai dele. Eu chupava e deixava ser comida e nem era capaz de gemer porque não me restava boca livre para isso.
Em algum momento Arturo tirou a rola da minha boca, afastou meu cabelo do rosto e me olhou de cima.
— Quer dizer alguma coisa para seu filho? — perguntou.
Eu não planejei o que disse. Saiu sozinho, de algum lugar dentro de mim que normalmente não tem voz.
— Não para, Marcos. Não para. Acaba com a minha boceta. Faz sua mãe gozar na sua rola.
As estocadas ficaram mais fortes, mais rápidas. Eu sentia o peso do corpo dele sobre o meu a cada golpe, o som das nossas peles se chocando, a minha própria voz se afogando contra a coxa de Arturo. Ele me acariciava o cabelo com uma mão e com a outra se masturbava devagar, ainda molhada da minha saliva, e me observava com aquela expressão que eu nunca aprendi a decifrar totalmente. Passou um dedo no meu clitóris, por baixo, enquanto o filho continuava enfiando a rola por trás, e isso bastou. Eu gozei. Gozar gritando contra a coxa dele, contraindo a boceta ao redor do meu filho em espasmos que ele sentiu, porque o ouvi gemer “porra, ela está gozando, pai, está gozando em cima de mim” com uma incredulidade que quase dava ternura.
A voz de Marcos falhou.
— Mãe, não aguento mais. Vou gozar.
— Então não se contenha — respondi, e essas palavras saíram de mim sem que nenhuma parte consciente as escolhesse—. Dentro. Goza dentro de mim. Me enche.
Marcos agarrou meus quadris com as duas mãos e empurrou até o fundo. Ouvi ele perder o controle com um gemido longo que tentou abafar contra minhas costas. Senti o calor disso, profundo, inequívoco, jorro atrás de jorro me enchendo por dentro, a rola pulsando contra as paredes da boceta enquanto descarregava, e não soube se era culpa ou algo completamente diferente que me percorria de cima a baixo. Ele ficou dentro por um tempo longo, tremendo, me apertando contra ele, e quando enfim a tirou, senti o fio espesso do sêmen escorrendo da minha coxa até o joelho.
— Agora você, amor — falei para Arturo, com a voz rouca—. Na boca.
Arturo se masturbou mais duas vezes diante do meu rosto, com a rola molhada da minha saliva e das veias inchadas, e gozou também. Encheu minha boca de sêmen quente, o queixo, o pescoço, e eu engoli o que pude e fiquei com os lábios abertos, mostrando a ele o que ainda havia dentro antes de engolir aquilo também.
Os três ficamos imóveis durante alguns segundos. A cozinha estava em silêncio. Lá fora, o jardim também. Eu continuava ajoelhada, com a boceta do meu filho escorrendo entre as minhas pernas e a boca do meu marido brilhando no meu rosto.
— Você está bem? — perguntou Marcos, com uma voz diferente de todas as que eu já tinha ouvido dele.
— Sim — disse—. Vai se lavar.
Ele se levantou sem dizer mais nada, subindo a calça com dificuldade. Os passos dele se afastaram pelo corredor. Arturo me ajudou a levantar e me envolveu nos braços. Ficamos assim por um momento, sem falar, escutando a água correr em algum quarto no fundo da casa.
— O que é que nós fizemos? — perguntei finalmente.
— O que queríamos fazer — respondeu ele.
Não retruquei. Porque ele tinha razão, e nós dois sabíamos disso.
***
Minha irmã Sandra estava no andar de cima. Eu soube depois, quando subi para buscar o casaco que tinha deixado no quarto de hóspedes. Passei por uma porta entreaberta do banheiro e a vi sair com cara de quem acabou de lembrar de algo que preferia não ter lembrado. Ela me olhou. Eu a olhei. As duas tínhamos informação sobre aquela tarde que nenhuma das duas ia colocar em palavras.
Perguntei se ela estava bem. Ela disse que sim. Cada uma seguiu pelo seu corredor.
Nessa tarde aprendi que as famílias têm muito mais camadas do que qualquer um admite em voz alta. E que às vezes essas camadas se tocam de formas que não têm nome em lugar nenhum que faça sentido, mas que acontecem assim mesmo, em cozinhas perfeitamente normais, em casas de mães com pequenos jardins, em tardes de domingo que começaram sem nenhum plano especial.