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Relatos Ardientes

Minha tia me pediu ajuda no provador naquela tarde

O verão morria lentamente e, com ele, se aproximava a data que eu vinha esperando havia meses: meu ano de intercâmbio em Lisboa. Faltavam apenas alguns dias na cidade, dias divididos entre festas, abraços de despedida e aquela doce melancolia que precede toda grande mudança. Por isso, quando o telefone tocou naquela manhã e reconheci a voz da minha tia Carla, algo no peito se agitou numa mistura de alegria e um nervosismo que já me parecia íntimo demais.

—Mateo, meu amor —disse com aquele tom alegre e um pouco manhoso que sempre reservava para mim—. Você está muito ocupado hoje? Seu tio não quis me acompanhar ao shopping, como de costume. Preciso de um vestido para o aniversário de quinze anos da minha sobrinha. Você me leva, por favor?

Eu sorri para o telefone, sentindo o pulso já acelerar.

—Claro, tia. Passo aí em uma hora.

—Não vou roubar o seu dia inteiro, prometo. Sei que você ainda tem muitas despedidas pendentes.

—Estarei aí.

O nosso sempre tinha sido diferente, mais próximo do que qualquer outra relação entre uma tia e o sobrinho. Desde que minha mãe, Renata, anunciou que estava grávida, Carla sentira um carinho especial por aquele menino que ainda nem tinha nascido. Com o passar dos anos, esse afeto virou físico de um jeito natural: abraços que duravam um segundo a mais, beijos na bochecha que roçavam o canto dos lábios, carícias no cabelo ou nas costas que se demoravam. Éramos confidentes, cúmplices. Ela encontrava em mim uma atenção que o marido já não lhe dava, e eu, aos vinte anos, via nela a mulher mais desejável que conhecia.

Quando Carla entrou no carro, seu perfume quente e doce, com notas de baunilha e jasmim, encheu todo o interior. Durante o trajeto falamos de qualquer coisa: da viagem, das aulas que eu deixaria pela metade, de como o tempo tinha passado depressa. Mas eu não conseguia evitar que o olhar escapasse para o decote da blusa, onde seus seios generosos se moviam suavemente a cada buraco no asfalto, pesados e tentadores.

Chegamos à primeira boutique. Carla desapareceu no provador e saiu pouco depois com um vestido preto justo que parecia uma segunda pele. O tecido elástico se ajustava a cada curva: marcava a plenitude dos seios, o contorno firme da cintura, a redondeza dos quadris. Sob os focos, dava para adivinhar os mamilos endurecidos, pressionando o tecido sem pudor.

—O que acha, sobrinho? —perguntou, girando devagar diante do espelho de corpo inteiro. As mãos desceram pelos lados do corpo, acariciando o tecido como se quisesse garantir que eu também a tocasse com o olhar.

Engoli em seco. Meu sexo começou a endurecer de imediato, pressionando o tecido da calça. Tentei disfarçar cruzando as pernas, mas era inútil.

Ela percebeu na hora. Os olhos desceram lentamente até a minha virilha e ficaram ali, observando o volume crescer e marcar sem remédio. Por um segundo, um sorriso divertido lhe brincou nos lábios; depois, algo mais profundo e proibido acendeu no ventre dela.

—Está… muito justo no peito —murmurei, com a voz rouca.

—Te incomoda que eles marquem tanto? —perguntou com falsa inocência, embora os olhos brilhassem de malícia.

—Não… é que aparecem muito —respondi, sem conseguir desviar o olhar.

Carla riu baixinho, num som aveludado, e voltou para o provador. Lá dentro, sentiu um formigamento desconhecido entre as pernas. É só um vestido, disse a si mesma. Mas já estava apreciando minha reação mais do que ousava admitir.

Cada vestido que experimentava era mais provocante que o anterior. O segundo, prateado, se enfiava entre suas nádegas firmes como uma carícia obscena. O terceiro, um verde-esmeralda tomara-que-caia, mal continha seus seios e deixava à mostra a curva inferior dos glúteos. Eu estava visivelmente nervoso, sem conseguir esconder a ereção, me remexendo na cadeira com as bochechas em chamas.

Ela hesitou por um instante. Sabia que devia parar. Mas a tensão deliciosa que pairava entre nós, aquela eletricidade proibida, era viciante demais. Nunca tinha sido planejado. Simplesmente estava acontecendo.

Então, ao tentar tirar o vestido verde, o zíper travou. Ela puxou uma vez, duas, mas o tecido estava tão justo que não conseguia tirá-lo nem por cima nem por baixo sem correr o risco de rasgar.

—Mateo… —chamou de dentro, com a voz um pouco trêmula—. Pode vir um momento? O zíper emperrou.

O provador era minúsculo. Entrei e fechei a cortina atrás de mim. Encostei-me às suas costas para ajudá-la e, assim que o fiz, minha ereção dura e quente ficou pressionada bem entre suas nádegas, separadas apenas pelo fino tecido do vestido e da calcinha. Ela soltou um suspiro entrecortado. Um calor líquido lhe percorreu o ventre e seu sexo se umedeceu de repente.

Sem que nenhum de nós decidisse, nossos corpos começaram a se mover. Os quadris dela traçaram círculos lentos, roçando contra a dureza que a pressionava. Eu reagi empurrando devagar, deixando meu membro deslizar entre as nádegas dela num atrito elétrico.

—Mateo… você está bem, amor? —sussurrou com a voz quebrada de excitação.

Engoli em seco, envergonhado, mas incapaz de mentir.

—É que… desculpa, tia. É por você estar tão perto.

Carla sentiu um arrepio lhe percorrer toda a coluna. Virou-se devagar até ficar de frente para mim. O movimento fez minha ereção deslizar pela coxa dela e acabar prensada contra o púbis. Seus seios generosos se achatavam contra meu torso, os mamilos endurecidos roçando o tecido da minha camisa.

Nossos rostos se aproximaram milímetro por milímetro. As respirações se misturavam, agitadas e quentes. Meus lábios quase roçaram os dela, mas, no último instante, ela virou o rosto, rompendo o contato que ambos desejávamos com uma intensidade perigosa.

—Me espera do lado de fora, por favor… —sussurrou, com as bochechas em chamas.

Quando saí, Carla ficou encostada na parede, o coração disparado. Estava encharcada. Com as mãos trêmulas, tirou a calcinha e o sutiã, guardou-os na bolsa, ajeitou a blusa como pôde e saiu do provador com um sorriso sereno, como se nada tivesse acontecido.

***

Íamos a caminho da loja seguinte quando notei a mudança no reflexo de uma vitrine: os seios dela se moviam livres sob a blusa, pesados, macios, com os mamilos marcados e eretos. Meu membro pulsou dolorosamente.

Ela percebeu meu olhar. Sem dizer palavra, desabotoou mais um botão da blusa, revelando um pouco mais do vale profundo entre os seios. Me lançou um sorriso travesso e se pendurou no meu braço, pressionando os seios contra mim enquanto caminhávamos.

—Vamos a outra boutique —murmurou—. Desta vez, me espera perto do provador.

Na nova loja, mais elegante e com provadores privativos, Carla escolheu vestidos curtos que não tinham nada a ver com aniversário de quinze anos. Queria me provocar. Queria ver até onde eu ia.

Entrou no provador e, depois de alguns minutos, me chamou.

—Mateo, vem um instante.

Entrei e fechei a pesada porta atrás de mim. O clique magnético ecoou no pequeno espaço. Carla usava um vestido preto extremamente curto e justo. Os seios nus empurravam o tecido, com os mamilos prestes a despontar. Ao se mexer, a saia subia o suficiente para insinuar o púbis, com os pelos suaves e aparados.

—Como estou? —perguntou com voz doce, mexendo os quadris num balanço lento.

Não consegui responder. Dei um passo à frente e, justamente quando minhas mãos pousaram em seus quadris, as luzes do provador se apagaram com um zumbido metálico. A escuridão foi absoluta. Nem mesmo a luz do corredor se infiltrava sob a porta.

—Já volta —disse Carla, embora a voz tivesse um tom nervoso e excitado—. Acho que não vão nos deixar presos aqui.

Tentamos abrir a porta, mas a trava magnética parecia emperrada. Batemos, fizemos barulho, mas ninguém respondeu. O andar do shopping parecia estranhamente silencioso.

Na escuridão total, o espaço ficou ainda mais íntimo. Ouvia-se cada respiração. O calor dos nossos corpos preenchia a cabine.

Dei um passo na direção dela. Minhas mãos tatearam e encontraram seus braços. Devagar, desci por eles, percorrendo a pele quente das coxas.

—O que você está fazendo…? —perguntou com voz brincalhona, embora não se afastasse.

Minhas mãos subiram por seu ventre e os polegares roçaram a parte inferior dos seios. Carla prendeu a respiração. Ela me olhou na escuridão — embora não pudesse me ver, sentia minha presença com força — e sorriu, autorizando-me sem palavras.

—É melhor eu tirar? Ninguém está vendo —sussurrou, com a voz rouca de desejo.

—Quer tirar? —perguntei, pressionando minha ereção contra o ventre dela.

—Eu perguntei primeiro… —respondeu com um sorriso que eu não podia ver, mas que se adivinhava no tom.

Não esperei mais. Minhas mãos trêmulas seguraram a barra do vestido e o ergueram devagar pelo corpo dela, roçando cada curva. O tecido deslizou sobre os seios, libertando-os, e por fim passou pela cabeça. Carla ficou completamente nua na escuridão.

A luz fraca do meu celular, que eu havia deixado ligado sobre o banco, mal conseguia desenhar suas formas: os seios grandes e pesados, coroado por mamilos escuros e eretos; a cintura que se alargava em quadris generosos; as nádegas redondas e firmes; e seu sexo inchado, brilhando de umidade, com o triângulo macio de pelos aparados.

Carla deu um passo e encostou o corpo nu ao meu, ainda vestido.

—E agora, como você acha que eu estou? —sussurrou contra meus lábios, antes de me beijar com uma fome voraz.

O beijo foi imediato e feroz. Nossas línguas se encontraram com urgência, se enroscando, se explorando. Ela gemeu dentro da minha boca enquanto as mãos desciam pelo meu peito e puxavam a camiseta para tirá-la. Ajudei, quebrando o beijo apenas por um segundo. Depois minhas mãos voltaram para ela: uma se enterrou no cabelo espesso, segurando-a pela nuca; a outra desceu pelas costas até apertar com força uma de suas nádegas, cravando os dedos naquela carne macia e quente.

Carla sentiu minha ereção pressionando seu ventre nu e sorriu contra meus lábios.

—Ai, amor… você está duríssimo —murmurou, mordendo meu lábio inferior—. Tudo isso é por minha causa?

Ela desceu a mão e abriu o botão da minha calça com dedos hábeis. Abriu o zíper e enfiou a mão por dentro, envolvendo meu membro grosso e pulsante por cima da cueca. Tirou-o com cuidado, sentindo seu calor, seu peso, as veias inchadas que latejavam sob seus dedos. Era maior do que ela imaginava, e isso arrancou um gemido fundo da garganta dela.

—Que gostoso você é… —sussurrou, olhando-me nos olhos embora mal conseguisse me distinguir, enquanto começava a me acariciar devagar. A mão subia e descia num ritmo deliberado, apertando logo abaixo da glande. A umidade brilhava na ponta; ela a espalhou com o polegar, lubrificando a pele.

Baixei a cabeça e fui procurar um dos mamilos dela na escuridão. Agarrei-o com a boca e suguei com força, girando a língua em torno do botão endurecido, mordiscando-o de leve. Minha mão livre subiu pela coxa dela até alcançar o sexo encharcado. Abri seus lábios com os dedos e enfiei dois, sentindo como as paredes quentes e escorregadias me recebiam. Curvei-os para dentro, buscando aquele ponto sensível que a fez arquear e soltar um gemido abafado.

—Meu Deus… você está encharcada —jadeei contra o peito dela.

—É assim que você me deixa, descarado… —confessou, acelerando o movimento da mão sobre mim.

Carla se ajoelhou com graça felina sobre as lajotas frias. O rosto dela ficou a centímetros do meu membro. Ela me olhou de baixo, com os olhos cheios de desejo. Tirou a língua e lambeu a base devagar, subindo por todo o comprimento, saboreando cada centímetro de pele quente. Contornou a glande com os lábios, sugando primeiro com suavidade, depois com mais intensidade. Me tomou fundo, centímetro por centímetro, até a cabeça tocar o fundo da garganta dela. Começou a chupar com um ritmo lento e úmido: os lábios deslizando para cima e para baixo, a língua girando, uma mão massageando meus testículos e a outra entre as próprias coxas, esfregando o clitóris em círculos.

Os sons eram obscenos e íntimos: o barulho molhado da boca dela, os gemidos vibrantes que se transmitiam pelo meu membro, minha respiração entrecortada. Eu segurava o cabelo dela com suavidade, resistindo ao impulso de empurrar com força, mas ela me olhava com fome e se afundava mais fundo, até o nariz roçar meu ventre.

—Vou gozar, tia… —rosnei, enrijecendo os músculos.

—Ainda não —sussurrou Carla, tirando-o da boca com um som úmido e ficando de pé.

Ela me empurrou contra a parede e subiu uma perna sobre o pequeno banco, se abrindo completamente para mim. O sexo dela ficou exposto, inchado, escorrendo. Ajoelhei imediatamente e enterrei o rosto entre suas coxas. Lambi seus lábios com avidez, separando-os com a língua para alcançar o interior, mais macio e encharcado. Chupei o clitóris, sugando-o entre os lábios enquanto a língua o castigava em movimentos rápidos. Enfiei dois dedos, depois três, fodendo-a com eles num ritmo constante, curvando-os para esfregar aquele ponto esponjoso por dentro.

—Assim… chupa assim… enfia os dedos mais rápido, amor —implorava entre gemidos, mexendo os quadris contra meu rosto enquanto seus fluidos escorriam pelo meu queixo.

Carla tremia, as coxas se fechando em torno da minha cabeça, me prendendo no calor dela. De repente me ergueu puxando meu cabelo. Me beijou com desespero, provando o próprio gosto na minha língua.

—Faz —implorou contra meus lábios—. Faz agora, Mateo…

Virei-a com urgência, encostando-a de costas na parede. Levantei uma de suas pernas, apoiando-a no banco, e coloquei a cabeça do meu membro na entrada encharcada do sexo dela. Entrei devagar, centímetro por centímetro, sentindo as paredes quentes e apertadas me envolverem como uma luva de veludo em chamas. Quando estive completamente dentro, os dois soltamos um gemido longo e fundo.

—Você é tão apertada… —jadeei, ficando imóvel por um momento para aproveitar a sensação.

Comecei a me mover: saídas lentas e profundas, entradas com força controlada, roçando aquele ponto sensível a cada investida. O som molhado e carnudo enchia o provador. Carla empurrava de volta, me fodendo com os quadris, fazendo as nádegas baterem contra meu ventre com um som seco e erótico.

—Mais forte… até o fundo —pediu, com a voz quebrada de prazer.

Acelerei o ritmo, investindo nela com mais força. Seus seios batiam contra a parede fria. Depois a fiz virar, sentei-a na borda do banco e abri suas pernas. Penetrei-a de frente, olhando-a nos olhos na penumbra enquanto entrava e saía sem trégua. Ela enlaçou minha cintura com as pernas, cravando os calcanhares nas minhas nádegas para que eu entrasse mais fundo. Nossos corpos suados colavam um no outro num atrito delicioso; o cheiro de sexo e desejo enchia o ar.

Carla mordia meu pescoço, sussurrando no meu ouvido com a voz entrecortada:

—Você me faz como ninguém, Mateo… mais forte, amor.

Desci uma mão e esfreguei o clitóris dela em círculos rápidos e firmes enquanto meu membro entrava e saía sem descanso. Ela tremia violentamente.

—Ai, amor! Vou gozar! Não para, por favor!

O sexo dela se contraiu com força ao redor de mim: espasmos longos e poderosos que me ordenhavam por dentro. Ela gritou contra o próprio braço para abafar o som, enquanto o orgasmo a sacudia inteira, fazendo seus fluidos brotarem ao redor do meu membro, que continuava se movendo dentro dela.

Isso me levou ao limite. Saí dela com um gemido rouco, fiz com que se ajoelhasse e gozei com força sobre seus seios e seu rosto, em jatos quentes que salpicavam a pele macia dela. Carla abriu a boca, mostrou a língua, recolhendo o que podia, gemendo enquanto esfregava o clitóris para prolongar o próprio prazer.

***

Ficamos ofegantes, apoiados contra a parede do provador. Carla sorriu, satisfeita e perigosa, lambendo uma gota que descia pelo canto dos lábios.

—Por que você saiu, amor? —sussurrou, apertando meu membro ainda semiduro com a mão—. Eu não disse para sair…

—Não pensei que você quisesse que eu gozasse dentro —respondi, ainda recuperando o fôlego, sem conseguir desviar os olhos de seus seios.

—Sou grande demais para engravidar… acho que não vai acontecer —disse, passando a língua pelos lábios—. Da próxima vez, goza dentro. Faz muito tempo que não me sinto realmente cheia.

—Da próxima vez…? —perguntei, surpreso.

—Não quer? —sorriu com malícia—. Porque, se não quiser, eu arrumo outro.

Ajudei-a a se erguer e a beijei com força, as mãos já brincando com suas nádegas nuas.

—Quero te acompanhar ao aniversário —disse de repente—. Vou ter que arrumar alguma coisa para vestir. Não tenho terno.

—Que ótima ideia, meu amor —respondeu Carla, me beijando de novo.

Alguns minutos depois, as luzes voltaram com um piscar. Nos vestimos às pressas, tentando recompor a roupa e a expressão. Carla guardou a calcinha e o sutiã na minha bolsa, me olhando com um sorriso cúmplice. Saímos do provador como se nada tivesse acontecido: ela com o cabelo ligeiramente desalinhado, eu ainda com as bochechas em chamas. Ninguém pareceu notar nada. E, enquanto caminhávamos rumo à saída, soube que minha viagem a Lisboa tinha acabado de ficar muito mais difícil de cumprir.

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Comentários(4)

SoCuriosa

amei demais!! fiquei grudada do começo ao fim

Fernanda

Por favor faz uma segunda parte, nao consigo parar de pensar no que aconteceu depois

Leo_Floripa

cara, esse final me deixou sem palavras. nao esperava que fosse terminar assim, que surpresa boa

TremendaLeitora

A tensão foi construindo aos poucos e quando percebi já tava com o coração acelerado. Muito bem escrito!

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