A troca que meu marido planejou na praia
Quando Lucía tirou o biquíni na minha frente no quarto dela, entendi que aquele fim de semana na praia não ia ser só para tomar sol.
Quando Lucía tirou o biquíni na minha frente no quarto dela, entendi que aquele fim de semana na praia não ia ser só para tomar sol.
Depois de vinte e quatro anos de casados, Marina sussurrou que só queria olhar. Três horas depois, eu via outro homem fazê-la perder a cabeça.
Comprei lingerie para uma noite a sós com minha esposa. Jamais imaginei que acabaria vendo-a nos braços de outro homem enquanto a mulher dele se acomodava no meu colo.
“Vai ser umas compras com final feliz”, ela me disse com aquele sorriso que não era inocente. Não imaginei que aquela noite acabaríamos em um labirinto de sebes com outro casal.
Atravessei a cortina convencida de que buscava um homem. A mão que me pegou na penumbra era suave, perfumada e não me soltou até mudar tudo.
Subimos com duas garrafas de champanhe e a ideia de passar um bom momento. Ninguém nos avisou que a família da frente entendia jantares de outro jeito.
Quando Lucía e eu chegamos àquela casa, o que vimos na sala nos deixou sem ar. Eu soube que a noite estava só começando e que ninguém queria ir embora.
Passei um ano ouvindo Elena contar quem a tocava enquanto eu só olhava. Nessa virada de ano, com a taça na mão, ela sussurrou que desta vez eu não ia ficar de fora.
Marina me vendou os olhos e sussurrou que naquela noite eu escolheria. Três mulheres me observavam da penumbra da varanda, e meu coração batia como um tambor.
Nunca tinha visto outro casal transar a um metro de mim. Com minha amiga gemendo na cama ao lado, descobri que olhar e me deixar ver me acendia como nada.
O plano era perfeito: com a fantasia do meu amigo, minha esposa jamais saberia que o desconhecido que a tirava para dançar entre as máscaras era eu.
Sofia dormia de costas para mim quando os primeiros gemidos atravessaram a parede. A acordei com a mão entre as pernas: — Cala a boca e escuta, eu disse.
Se aguentássemos cinco minutos, depois elas competiriam. O que começou como uma brincadeira entre amigos acabou deixando os quatro nus na mesma cama.
Descemos para a sauna sem roupa de banho e entendi que minha mulher e a prima dela já tinham conversado sobre tudo: aquele fim de semana na montanha não seria o que nos contaram.
Nunca imaginei que aquela garota tímida de óculos, que corava ao falar de sexo, acabaria nua e entregue numa tenda perdida no deserto.
Tínhamos marcado cinco para aquela tarde de verão. Às sete o telefone tocou, um de nós não vinha, e ainda assim abrimos a porta para dois desconhecidos.
Ela só me impôs uma condição: se não gostasse dele, não teria nada. O que eu não esperava era que, no fim da noite, fosse ela quem decidisse me deixar a sós com a outra.
O plano era apenas tomar café e nos conhecermos. Mas, quando levaram Lucía para dar uma volta de carro, soube que aquela tarde não terminaria em nada inocente.
A porta estava entreaberta e, enquanto espionava minha amiga com dois desconhecidos, uma mão me virou pela cintura. Era ele. E sorriu como se os dois já soubéssemos.
A regra era simples: só olhar, ficar de roupa íntima e nada mais. Durou exatamente até ela pôr minha mão no peito e me pedir para apertar.