Convenci meu marido para o nosso primeiro trio
Eu sabia que queria dar pra ele desde a primeira mensagem. O que eu não sabia era até onde meu marido iria quando os três cruzássemos a porta do reservado.
Eu sabia que queria dar pra ele desde a primeira mensagem. O que eu não sabia era até onde meu marido iria quando os três cruzássemos a porta do reservado.
Carla contornou a mesa devagar, parou atrás de Marina e pousou as mãos sobre seus ombros. Ninguém naquele jantar imaginava terminar a noite como começou.
Pensei que era só uma brincadeira debaixo dos lençóis, até que ela pronunciou o nome do nosso amigo mais jovem e me confessou que o desejava de verdade.
Subimos ao barco para pescar e tomar sol. Descemos dele sendo outra coisa. O que vi na proa ainda tira meu sono todas as noites.
Lucía sempre se perguntou o que sentiria com um homem como o marido da irmã. Nessa noite, ela descobriu, enquanto Tomás esperava de joelhos com uma jaula entre as pernas.
Eu fantasiava com dogging havia anos, mas nunca imaginei que seria ela quem me arrastaria até o fim daquele distrito, com uma surpresa me esperando entre os arbustos.
Subi na moto sem saber pilotar e desci dela transformado em outro. Mas o que realmente me mudou aconteceu depois, na areia, longe dos olhares... ou pelo menos foi o que pensei.
Idênticas até o último gesto, naquela noite cada uma seduziu o namorado da irmã. Eles jamais perceberam, e a farsa mudou as duas para sempre.
Escolhi o vestido dela: branco, colado e sem nada por baixo. Queria que fosse a mais desejada do jantar, e ainda não imaginava até onde aquela noite nos levaria.
Aceitei por ele, sem saber que cruzar essa porta mudaria a ideia que eu tinha sobre o prazer. Nessa noite, deixei de ser só dele.
Guardei essa fantasia por anos sem contar nem ao meu marido. Numa madrugada, numa casa que não era a minha, parei de imaginá-la e comecei a vivê-la.
«Venha às onze à zona norte do estacionamento. Nada de palavras.» Uma nota anônima, uma máscara de freira e uma mulher que talvez não fosse a dele esperando junto ao carro.
Quando Marina os levou para o sofá e pediu que começassem sem pressa, eu soube que aquele jantar com o casal da academia não terminaria como qualquer outra noite.
Ela estava nua sobre o colo do namorado, ainda ofegante, quando disse com um meio sorriso: «Já que a gente começou… podíamos continuar». Ninguém esperava isso dela.
Marcos e Nadia só tinham feito isso com a gente. Nessa noite, vendados e com os vizinhos a caminho, descobririam até onde estavam dispostos a ir.
Levantei depois de fazer amor e, quase sem pensar, provei nos meus dedos o que ele tinha deixado dentro de mim. Naquela noite entendi até onde queria ir.
Hugo nos mostrou um vídeo em que ninguém sabia quem tocava quem. Disse que era para vencer o ciúme. Não sabia que o sorteio me faria ver o que mais temia.
Chegamos nervosos, sob o pretexto de tomar alguns drinques. Meia hora depois, nós quatro estávamos nus na piscina, e ninguém mais falava em ir embora cedo.
Foram atrás de ação e o clube estava morto. Até que um casal tímido entrou sem saber onde tinha se metido.
Cada manhã, eles iam juntos para a aula de surfe e voltavam unidos demais. Eu só observava, até que uma noite no alpendre parei de querer olhar.