O que aconteceu naquela noite na casa da minha amiga chinesa
Fui passar dois dias de trabalho no litoral e levei minha amiga. Não imaginei que um jantar com vestidos vermelhos acabaria marcando meu corpo daquela maneira.
Fui passar dois dias de trabalho no litoral e levei minha amiga. Não imaginei que um jantar com vestidos vermelhos acabaria marcando meu corpo daquela maneira.
Aceitei com três condições claras e a mão do meu marido tremendo na minha. O que aconteceu naquela tarde na sala ainda me faz duvidar de quanto o conheço.
O marido nos abriu a porta de casa com uma única intenção: ver dois desconhecidos darem prazer à sua mulher. Ela fingia hesitar, mas seu olhar já havia decidido.
Entre o vapor da sauna, ela baixou os olhos para minha toalha e sorriu, como se soubesse exatamente o que estava prestes a acontecer entre nós.
Passei meses me transformando diante do espelho. Nessa noite, na cama de um desconhecido, descobri até onde minha nova pele podia me levar.
Começamos o dia com uma aposta boba e o terminamos no quarto de desconhecidos, com um telefone gravando tudo.
Fiquei furiosa com a ideia do meu marido, mas quando tirei a última peça e flutuei nua diante dos dois, entendi que gostava mais disso do que devia.
Naquela tarde, eu não queria só um encontro: queria que alguém me levasse além do que eu mesma acreditava suportar, enquanto meu marido observava sem mover um dedo.
Disse a ela que o limite era ela quem mandava. O que eu não esperava era o quanto eu ia gostar de ficar de lado, olhando, enquanto outros a descobriam.
Aquela viagem noturna começou como uma conversa entre amigas e terminou numa confissão: na minha cama sempre houve lugar para meu marido, meu amante e, naquela noite, para ela.
Sentei na penumbra, decidida a não tocar em ninguém e apenas observar. Mas meus dedos tinham outros planos enquanto eu a via se entregar a dois homens a um metro de mim.
Toda noite um carro diferente chegava à casa em frente, e as luzes se apagavam, menos uma. Naquela madrugada, aproximei-me da janela e não consegui mais parar de olhar.
Eu baixava o olhar toda vez que ela entrava no local, fingindo contar parafusos. O que eu nunca soube é que ela também me observava.
Marcos achava que comandava o jogo. A esposa dele me olhou por cima do ombro, deixou a toalha cair e eu entendi que a única regra era a dela.
Confessei a Bianca por que o namorado dela nunca a satisfaria por completo, e ela me revelou um segredo idêntico ao meu. Na mesma semana, chamamos os dois para nossa casa.
Duas cadeiras com um buraco no meio, uma corda com um nó e dois homens presos sem saber se a próxima rodada cairia sobre eles. O jogo começava.
Todo Natal escondíamos nosso segredo sob roupas recatadas. Este ano, abri a porta com minha mulher ajoelhada e amarrada na sala, esperando os convidados.
Quando Noa se ofereceu para passar creme no capitão, ninguém imaginou que aquele gesto iria acender tudo o que veio depois na enseada escondida.
A garçonete tinha me observado durante todo o jantar. O que eu não imaginava era que ela e os colegas nos esperavam no escuro entre as árvores da praia.
Pedimos a massagem juntos para não nos separar. O que não sabíamos era que aquelas quatro mãos extras vinham dispostas a ficar até o amanhecer.