Minha colega de apartamento tinha um vício que eu não esperava
Achei que seria apenas mais uma noite de estudos, até ela virar a cabeça, me encarar e dizer a frase que mudou tudo entre nós.
Achei que seria apenas mais uma noite de estudos, até ela virar a cabeça, me encarar e dizer a frase que mudou tudo entre nós.
No dia em que perdi o último ônibus sob a chuva, entendi que a liberdade tinha um preço —e que aquele homem de mãos pacientes sabia exatamente quanto eu estava disposta a pagar.
Passei junto à carteira dele, deixei um bilhete sem que ninguém visse e saí ao pátio para fumar. Quando ele bateu à porta, eu já tinha esquecido o que era certo.
Levantei os olhos para a professora que todos temiam e senti o sangue gelar: era ela, a mulher com quem eu me masturbara pela câmera durante dois anos.
Conheci Carolina num curso de inglês e achei que fosse tímida. Naquela noite, no banco do fundo, descobri que ela era muito mais atrevida do que parecia.
Achei que fosse apenas apagar aquelas fotos e voltar à minha vida. Assim que don Marcial abriu a porta, soube que tinha ido por algo bem diferente — e que ele sabia disso melhor do que eu.
Cheguei à casa dele com uma saia curta demais e a desculpa de passar na matéria. Ele não parou de me olhar, e eu não estava exatamente ali para estudar.
Passei anos fingindo com meu namorado. Naquela noite, do outro lado do bar, estava o único homem que realmente sabia o que meu corpo vinha pedindo.
Da minha varanda dava para ver a cama dela. Naquela noite, saí para tomar ar como sempre, sem imaginar que ela acenderia a luz e se despiria diante de mim.
Eu o vi inquieto num banco do campus, esperando alguém, e meu radar disparou. Não imaginei que aquele rapaz tímido me faria perder a conta das horas.
Nós dois tínhamos parceiros e nós dois sabíamos disso. Mesmo assim, tirei o suéter no banco do passageiro e deixei que ele me olhasse como vinha querendo havia semanas.
Eu tinha duas opções: acabar com tudo e afastá-la dele, ou dar caminho livre para que ele ficasse com o que eu mais queria. Escolhi a pior das duas.
Tinha vinte e dois anos e um trabalho final que valia a disciplina inteira. O que não estava em plano nenhum era a oferta que aquele senhor me faria no caminho para casa.
Eu tinha idade para ser a mãe dele, mas ele me olhou como se olha para uma mulher que se quer despir devagar. E eu não corrigi o mal-entendido.
Toda vez que saía daquele apartamento jurava que era a última. E no dia seguinte voltava com a saia mais curta, pronta para agradá-lo de novo.
O banco do carona era desconfortável para ele, então eu lhe ofereci dividir a cama. Não imaginei o que aconteceria quando ele achou que eu já tinha dormido.
Só queria enganá-lo para que ele me subisse a nota, brincar de carteirista que distrai para roubar. Nunca imaginei até onde meu próprio blefe iria me levar.
Escolhi o cara mais cobiçado da cidade não porque o amava, mas porque precisava de alguém para moldar enquanto minha cabeça estava em outra parte.
Ela subiu com duas marmitas e um sorriso amável demais. Ele tinha vinte e dois anos, o fim de semana inteiro livre e uma ideia que sabia que não devia ter.
Eu sabia que o professor Aníbal me olhava o corpo toda vez que eu me despedia. Naquela tarde, entrei na sala dele disposta a usar aquele olhar a meu favor, custasse o que custasse.