Meu filho me confessou que me espionou a noite toda
Ele veio ao meu quarto para me cobrar pelo sábado, mas o que confessou depois me tirou o ar: ele tinha visto tudo, e tinha gostado.
Ele veio ao meu quarto para me cobrar pelo sábado, mas o que confessou depois me tirou o ar: ele tinha visto tudo, e tinha gostado.
Passei metade da vida subindo a serra sozinho, mas naquela manhã de outubro desci com mais coisa do que a cesta cheia. Isso aconteceu de verdade e ainda me custa acreditar.
Eu levava quarenta anos sonhando com uma manhã livre e vazia. O que não estava nos meus planos era começar aquela segunda vendo o vizinho pelado e sentir a respiração falhar.
Minha mulher já tinha escolhido sua próxima conquista. O que nenhum dos dois imaginava era que o desfecho começaria comigo, a sós com ele, sob a água quente do vestiário.
Marisa me pediu um tempo na nossa relação, mas naquela noite me chamou para acompanhá-la ao jogo favorito dela: trocar de parceira diante do outro.
Era julho e nós dois suávamos. Eu estava nessa havia pouco tempo e ainda tinha muito a aprender, mas naquela noite a mulher me observava da cadeira como se eu fosse o prato principal.
Foi ela quem propôs, entre sussurros, numa madrugada qualquer: queria que eu segurasse a câmera enquanto outro a possuía. Eu disse sim sem saber no que me tornava.
Eu dividia o apartamento com duas universitárias que andavam quase nuas pela casa sem nenhum pudor na minha frente. Demorei semanas para entender o motivo.
Aceitei a fantasia dele achando que era um presente para ele. O que ninguém imaginou foi que, naquela noite, eu descobriria exatamente o que queria… e deixaria de me contentar.
As malas ainda por desfazer e, sob uma das camas, um monte de revistas velhas que nenhum dos três irmãos conseguiu parar de olhar naquela tarde de calor.
Mandei uma foto da minha boceta aberta do banheiro da cafeteria. O que aconteceu depois, diante daquela janela, ainda me faz tremer as pernas.
Da sala de monitores, vi quando ela abriu o blazer achando que ninguém a observava. Eu não fazia ideia de que seu novo vigilante já a estava encarando a manhã inteira.
Achávamos que estávamos sozinhos na enseada escondida, até eu notar que aqueles três não tiravam os olhos de nós. E isso nem incomodava a gente.
Meu dono plantou a ideia como uma semente: dinheiro pelo meu corpo e um desconhecido observando cada detalhe. Numa terça-feira, saí para cumprir isso sem saber como terminaria.
Eu tinha entrado na torre para cobrar uma velha dívida. O que eu não esperava era ficar imóvel atrás da cortina, prendendo a respiração, incapaz de desviar o olhar.
Viemos a Formentera para exibi-la. Não imaginei até onde ela estava disposta a ir quando aquele estrangeiro estendeu a toalha a poucos metros de nós.
Eu disse que buscava algo muito mais forte do que ela. Ela não se escandalizou. Sorriu e me disse que conhecia um lugar onde isso era possível.
Ele subiu na minha lancha achando que era dono do rio. Quando tocamos terra, já era nosso: ela ria ao meu lado e ele nem imaginava o que o esperava.
Subi no catamarã para me perder do mundo por um instante. Nunca imaginei que terminaria nua, cercada, e que seria eu a não querer que parasse.
Há meses falávamos nisso e nunca criávamos coragem. Até que um casal nos chamou para o spa liberal numa tarde de maio, e Sofía atravessou aquela porta antes de mim.