A mãe do meu namorado nos observava da porta
Abri os olhos no meio do prazer e a vi apoiada no batente da porta, nos olhando. Ela não disse nada. Só deslizou uma mão dentro do short.
Abri os olhos no meio do prazer e a vi apoiada no batente da porta, nos olhando. Ela não disse nada. Só deslizou uma mão dentro do short.
Eles achavam que a enseada estava vazia. Eu seguia atrás da pedra, sem respirar, vendo ela se mover sobre ele enquanto o céu ficava laranja.
“É só uma punheta”, ele prometeu. Mas o pai voltava naquela mesma noite e eles continuavam enroscados entre os lençóis, sem conseguir nem querer parar.
Guardei a prova onde a encontrei, lavei as mãos e desci para a cozinha como se não soubesse de nada. Naquela noite começou o jogo mais sujo do nosso casamento.
Nunca tinha transado com ninguém. E a primeira pessoa que entrou em mim não foi meu namorado, mas o pai dele, numa tarde em que a casa ficou vazia e eu não soube dizer não.