Renata me ensinou o que nenhum homem soube me dar
Eu achava que era só uma brincadeira, até que ela me levou ao apartamento dela sem pedir licença e eu entendi que a noite não terminaria com uma taça.
Eu achava que era só uma brincadeira, até que ela me levou ao apartamento dela sem pedir licença e eu entendi que a noite não terminaria com uma taça.
Rasguei o vestido, joguei um sapato fora e esfreguei as coxas até ficarem vermelhas. Quando liguei chorando da cabine, soube que ele viria sem pensar.
Três amigas, uma pista de dança e uma decisão que mudou a madrugada. Foi isso que aconteceu quando parei de procurar Renata e a encontrei exatamente onde não devia olhar.
Valeria me ligou para contar que o marido queria um ménage. Desliguei pensando que era problema dela. Naquela noite, eu estava na sala dela.
Uma noite de chuva, o apagão e o abraço que começou por medo. Com minha colega de quarto descobri algo que eu não esperava sentir.
Quatro amigas, uma casa perto da praia e uma garrafa de vodca. O que começou como um jogo virou a noite mais intensa da minha vida.
Eu a desejei desde os vinte anos. Cinco anos, um casamento e um filho depois, Elena apareceu na minha porta.
Claudia a olhava daquele jeito que Sofía já não conseguia continuar fingindo não entender. Naquela tarde, nenhuma das duas desviaria o olhar.
Estudávamos havia horas quando o frio ficou insuportável. Sofía me convidou para a cama dela para nos aquecermos. Nenhuma de nós esperava o que veio depois.
Éramos duas mulheres na mesma cama, meu marido dormia no chão, e eu passava anos me perguntando como seria roçar a pele de outra mulher.
Na primeira noite em que saí sem ela, reencontrei Lucía, minha ex de sempre. E ela conhecia todas as amigas certas.
Quando Sofía nos chamou para ver o quarto do bebê, ninguém imaginava que acabaríamos ouvindo suas confissões mais íntimas e sem filtro.
Naquela noite, no restaurante de Pinamar, Valeria entendeu que uma cidade grande pode ser, na verdade, uma cidade muito pequena.
Cheguei antes de Daniela e uma garota me ofereceu uma bebida no balcão. Não sabia que naquela noite acabaríamos as três numa cama, fazendo coisas que nenhuma de nós tinha em mente.
Lorena tinha fama de gostar de mulheres. Eu nunca tinha dado importância, até aquela manhã de primavera em que nós duas ficamos presas.
Vinte anos, zero experiência e uma prima que o olhava como se soubesse exatamente o que ele tinha na cabeça. O verão prometia ser longo.
Passamos a manhã brincando entre os cinco, com aquela tensão que ninguém nomeia. Quando começaram a se tocar, ficou claro que a tarde ia durar muito.
Quando ela me confessou, já estávamos sozinhos no quarto. A irmã dela tinha me encarregado de cuidar dela por um dia. Ninguém imaginava o que ia acontecer entre nós.
Daniela enfiou um preservativo no meu bolso antes de ir embora. Eu sabia que era virgem e que Marco também era. Aquela tarde ia mudar tudo isso.
Só fui pegar o sutiã que tinha esquecido na noite anterior. Sofía abriu a porta com aquele sorriso, e eu soube que não sairia dali tão cedo.