Um jogo entre amigos terminou em sexo em grupo
Saíamos há seis meses como amigos, sem coragem de fazer nada. Naquela noite, enquanto girávamos a garrafa, entendi que elas queriam muito mais do que nossa companhia.
Saíamos há seis meses como amigos, sem coragem de fazer nada. Naquela noite, enquanto girávamos a garrafa, entendi que elas queriam muito mais do que nossa companhia.
Era nossa última noite e já não havia turnos nem jogos: só oito amigos, muita pele e a promessa silenciosa de que ninguém ficaria na vontade.
Saí do banheiro envolta só numa toalha e atravessei a sala devagar, sabendo que os olhares dos dois homens me seguiriam até o quarto.
Voltamos a nos encontrar um ano depois daquela viagem, e desta vez Marina trouxe um convidado que não sabia nada do que íamos fazer naquela casa à beira do lago.
Juramos cem vezes que nada aconteceria com eles. Juramos até nos convencer. E então nos chamaram ao quarto deles e ela estava nos esperando nua.
Lucía colocou a tequila no centro do tapete e sorriu: quem não cumprisse o desafio, bebia. Ninguém imaginava até onde iríamos naquela noite.
Eu a conhecia desde criança: doce, calada, a esposa perfeita. Até entrar naquele local da cidade e vê-la deitada sobre a maca, cercada de homens.
Diego e eu passávamos anos brincando com a ideia de trocar de casal por uma noite. Quando Sofia me levou pela mão até o quarto, a brincadeira virou realidade.
«Eu sabia que me excitava imaginá-la com outro homem. O que eu não sabia era até onde estávamos dispostos a ir quando parei de impor as regras.»
Quando Diego me pediu que eu sentasse entre os dois bancos, soube que aquela viagem ainda não tinha acabado e que, naquela noite, nenhum dos dois iria embora cedo.
Se aguentássemos cinco minutos, depois elas competiriam. O que começou como uma brincadeira entre amigos acabou deixando os quatro nus na mesma cama.
Subimos ao barco para pescar e tomar sol. Descemos dele sendo outra coisa. O que vi na proa ainda tira meu sono todas as noites.
Hugo nos mostrou um vídeo em que ninguém sabia quem tocava quem. Disse que era para vencer o ciúme. Não sabia que o sorteio me faria ver o que mais temia.
Éramos quatro em uma barraca, dois casais que mal se conheciam, e bastou um toque na escuridão para ninguém querer mais fingir que dormia.
Encontrei-a me esperando na cama, mas naquela noite eu não a queria só para mim. Levei-a para o corredor, nua, bem na frente da porta onde meu amigo dormia.
Três cadeiras no centro da sala, quatro mulheres dando voltas e a música prestes a parar: quem ficasse de pé naquela rodada, ficava sem nada.
Abri a porta do quarto e a primeira coisa que ouvi foi um gemido longo e o golpe de uma cama contra a parede. Não estávamos sozinhos, e nenhum de nós quis parar.
Quando Marina tirou a última peça dentro da água morna, os quatro soubemos que naquela noite ninguém ia dormir do seu próprio lado da cama.
O banheiro de visitas estava ocupado, então entrei no quarto sem pensar. Damián estava lá, sozinho, me olhando como quem esperava por esse momento havia semanas.
Depois do quarto gin-tônica, minha mulher se levantou do sofá, cruzou a sala e começou a se despir diante do nosso amigo. Eu só pude olhar e desejar.