Confissão: a tempestade que trancou seis amigos
Ninguém imaginou que uma garrafa de vodca vazia, girando sobre o tapete de uma sala, bastaria para apagar todas as linhas que separavam três casais.
Ninguém imaginou que uma garrafa de vodca vazia, girando sobre o tapete de uma sala, bastaria para apagar todas as linhas que separavam três casais.
Voltei a vê-lo no corredor dos vinhos e meu estômago deu um nó. Trinta anos sem notícias e, de repente, um convite ao bar mudou tudo.
Não havia ondas, nem brisa, nem um único motivo para sair da toalha. Até que ela se ergueu, olhou para os dois e disse o que nenhum ousava pensar em voz alta.
Saí do banheiro enrolado numa toalha e travei na porta: eles já tinham começado sem mim, e naquela noite não sobrou uma única linha para cruzar.
Marina achava que seria um ménage clássico, ela no centro. Até ver seus dois amigos héteros se olhando de um jeito que mudou tudo.
Tinham se passado duas semanas desde o terraço. Nesta noite ninguém pensava em frear, e o primeiro «verdade ou desafio» mudou tudo.
Ela chegou de lingerie preta, abriu a mangueira e deixou a água correr pela pele. Na hora eu soube que aquela noite de agosto não ia terminar como amizade.
Entrei no carro esperando uma tarde com ele, mas no banco de trás havia mais alguém, e entendi na hora para onde aquilo estava indo.