Mães de dia, predadoras à noite
Duas amigas saem do trabalho, trocam de roupa e se perdem na noite. Desta vez a presa é um rapaz bêbado na saída da boate, e a enseada deserta verá tudo.
Duas amigas saem do trabalho, trocam de roupa e se perdem na noite. Desta vez a presa é um rapaz bêbado na saída da boate, e a enseada deserta verá tudo.
A vareta de bambu assobiou no ar e Clara não piscou. Éramos amigas. Agora ela segurava o cronômetro e eu estava de joelhos sobre a grade gelada.
Não lhe davam água num copo. Derramavam sobre o pé dele, e ele tinha que lambê-la das tiras de couro se quisesse sobreviver.
Coloquei os tênis já usados e as meias grossas, pronta para um dia inteiro de turismo. Ele não sabia que cada passo era um presente preparado para ele.
Treze quilômetros a pé, meias grossas e tênis fechados. Nessa noite eu ia dar a ele o presente que preparei desde que entrei no avião.