Quatro casais, uma piscina e nenhuma regra naquela tarde
Quando as quatro entraram na água sem a parte de cima do biquíni, eu soube que aquela tarde ninguém voltaria pra casa sendo o mesmo de antes.
Quando as quatro entraram na água sem a parte de cima do biquíni, eu soube que aquela tarde ninguém voltaria pra casa sendo o mesmo de antes.
Damián se afastou da porta com o pulso acelerado: o que acabara de ver entre seus amigos nunca sairia de sua memória.
Acordo ao lado de Lorena pensando em tudo o que aconteceu nesta semana, sem imaginar que o último dia guardava a surpresa mais intensa de todas.
Quando abriu os olhos e a cama de Damián estava vazia, soube que a noite ainda não tinha terminado para ninguém naquela casa.
Quando aquela garota de olhos verdes entrou no bar, fui a única a notar o detalhe que as outras deixaram passar. E naquela mesma noite ela acabou na nossa cama.
Deixei o celular na entrada, montei meus equipamentos e, quando escureceu, entendi por quê: metade do jardim transava sem pudor e a anfitriã vinha direto na minha direção.
Minha mulher desceu ao banheiro do avião atrás da aeromoça e voltou despenteada, com uma confissão que me deixou duro e com vontade de muito mais.
Iván e Lucía eram os novos do prédio, os mais jovens, os que ainda estavam aprendendo. Naquela noite, mostramos que no nosso grupo ninguém ficava na vontade.
O táxi me deixou diante de um portão enorme e um segurança me esperava. Eu ainda não sabia que naquela noite deixaria de ser uma convidada para virar o jogo.
Juramos cem vezes que nada aconteceria com eles. Juramos até nos convencermos. E então nos chamaram para o quarto e ela estava nos esperando nua.
Lucía colocou a tequila no centro do tapete e sorriu: quem não cumprisse o desafio, bebia. Ninguém imaginava até onde iríamos naquela noite.
Nunca me deram uma massagem só nos seios, muito menos com minhas quatro amigas olhando da beira da piscina, esperando a vez delas.
No carro, só chegava a luz de um poste distante e uma desconhecida que agarrou minha bunda assim que fechei a porta. A noite ainda nem tinha começado de verdade.
Éramos cinco e ele era só um, mas nenhuma saiu daquela casa sem gritar o nome dele ao menos duas vezes naquele fim de semana de calor.
Eu só ia de acompanhante, juro. Mas quando os dois entraram na terraço, idênticos e sorrindo igual, eu soube que aquela noite eu não ia me comportar.
Ela confiava cegamente nela, por isso não perguntou para onde iam quando o carro saiu da autoestrada e seguiu rumo à costa com a professora no banco de trás.
Ela veio comprar meu livro e sentou no meu colo de costas para mim. “Lê devagar, em voz alta”, pedi, enquanto meus dedos começavam a descer por seu ventre.
Uma só olhada no supermercado bastou para que eu largasse as sacolas e a seguisse escada acima. Eu não sabia o nome dela, mas já a desejava.
Toda vez que Noa desviava o olhar, Marina a observava em silêncio, convencendo-se de que olhar para as pernas da melhor amiga não significava nada.
Ela aceitou segui-la de carro sem saber muito bem por quê. Só sabia que, enquanto vinha atrás dela, algo se acendia dentro do seu corpo.