O fim de semana que transformou nosso submisso em donzela
Toda sexta-feira, Marcos cruzava nossa porta sabendo que não voltaria a ser ele mesmo até o domingo. A coleira, a jaula e o vestido o esperavam.
Toda sexta-feira, Marcos cruzava nossa porta sabendo que não voltaria a ser ele mesmo até o domingo. A coleira, a jaula e o vestido o esperavam.
Queriam humilhá-las na frente dos filhos. Não contavam com Beatriz e seu cinturão preto, nem com a corda que Silvia sempre levava na bolsa.
Me prometeram uma transformação. O que encontrei foi um inferno de submissão, castigo e humilhação onde meu corpo deixou de ser meu.
Quando desliguei o telefone, minhas mãos tremiam. Uma clínica de disciplina extrema. Um ano presa, sem saída. E eu tinha dito sim.
Quando Saya abriu os olhos na escuridão, a primeira coisa que sentiu foi o frio do aço nos pulsos e o hálito de Nadia a poucos centímetros do rosto.
Quando abriu os olhos, estava imobilizado sobre uma mesa fria. Cinco figuras de avental branco o cercavam e a líder segurava algo que brilhava.