Pular para o conteúdo
Relatos Ardientes

Meu amante me apresentou ao homem que seria meu marido

5(1)

Vou contar para vocês algo em que ainda me custa acreditar, embora eu mesma tenha vivido. É daquelas coisas que a gente não planeja, que simplesmente acontecem e que, depois de alguns anos, entende que foram o começo de tudo. Se vocês estão lendo isto em busca de uma história real, eu conto exatamente como me lembro.

Depois daquele trio com Renata, Mateo mudou. Já não se escondia para me beijar quando eu estava na casa dele; bom, só se cuidava das crianças. Eles preparavam o quarto de hóspedes para mim e, quando os meninos dormiam, eu ia para o quarto deles. Fodíamos sem parar os três até ficar exaustos: Mateo enfiando a rola até o fundo enquanto Renata me chupava as tetas ou sentava a boceta molhada na minha cara, e depois gozávamos entre gemidos abafados no travesseiro. Terminávamos dormindo abraçados, pegajosos de porra e saliva, como se aquilo fosse a coisa mais normal do mundo.

Uma manhã, enquanto tomávamos café da manhã, Renata me olhou com um sorriso estranho e me disse que Mateo queria falar comigo sobre alguma coisa. Que ela já estava por dentro, que eu não devia dizer não. Fiquei curiosa, mas também um pouco com medo. Naquela altura, eu já não sabia do que aqueles dois eram capazes, e isso, confesso, me excitava mais do que eu queria admitir. Minhas calcinhas umedeceram só de imaginar.

Mateo me alcançou na cozinha e falou no meu ouvido.

— Ei, minha gostosa, hoje é a nossa vez de ir juntos para o apê de solteiro, tá? Passo aí às quatro, quando você voltar da escola com as crianças.

— Tá bom, meu amor — respondi —. Tem alguma coisa que eu tenha que preparar?

— Essa é a minha garota inteligente. Sim: põe o vestido e os saltos que a Renata vai te dar. Se arruma bonitinha, mas não passa maquiagem demais. Quero você com cara de natural, tá? E depila essa boceta gostosa, que eu quero te comer.

— Beleza, te espero às quatro.

Nos beijamos e senti aquele beijo com uma urgência nova, como se ele também não aguentasse mais. Ele enfiou a língua até minha garganta e apertou uma teta por cima da roupa antes de me soltar. Não me disse do que se tratava e eu, boba, não perguntei. Eu gostava daquela sensação de não saber, de me entregar ao que viesse.

***

Deu quatro horas e saí de casa com o vestido posto, aqueles saltos que me deixavam com as pernas intermináveis e o coração batendo na garganta. Mateo parou em frente ao prédio e, quando eu ia subir na frente, vi que já tinha alguém no banco do passageiro. Um homem que eu não conhecia. Entrei atrás, confusa.

— Ei... oi? — falei.

— Oi, gostosinha — respondeu Mateo pelo retrovisor —. Este aqui é o Bruno, um sócio do trabalho e meu grande amigo. Ele está procurando alguém para não ficar tão sozinho, e eu disse que tinha uma amiga linda que valia a pena apresentar a ele.

O homem se virou para mim e estendeu a mão.

— Oi, Camila. Você é muito linda. Prazer.

Quando o vi de frente, fiquei fascinada. Ele era bonito de verdade: cabelo curto, olhos cor de mel, mãos firmes mas suaves ao toque, e cheirava delicioso, uma mistura de madeira com algo cítrico. Só dava para notar que era mais velho do que eu. Eu tinha vinte e dois, estava para fazer vinte e três. Tomei coragem e perguntei.

— Prazer, Bruno. E por que um homem tão bonito quanto você está solteiro? Ou é divorciado? Posso saber sua idade?

— Ha, não, não sou divorciado — riu —. Nunca me casei porque queria juntar dinheiro primeiro, ter estabilidade antes de construir algo sério. Tenho trinta e um; em março faço trinta e dois.

— Ai, não é tanta diferença assim — falei, aliviada —. E que coincidência: eu também faço em março.

— Eu sabia que vocês iam se dar bem — entrou Mateo, satisfeito —. Eu te disse, Bruno. A Camila é uma joia: doce, trabalhadora, prestativa e linda. E chupa uma rola como os anjos, eu te garanto.

— Já notei — respondeu ele, me olhando sem cerimônia —. E isso de prestativa eu gostei. Soa... gostoso. Já estou ficando duro só de imaginá-la de joelhos.

Eu ainda não estava entendendo direito. Não sabia se Mateo pretendia que eu fosse para a cama com Bruno na frente dele, nem se Bruno aceitaria que a possível namorada dele se metesse com outro na cara dele. Então decidi perguntar na lata.

— E então, qual é o motivo desse encontro? O que a gente vai fazer?

— O Bruno já sabe de tudo, princesa — disse Mateo sem hesitar —. Viu suas fotos, contei como a gente é, como você gosta que te comam dos dois lados. E acontece que ele tem os mesmos gostos que eu: gosta de mulher e não se importa em dividir, desde que recebam o que ele procura.

— É isso mesmo, princesa — acrescentou Bruno, se virando de novo —. Eu não sou ciumento. Quero alguém do meu lado que não tenha medo de experimentar coisas novas, de se deixar dividir e de me dividir também. Mas algo sério. Quero me casar, talvez ter filhos, e aproveitar o sexo do jeito que eu gosto: sem limites, sem culpa, com uma mulher que saiba gozar de uma boa rola.

Tudo aquilo me encheu de uma mistura de luxúria e ternura difícil de explicar. Ele era bonito, sim, mas além disso me aceitava como eu era, sem me pedir para fingir ser outra pessoa. Senti os mamilos endurecerem sob a renda e a boceta começar a pulsar.

— Então acho que vamos nos dar muito bem, lindo — eu disse —. E hoje é nosso primeiro encontro?

— Por que você acha que estamos indo para o apê, minha gostosa? — respondeu Mateo —. Os dois têm que saber se realmente se gostam, dar o aval um ao outro. E eu não posso deixar minha menina ir com qualquer babaca. Então vamos conferir. Quero ver você abrir as pernas para ele, ver se ele te faz gemer como você me faz gemer.

***

Chegamos ao prédio e Bruno desceu primeiro para abrir a porta e me ajudar a sair do carro. De pé eu gostei ainda mais dele: era alto, de pele levemente tostada, com uma camisa social preta, calça combinando e sapatos impecáveis. Ele se inclinou e me deu um beijo suave, terno e sexy ao mesmo tempo. Assim que senti sua língua roçar a minha, fiquei completamente molhada, senti a umidade escorrendo pela minha coxa sob o vestido.

Ele pegou na minha mão e subimos. Lá dentro continuamos nos beijando devagar, sem pressa, nos medindo. Bruno apertava minha bunda por cima do tecido enquanto chupava meu lábio inferior. Ele baixou o zíper do vestido e o tecido caiu no chão. Fiquei só de lingerie, um conjunto preto de renda que Renata tinha escolhido para mim. Ele desabotoou meu sutiã e o deixou cair também. Abaixou-se e prendeu um mamilo entre os lábios, chupando com fome, mordiscando até me fazer gemer, enquanto com a outra mão beliscava o outro mamilo até deixá-lo duro como pedra.

— Que peitos gostosos você tem, princesa — murmurou —. Eu podia chupá-los por horas.

Ele me deitou na cama e continuou beijando meus seios com uma lentidão que me desesperava, me dando pequenas mordidas que arrancavam suspiros de mim. Desceu com a língua pelo esterno, pelo umbigo, desenhando círculos úmidos na pele.

Senti a mão dele subir por dentro das minhas coxas. Ele puxou a última peça e ficou me olhando, abrindo minhas pernas por inteiro com as palmas das mãos.

— Você está deliciosa, princesa — murmurou —. Tem um corpo perfeito. E essa bocetinha rosada está escorrendo, olha só.

Ele abaixou a cabeça e me beijou entre as pernas, devagar, mas com fome, como quem saboreia algo proibido. Começou a me lamber de baixo para cima, comprido e plano, recolhendo toda a minha umidade, e depois chupou meu clitóris entre os lábios, sugando num ritmo que me fez arquear as costas de imediato. Quando enfiou dois dedos e começou a movê-los para cima, procurando meu ponto lá dentro, gemi sem conseguir me conter e apertei os seios com as mãos, beliscando os mamilos para aguentar a onda que vinha. Ele acelerava a língua contra meu clitóris no mesmo compasso dos dedos, sem me dar descanso.

— Ai, Bruno, assim, não para — pedi, agarrando o cabelo dele —. Vou gozar na sua boca, assim, assim...

— Goza, gostosinha, eu quero engolir tudo — disse contra a minha pele, e voltou a enfiar a língua —. Eu te comeria a vida inteira. Você está gostosíssima.

Gozei com um tremor que sacudiu minhas pernas contra as orelhas dele, molhando seu rosto. Ele continuou me lambendo devagar, limpando cada gota, enquanto eu me desfazia na cama.

Ele se ergueu com a boca brilhando e desabotoou a calça. Tirou-a e vi o volume marcado sob a cueca boxer. Não digo isso porque hoje ele é meu marido, mas o que aquele homem escondia ali era espetacular: grande, grosso, com veias salientes e a glande inchada e arroxeada de tão dura. Ele baixou a cueca e aquela rola saltou na minha frente, dura como ferro. Inclinei-me, segurei-a com as duas mãos e passei a língua dos testículos até a ponta, saboreando o pré-gozo que já brotava. Comecei a chupá-la enquanto acariciava os testículos com a outra mão. Mal cabia na minha boca; meus olhos se encheram de lágrimas e a saliva escorria pelo meu queixo até os seios, mas eu não queria parar. Tirava-a inteira para passar a ponta nos meus lábios, cuspir em cima e voltar a enfiá-la até a garganta, até engasgar.

— Ai, princesa, que gostoso você faz isso — arfou, segurando minha nuca —. Engole tudo, assim, olha para mim enquanto chupa minha rola. Que puta gostosa você é, gostosinha.

Ele movia os quadris fodendo minha boca com estocadas curtas, e eu deixava, com as mãos apoiadas nas coxas dele. Lambi os testículos um por um, coloquei-os na boca enquanto batia punheta na rola toda babada, e ele gemia puxando meu cabelo.

— Chega, chega, eu já quero fazer você minha — arfou, me afastando com um puxão suave —. Vou gozar e quero fazer isso na sua boceta.

Ele me ergueu no ar, segurando minha bunda, e me prensou contra a parede. Senti a ponta da rola procurando minha entrada, esfregando-se contra meus lábios ensopados. Ele me penetrou devagar, me abrindo, e eu gritei contra o pescoço dele de tanto gosto de sentir como me preenchia centímetro por centímetro. Quando chegou ao fundo, ficou parado por um segundo, me deixando senti-lo inteiro, e depois começou a se mexer.

— Que apertadinha você está, princesa — rosnou —. Você está ordenhando minha rola.

Ele começou suave, quase terno, mas, à medida que me ouvia gemer, foi ficando mais firme, mais profundo, até me sustentar contra a parede me dando com tudo. Cada estocada fazia meus seios baterem no rosto dele, e ele aproveitava para prender um mamilo entre os dentes. O primeiro orgasmo com a rola dele dentro veio como uma onda que eu não vi chegar, apertando tudo por dentro.

— Meu Deus, que bem você faz isso, lindo — consegui dizer com a voz trêmula —. Você é demais, não para.

Ele me tirou da parede e me virou de costas, me dobrando sobre a cama. Abriu minhas nádegas com as duas mãos e voltou a me meter por trás de uma estocada. Começou a me comer de quatro, com os dedos afundados no meu quadril, puxando-a quase inteira para voltar a enfiá-la até o fundo. O som dos quadris dele batendo contra minha bunda enchia todo o quarto, e eu me agarrava aos lençóis gritando para ele continuar.

— Assim, assim, me dá tudo, me arrebenta — eu pedia sem vergonha —. Mete mais forte, lindo.

— Olha como eu te como, princesa — rosnava ele, me dando uma palmada que me fez tremer —. Olha como entra bem. Essa boceta já é minha.

Ele me virou, me deitou de barriga para cima na beira da cama e me levantou as pernas sobre os ombros. Afundou em mim de novo, quase me dobrando ao meio, e daquele ângulo chegava ainda mais fundo. Ele beijava meus seios e depois minha boca, mordendo meu lábio, alternando ternura e dureza. Começou devagar e, de repente, mudou para um vai e vem rapidíssimo; eu sentia o impacto do corpo dele contra o meu, o barulho úmido da minha boceta ensopada recebendo-o, e aquilo me deixava louca. Levei uma mão ao clitóris e comecei a me massagear enquanto ele me comia, e gozei pela segunda vez com um grito rouco que ele abafou com um beijo.

— Quero gozar com você, princesa, mas você escolhe onde — ele me disse entre arfadas, olhando nos meus olhos —. Nas tetas, na boca, na cara, na bunda, onde você quiser. É sua, minha gozada.

— Dentro — pedi sem hesitar, apertando as nádegas dele para que não saísse —. Quero sentir você dentro, quero que me encha.

— Tem certeza, gostosinha? Quer meu leite na sua bocetinha?

— Sim, sim, goza dentro — implorei —. Termina comigo, me enche toda.

Ele acelerou ainda mais, me estocando com força, e senti a rola dele inchar dentro de mim um segundo antes de explodir. Ele gozou em jatos dentro de mim enquanto nos beijávamos, e senti o calor do sêmen escorrer entre nós, gota a gota, enquanto ele continuava se movendo devagar para se esvaziar por completo. Ficou dentro de mim mais um pouco, trêmulo, me dando beijos no pescoço, e quando finalmente saiu senti a gozada dele escorrendo entre minhas coxas até os lençóis. Ficamos abraçados, com a respiração cortada e a pele grudenta, e só então me lembrei de que Mateo ainda estava no quarto.

***

— Muito bem, preciosa — disse ele de um canto, com um sorriso de satisfação e um volume evidente na calça —. Acho que vou ter que aprender a dividir você com mais frequência, não é? Querem ver como ficou o vídeo do primeiro encontro?

Virei-me e vi que ele estava com o celular na mão. Ele tinha gravado tudo o tempo todo: os boquetes, cada estocada, a minha cara quando gozei, a gozada escorrendo dentro de mim. Depois eu lhe agradeci; com o passar dos anos, meu marido e eu voltamos a ver esse vídeo de vez em quando e acabamos tão excitados quanto naquela tarde, fodendo como se fosse a primeira vez.

Nos vestimos e nos sentamos os três à mesa da sala de jantar, como se nada tivesse acontecido, como velhos conhecidos, embora eu ainda sentisse o sêmen do Bruno morno entre as pernas.

— Obrigado, irmão — disse Bruno a Mateo —. Você leu minha mente. E que boceta gostosa a dela, caralho, quase me deixou seco.

— Ha, eu sabia que você ia gostar — ele respondeu —. Eu disse que minha menina era fantástica, e agora você comprova. Aperta como se fosse virgem, ou não?

— Como se fosse virgem — confirmou Bruno, rindo.

— E me diz, Camila — Bruno se virou para mim, com um tom diferente, mais suave —, você gostou? Quer que a gente se veja de novo?

— Claro que sim — respondi sem pensar —. Eu adorei, e quero te ver sempre.

Naquela noite, pela primeira vez em muito tempo, eu não fiquei com Mateo e Renata. Eu sabia que eles iam se divertir do mesmo jeito, fodendo um com o outro até o amanhecer, mas eu precisava me despedir como era devido do meu novo pretendente. Bruno me levou até meu apartamento e, já na porta, segurou minha mão.

— Camila, posso ficar com você? Eu realmente me diverti pra caramba, e gostaria de tentar algo sério. O que você acha?

Olhei para ele por um momento antes de responder. Havia algo nele que não era só desejo, embora o desejo também estivesse ali, pulsando outra vez entre as minhas pernas.

— Fica — eu disse —. Mas, se for para ser algo de verdade, eu quero que seja de verdade. Podemos dividir com quem quisermos, mas o amor só entre nós dois. Você me agradou muito, Bruno. Vamos ver o que acontece.

Naquela noite eu fodi com ele mais duas vezes, uma no banho com ele atrás me comendo enquanto eu apoiava as mãos nos azulejos, e outra na minha cama, em cima dele, cavalgando a rola devagar até os dois se desfazerem de novo. Dormi sobre o peito dele, ainda com o sêmen dele dentro de mim.

Quase oito anos depois, ainda estamos juntos. Nos casamos, formamos o que ele sempre quis, e de vez em quando ainda vemos Mateo e Renata para repetir aquelas trocas. Mas o amor, como prometi naquela noite, continua sendo só nosso. Depois eu conto o resto para vocês, lindos.

Ver todos os contos de Confissões

Avalie este conto

5(1)

Comentários

Seja o primeiro a comentar.

Deixe um comentário

Entrar ou criar conta

Escolha como quer continuar.