Minha mulher realizou sua fantasia no Caribe naquela noite
Fazia anos que fantasiávamos com isso em voz baixa. Naquela tarde, na cabana, minha mulher amarrou meus pulsos à cabeceira e disse que tinha uma surpresa.
Fazia anos que fantasiávamos com isso em voz baixa. Naquela tarde, na cabana, minha mulher amarrou meus pulsos à cabeceira e disse que tinha uma surpresa.
Desci as escadas com o conjunto que havia escondido por semanas e, pelo jeito como ele me olhou, soube que naquela noite não haveria volta.
Fui passar dois dias de trabalho no litoral e levei minha amiga. Não imaginei que um jantar com vestidos vermelhos acabaria marcando meu corpo daquela maneira.
Aceitei com três condições claras e a mão do meu marido tremendo na minha. O que aconteceu naquela tarde na sala ainda me faz duvidar de quanto o conheço.
Ela disse que eu voltasse às dez, quando fechasse a loja, e que me chuparia melhor que qualquer uma. Levei quatro noites para encontrá-la no caixa de novo.
Meu pai nunca mais voltou a olhá-la da mesma maneira depois daquela semana. Eu também não, quando soube o que ela fizera para salvar todos nós da ruína.
Eu só ia levá-las para casa depois da festa. Não imaginei que a amiga dela, solta pelo álcool, transformaria aquela viagem noturna em algo que ainda não terminei de contar.
Não acendi a luz. Só senti suas mãos puxando minha roupa e sua boca me procurando na penumbra, sem uma única palavra, como se ela soubesse de cor o que vinha fazer.
Eu tinha vinte e seis anos e achava que conhecia meus limites. Bastaram um desconhecido na areia e o olhar cúmplice do meu marido para descobrir que eu não conhecia nada.
Entrei naquela oficina dando ordens, como sempre faço. Não imaginei que aquele homem coberto de graxa me faria lembrar quem realmente mandava naquela tarde.
Nunca imaginei que aquele zagueiro gigante que meu pai xingava da arquibancada acabaria compartilhando comigo a noite mais intensa da minha vida.
Estávamos juntos havia meses quando criei coragem para dizer, com o sexo dele ainda em minha mão, que nunca desejei tanto um homem que entendesse o prazer.
A primeira ordem chegou às sete da noite, e entendi que naquela noite obedeceria a tudo, sem perguntar, diante de uma câmera e de um homem que só conhecia pela voz escrita.
Eu pedia que ele subisse como estivesse, com a camiseta no ombro e o cheiro do trabalho na pele. Nunca contei que era dele que eu sentiria mais falta.
Não escolhi os três ao mesmo tempo. Aconteceu aos poucos, até que uma noite descobri que eles trocavam mensagens para tirar uns aos outros do caminho.
Conheci Carolina num curso de inglês e achei que fosse tímida. Naquela noite, no banco do fundo, descobri que ela era muito mais atrevida do que parecia.
Quando meu marido trouxe o amigo para morar conosco, achei que seria um mês desconfortável. Não imaginei que ele próprio me empurraria para o desejo que eu não ousava confessar.
Quando as luzes da sala se apagaram, soube que naquela noite cruzaríamos uma linha da qual nenhum dos dois iria querer voltar.
Ela trancou a porta atrás de mim e, antes que eu pudesse protestar, seus dedos já procuravam meu cinto. Só disse: «Ouvi dizer que era seu aniversário».
Ela evitou olhá-lo nos olhos ao abrir a porta, temendo que ele descobrisse o que vinha calando havia meses: desejava o homem que dominava a própria filha.