Chupei seu pau na frente da janela aberta
Mandei uma foto da minha boceta aberta do banheiro da cafeteria. O que aconteceu depois, diante daquela janela, ainda me faz tremer as pernas.
Mandei uma foto da minha boceta aberta do banheiro da cafeteria. O que aconteceu depois, diante daquela janela, ainda me faz tremer as pernas.
Eu me achava a rainha do quarto, intocável e exigente. Então você desceu, abriu minhas pernas e descobri o quanto eu gostava de obedecer sem protestar.
Durante vinte anos fingi que estava satisfeita. Na noite em que parei de fingir, descobri que uma mulher experiente assusta muito mais do que uma novinha.
Desci para a pista achando que controlava a situação. Três horas depois eu era só um observador de algo que já não me pertencia.
Tinha vinte anos e um namorado me esperando em casa. Naquela tarde de calor, junto à piscina, descobri o quanto o corpo pode arder quando alguém decide se deixar levar.
Eu passava semanas me masturbando toda noite, imaginando o que ela vivia na pele. Até que numa quinta eu me pus diante do espelho e decidi parar de imaginar.
Naquela noite descemos vinte e dois degraus até o porão onde o saxofone tocava. O que aconteceu lá embaixo ainda não contei para ninguém.
Aceitei o dinheiro dele sem imaginar como ele ia querer receber de volta. Quando ele chegou naquela noite com vinho e aquele sorriso calmo, eu soube que não havia mais volta.
Desci as escadas daquele porão com o coração na garganta e, antes de pensar duas vezes, já estava de joelhos na cabine do fundo.
Cinco amigos do chefe, uma casa alugada e uma partida de pôquer. Diego sabia como eu ia me vestir em cada rodada; o que ninguém sabia era como a noite terminaria.
Eu estava distraída com o celular quando senti as mãos dele nas minhas costelas. Naquela noite, no quintal, não sobrou nada de inocente entre nós.
Chovia, a casa estava vazia e eu tinha uma surpresa guardada. Nunca tinha feito aquilo, mas naquela tarde decidi descobrir a que gosto o desejo tem.
Acordei com uma única ideia fixa entre as pernas e um nome na boca. Naquela manhã, Pamplona inteira me cheirava a sexo, e eu só queria encontrá-la.
Há confissões que ficam entaladas na garganta. Esta é uma delas, e eu te conto exatamente como aconteceu: sem vergonha, sem filtros e com um sorriso enorme.
Sempre achei que fosse coisa de garota fácil. Então me ajoelhei diante dele, me olhei no espelho antigo e entendi que passei anos errada.
Se nunca te fizeram um boquete de verdade, você não sabe do que estou falando. E não, não me refiro a gozar na boca dela. Vou te contar o segredo que descobri por acaso.
Tem manhãs em que acordo molhada, com os mamilos duros e um único pensamento fixo. Começou mais uma das minhas semanas de cio e ninguém em casa imagina o que escondo.
Quando eles entraram de novo, Noa já vinha nua e Andrés a segurava por trás. Eu soube que nenhum dos cinco dormiria sozinho na própria cama naquela noite.
Três homens, uma única mulher no centro da cama e uma regra que todos respeitavam. Nessa noite, Noelia descobriu algo que a uniu a um deles para sempre.
O pároco me pediu para ficar quando a igreja já estava vazia. O que aconteceu na sala dele virou meu segredo de cada domingo, e eu não quero que acabe.