O que minha mãe fez por mim debaixo da mesa do casamento
Marisol achou que o filho só olhava para a prima. Mas naquela noite, com o mesmo vestido e as mesmas curvas, ela entendeu que a verdadeira tentação era ela.
Marisol achou que o filho só olhava para a prima. Mas naquela noite, com o mesmo vestido e as mesmas curvas, ela entendeu que a verdadeira tentação era ela.
Já recebia mensagens sem substância havia anos, até que um casal jovem me escreveu pedindo algo específico: que eu assumisse o controle dos dois durante uma tarde inteira.
Passei metade da vida subindo a serra sozinho, mas naquela manhã de outubro desci com mais coisa do que a cesta cheia. Isso aconteceu de verdade e ainda me custa acreditar.
No primeiro dia de aula, ela se sentou ao meu lado cheirando a baunilha. Eu não fazia ideia de que aquela garota mudaria por completo a forma como eu entendia o desejo.
Cheguei decidida a me comportar. Quando as luzes baixaram e o corpo daquele desconhecido começou a se mover entre nós, soube que algo sairia do controle.
Ela chegou de lingerie preta, abriu a mangueira e deixou a água correr pela pele. Na hora eu soube que aquela noite de agosto não ia terminar como amizade.
Entrei no carro esperando uma tarde com ele, mas no banco de trás havia mais alguém, e entendi na hora para onde aquilo estava indo.
Minha mulher sempre fantasiava com outro a tendo diante de mim. Naquela tarde, numa parada solitária da estrada, um estranho pediu fogo e tudo deixou de ser um jogo.
Quando Lucía se mudou para nosso apartamento, os dois irmãos a desejaram. Nunca imaginei que anos depois seria ela quem pediria que Bruno entrasse na nossa cama.
Cinco minutos presa entre a parede e um homem do trono que cheirava a alecrim e madeira. Eu não sabia o nome dele, mas sabia que naquela noite ia procurá-lo de novo.
Uma lâmpada do corredor cedeu e se apagou. Na penumbra, as mãos dela envolveram minha cintura e eu soube que passara anos esperando aquele instante sem ousar nomeá-lo.
Atrás de cada um dos três buracos podia haver qualquer um. Eu não via nada. Só sentia mãos, bocas e um olhar conhecido me observando do outro lado.
Entreguei a nota dobrada e um preservativo sem dizer uma palavra. Ele leu, me olhou de cima a baixo e só disse: vem comigo. Não pensei com clareza por horas.
Mandei uma foto da minha boceta aberta do banheiro da cafeteria. O que aconteceu depois, diante daquela janela, ainda me faz tremer as pernas.
Estreei os tênis num sábado cedo, sem imaginar que voltaria para casa com o short úmido por motivos que não tinham nada a ver com correr.
Desci para a pista achando que controlava a situação. Três horas depois eu era só um observador de algo que já não me pertencia.
Tinha vinte anos e um namorado me esperando em casa. Naquela tarde de calor, junto à piscina, descobri o quanto o corpo pode arder quando alguém decide se deixar levar.
Eu passava semanas me masturbando toda noite, imaginando o que ela vivia na pele. Até que numa quinta eu me pus diante do espelho e decidi parar de imaginar.
Naquela noite descemos vinte e dois degraus até o porão onde o saxofone tocava. O que aconteceu lá embaixo ainda não contei para ninguém.
Desci as escadas daquele porão com o coração na garganta e, antes de pensar duas vezes, já estava de joelhos na cabine do fundo.