O ménage com o amigo gay do meu marido no porto
Achei que seria um jantar entre velhos amigos. Não imaginei que o segredo que meu marido guardava desde o colégio terminaria com os três na mesma cama.
Achei que seria um jantar entre velhos amigos. Não imaginei que o segredo que meu marido guardava desde o colégio terminaria com os três na mesma cama.
Cheguei como acompanhante de um colega, sem convite próprio. Três horas depois eu estava trancado no ático com duas estrelas pornô e sem vontade de sair.
Saí do banheiro enrolado numa toalha e travei na porta: eles já tinham começado sem mim, e naquela noite não ficou uma única linha por cruzar.
No primeiro dia de aula, ela se sentou ao meu lado cheirando a baunilha. Eu não fazia ideia de que aquela garota mudaria por completo a forma como eu entendia o desejo.
Cheguei decidida a me comportar. Quando as luzes baixaram e o corpo daquele desconhecido começou a se mover entre nós, soube que algo sairia do controle.
Ela chegou de lingerie preta, abriu a mangueira e deixou a água correr pela pele. Na hora eu soube que aquela noite de agosto não ia terminar como amizade.
Quando ele sussurrou «vai, encosta nele», eu soube que naquela noite não voltaríamos sozinhos para casa. E uma parte de mim desejava isso havia semanas.
Aceitei a fantasia dele achando que era um presente para ele. O que ninguém imaginou foi que, naquela noite, eu descobriria exatamente o que queria… e deixaria de me contentar.
Naquela noite descemos vinte e dois degraus até o porão onde o saxofone tocava. O que aconteceu lá embaixo ainda não contei para ninguém.
Subi no catamarã para me perder do mundo por um instante. Nunca imaginei que terminaria nua, cercada, e que seria eu a não querer que parasse.
Voltei ao reencontro por causa de um beijo pendente do colégio. Não imaginei que naquela noite, com a garrafa girando, acabaríamos sendo três na mesma cama.
Atravessei a sala com o coração disparado, me ajoelhei ao lado dela e soube que, depois daquela noite, minha mãe deixaria de me ver como a caçulinha da casa.
Só havia uma coisa que eles tinham proibido, e era justamente a única que eu desejava enquanto me usavam durante um mês inteiro.
Bêbada e arrasada depois de perder o emprego, eu disse sim aos flertes dela. «Só cinco minutos no banheiro», ela prometeu. Não imaginava até onde ela ia chegar.
A carioca se sentou entre eles como se a noite fosse dela. «Suaves ou dos que quebram?», perguntou. Nenhum dos dois imaginava o que ainda havia para descobrir.
Dois bipes, uma tela acesa e a voz da esposa enchendo o jardim: «Tudo isso que está acontecendo comigo… é preciso que todos saibam».
Nessa noite, coloquei a calça cor da pele, a jaquetinha dourada e a peruca de melena. Eu não imaginava que a fantasia iria provocar o que provocou.
Eu vinha fantasiando há meses em ficar com uma garota trans. Nessa noite, no banco do carona, ela sussurrou no meu ouvido que tinha percebido como eu a olhava.
Eu guardava esse desejo trancado havia anos. Numa madrugada de excesso e coragem, contei tudo ao meu melhor amigo — e ele resolveu tornar real.
Quando desci ao lobby para fugir da festa corporativa, não esperava pelo garçom que me olharia como se soubesse exatamente do que eu precisava naquela noite.