Sempre gostei de homens, até aquela noite
Ela sussurrou no meu ouvido que aquela noite era só para garotas. Eu devia ter ido embora. Em vez disso, alguma coisa em mim resolveu ficar.
Ela sussurrou no meu ouvido que aquela noite era só para garotas. Eu devia ter ido embora. Em vez disso, alguma coisa em mim resolveu ficar.
Assim que os últimos colegas foram embora, ela subiu para o andar de cima. Tirou a saia primeiro. Depois a camisa. Depois tudo o mais.
Nunca tinha ficado com uma mulher. Quando abri a porta e a vi parada ali, soube que naquela noite algo em mim mudaria para sempre.
Ela apertou minha mão para me cumprimentar e meu coração disparou. Meses de conversas, risadas e tensão acumulada. Só faltava saber o que faríamos com tudo isso.
Passei semanas me masturbando escondida com vídeos de homens bem dotados. Então o vi saindo da água e soube: aquele rapaz era o que me faltava.
Vinte anos, virgem, e paralisada no corredor quando o vi pela fresta. O que aconteceu naquela noite não foi o que eu esperava, mas foi exatamente o que eu precisava.
Santiago entrou na sala naquela segunda-feira com a camisa justa e uma voz grave que me arrepia de uma só palavra que ele dizia.
Pedalei até o rio com o sangue já quente, sabendo o que faria quando ninguém pudesse me ver. Naquela tarde, enfim, a fantasia se tornaria real.
Estava há semanas vendo-o cruzar o corredor. Naquela tarde ele me chamou à sala dele, e algo dentro de mim soube que tudo ia mudar.
O rapaz chegou com a maca debaixo do braço, e ela já tinha tomado duas taças de vinho. O que aconteceu foi muito mais que uma massagem nas costas.
Ela me ligou depois de semanas de silêncio para perguntar se eu estava sozinho. Meia hora depois, estava na minha porta com um vestido florido e algo para me dar.
Eu já estava havia meses no mundo swinger como solteiro, até que me marcaram num apartamento e eu reconheci a avó do meu melhor amigo me servindo uísque.
Sozinho em casa pela primeira vez em meses, liguei a tela com a vaga intenção de matar o tempo. Ninguém imaginava o que eu estava prestes a descobrir sobre mim mesmo.
Quando a lona se abriu no meio da noite, soubemos que o que tinha começado entre nós ia se transformar em algo muito maior.
Não percebi em que tipo de bairro tinha me enfiado até Valeria parar em frente ao hostel. Quando entendi, já era tarde demais — e mesmo assim entrei.
Quando o peso do corpo dele afundou o colchão às minhas costas, eu soube que não era meu namorado. E soube também que não ia fazer nada para impedi-lo.
Daniela tinha vinte anos, morava no quarto andar e nunca tinha ficado com uma mulher. Naquele dia, tudo mudou de uma vez.
Nunca tinha pensado nisso até minhas novas amigas mencionarem. Naquela noite, sozinha no meu quarto, a curiosidade foi mais forte que o medo.
Meu filho organizou a noite sem me contar seus planos. Entendi quando ele levou a convidada para o quarto e me deixou sozinha com o amigo dele no sofá.
Naquela manhã, o banho durou quase uma hora. Começou com espuma e terminou com algo que eu nunca tinha me atrevido a descobrir por completo.