Que me olhassem assim foi o mais excitante que vivi
Desde que começamos a beber juntos, percebi como me devoravam com os olhos. Não era curiosidade: era fome. Decidi dar a eles o que queriam sem deixar que me tocassem.
Desde que começamos a beber juntos, percebi como me devoravam com os olhos. Não era curiosidade: era fome. Decidi dar a eles o que queriam sem deixar que me tocassem.
Na primeira noite em que saí sem ela, reencontrei Lucía, minha ex de sempre. E ela conhecia todas as amigas certas.
Rodrigo a segurava pelos quadris durante o treino e ela fingia não notar sua ereção. Quando encontrou as calcinhas dele no quarto, já não pôde ignorar o que estava acontecendo.
Ele me esperava havia anos e eu não percebi até ser tarde demais. Quando me confessou no fim, entendi por que tudo tinha sido tão diferente.
Era o filho do chefe: correto, tímido, bem-educado. Nunca imaginei o que ele fazia às sextas à noite quando desaparecia.
Adrián me olhava fixamente enquanto trabalhava sem camiseta. Quando vi o volume na calça dele, entendi que aquela tarde seria muito diferente.
Carmen apareceu na minha janela como se estivesse esperando por aquele momento. Não foi embora. Mandou que eu descesse. O que aconteceu depois não era o que nenhum dos dois imaginava.
Quando o vi entrar sem coragem de levantar os olhos, pensei que seria só mais uma consulta. Não foi. O que encontrei sob aquela bata me tirou o sono por dias.
Fui à festa de Andrea com os nervos à flor da pele. Não esperava encontrar a mãe dela: uma mulher madura de corpo perfeito e olhar de fogo que me fisgou no primeiro segundo.
Trocávamos fotos e áudios há meses que a esposa dele jamais veria. Quando enfim nos encontramos, tudo o que havíamos imaginado virou real.
Vinte anos, zero experiência e uma prima que o olhava como se soubesse exatamente o que ele tinha na cabeça. O verão prometia ser longo.
Eu tinha dezoito anos e nenhuma experiência. Ela tinha marido, uma filha na minha turma e o talento de me tirar o sono desde o primeiro dia.
Quando ela me confessou, já estávamos sozinhos no quarto. A irmã dela tinha me encarregado de cuidar dela por um dia. Ninguém imaginava o que ia acontecer entre nós.
Quando fiquei a sós com Marcos, o vizinho de toda a vida, algo mudou entre nós. Ele se aproximou devagar e me beijou sem pedir permissão nem desculpas.
A roupa encharcada colada ao corpo, a chuva batendo no telhado do celeiro e nenhuma desculpa para manter distância. Assim começou a aventura deles.
Daniela enfiou um preservativo no meu bolso antes de ir embora. Eu sabia que era virgem e que Marco também era. Aquela tarde ia mudar tudo isso.
Fui de calcinha e meias de cinta-liga por baixo da calça, sem saber se ia acontecer algo. Naquela noite, aconteceu tudo.
Os irmãos me cercaram no estábulo e me contaram o que ninguém da cidade sabia. A irmã era de todos. O pai dava a ordem. E eu tinha dezoito anos e os olhos muito abertos.
Quando sua mãe desceu a escada com aquele vestido colado, Marcos soube que a ida ao cinema não terminaria como esperava.
A loja estava vazia e o garoto era jovem. Eu vinha imaginando aquele momento exato havia dias e não ia desperdiçá-lo.