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Relatos Ardientes

O que senti em silêncio cuidando da minha amiga

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Foi no fim do ano passado, quando Valeria já estava na reta final. Trinta e cinco semanas, talvez trinta e seis. O marido dela, Rodrigo, teve de viajar a trabalho por quase dez dias, e ela não queria ficar sozinha no apartamento. Era grande demais para uma pessoa, silencioso demais à noite. Então eu disse que ficaria com ela. Eu tinha tempo livre: meus exames tinham acabado havia uma semana e as férias ainda não tinham começado.

O combinado era simples. Eu chegava de manhã, fazia companhia o dia todo e voltava para casa à noite de ônibus. Chimarrão, séries, conversas longas sobre qualquer coisa. Ela matava o tempo sem Rodrigo. Eu matava o tempo sem coisa melhor para fazer. Não havia nada de estranho nisso. Valeria e eu nos conhecíamos desde o jardim de infância. Éramos o tipo de amigas que podiam passar quatro horas em silêncio vendo uma tela e se sentir igualmente bem.

Naquela primeira terça-feira, por volta das quatro da tarde, estávamos as duas no sofá grande da sala, com o ar-condicionado no máximo. Fazia um calor úmido que não dava trégua nem à noite. Valeria usava aquela camiseta larga cor bordô que ela sempre vestia quando não saía, e a barriga escapava por baixo como se o tecido tivesse perdido a batalha havia semanas. De repente, ela franziu a testa e apertou os seios com as palmas abertas.

—Clau, estão doendo pra caramba. Não é a dor normal. É como se estivessem sendo apertados por dentro.

Ela parecia realmente angustiada. Sentei mais perto e perguntei se queria que eu buscasse alguma coisa: gelo, ibuprofeno, o que fosse. Ela disse que não, que já tinha tomado paracetamol antes e não tinha feito efeito. Começou a se mexer desconfortavelmente no sofá, cruzando e descruzando os braços sem encontrar posição.

Pegou o celular e ligou para a obstetra. A médica atendeu na hora. Valeria explicou tudo: a dor forte, os seios duros e pesados, as semanas que tinha. A doutora foi clara: aquilo podia acontecer nessa fase da gravidez. Os seios estavam se preparando para a amamentação e às vezes se acumulava colostro, o que gerava pressão e dor. O melhor era tirar um pouco para aliviar. Nas farmácias vendiam seringas pequenas sem agulha para isso. Que colocasse panos frios depois. Se a dor não diminuísse em duas horas, que ligasse de novo. Se sentisse contrações, que chamasse imediatamente, fosse a hora que fosse.

Valeria desligou e me olhou com cara de quem não sabia por onde começar. Não tinha nada: nem bomba de leite, nem seringas, nem compressas. Achava que tudo aquilo era para depois do parto.

—Eu vou —eu disse. — Fica quieta.

Calcei meus tênis e caminhei rápido até a farmácia da esquina. A moça do balcão soube exatamente o que me dar: seringas sem agulha em vários tamanhos, uma bombinha manual pequena, compressas absorventes para os seios e bolsas de gel frio. Paguei e voltei em menos de vinte minutos.

Quando entrei, Valeria ainda estava no sofá, mas com uma cara melhor. Lemos as instruções juntas na mesinha de centro e depois fomos para o quarto, para que ela ficasse mais confortável.

Ela tirou a camiseta sem drama e ficou sentada na cama, com as costas apoiadas no encosto e uma toalha no colo. O quarto cheirava a creme hidratante e o ventilador de teto girava devagar. Sentei ao lado dela.

—Quer que eu te ajude ou prefere fazer sozinha?

—Me ajuda, por favor. Tô nervosa e não quero que doa mais.

Limpamos as mãos. Comecei com uma massagem suave, movimentos circulares da base até o mamilo, como diziam as instruções. No começo saíam só gotinhas pequenas e quase transparentes. Valeria respirava aliviada toda vez que sentia a pressão diminuir um pouco. Trocamos de lado depois de alguns minutos. Quase não falamos nada: só “está doendo menos?” e “sim, já está mais mole”. Nada mais era preciso.

Quando terminamos, guardei as seringas numa bolsa com fecho hermético e coloquei na geladeira. Levei um copo d’água para ela e coloquei as compressas frias nos seios. Depois voltamos para a sala, preparei o chimarrão e ficamos conversando como sempre: sobre como tudo ia mudar quando o bebê nascesse, sobre Rodrigo já estar contando os dias para voltar, sobre nomes que ainda não tinham terminado de escolher.

Valeria tocou os seios com cuidado e sorriu pela primeira vez naquela tarde inteira.

—Obrigada. De verdade. Não sei o que faria sem você nesses dias.

Os olhos dela se encheram de lágrimas. Eu disse que era para isso que serviam as amigas e servi mais um chimarrão. Choramos as duas um pouco, misturado com risadinhas bobas. Depois colocamos uma série e ficamos assim até meu pai vir me buscar à noite.

***

Naquela noite, já em casa, tomei banho e me joguei na cama com a luz apagada.

E então a lembrança veio. Sem aviso.

Valeria sentada na cama sem camiseta, com aquela barriga enorme e redonda que brilhava um pouco com o calor da tarde. E os seios dela. Estavam tão diferentes de como eu me lembrava de antes da gravidez: grandes, cheios, pesados, com a pele esticada e um mapa de veias azuis que se ramificava das laterais até o centro. As aréolas tinham crescido e escurecido, de um marrom mais intenso, quase chocolate. Os mamilos também eram maiores, mais sensíveis, inchados, tremendo levemente a cada respiração que ela dava.

Na hora, enquanto eu a ajudava, não tinha pensado nada de errado. Era só preocupação, só estar presente para ela. Mas agora, sozinha no escuro, a lembrança bateu diferente. Bateu entre minhas pernas.

Senti a buceta molhar sozinha, sem eu me tocar ainda. A calcinha encharcada de repente, grudada nos lábios que já pulsavam como se tivessem vida própria. Passei a mão por baixo do elástico e me encontrei pingando. Os dedos escorregaram de cima a baixo pela fenda, do clitóris inchado ao buraco que se abria, e voltei a subir deixando um rastro pegajoso sobre a pele.

Comecei a imaginar coisas que eu não deveria ter imaginado. Me aproximar devagar e encostar os lábios numa daquelas tetas carregadas. Chupar de leve, sentir o colostro morno chegando à minha língua e engolir devagar enquanto ela respirava tranquila ao meu lado. Minha mão na barriga enorme dela, se movendo em círculos lentos. A pressão baixando a cada vez que eu sugava mais um pouco. O mamilo inchando ainda mais contra meu palato, duro como uma pedrinha quente, escorrendo dentro da minha boca.

Imaginei que ela não dissesse nada. Que só fechasse os olhos e me deixasse mamar. Que soltasse um suspiro baixinho e apoiasse a mão na minha nuca para eu não parar. Que deixasse a calcinha ser abaixada enquanto eu chupava o outro mamilo, e que estivesse molhada como eu estava agora, com a buceta inchada pelas hormônios da gravidez, pedindo que alguém a tocasse havia dias.

Enfiei dois dedos de uma vez. Eu estava tão escorregadia que eles entraram inteiros de uma só passada, até o fundo, e soltei um gemido abafado contra o travesseiro. Comecei a me foder sozinha com os dedos, dentro e fora, enquanto com o polegar apertava o clitóris que já pulsava como um segundo coração. A cama rangeu baixinho. Eu mordia o travesseiro para não acordar ninguém da casa.

Na minha cabeça, eu estava entre as pernas de Valeria. Com a barriga gigante sobre mim, tapando quase toda a vista. Eu abria as coxas gordas da gravidez dela, puxava a calcinha velha de algodão e via a buceta inchada, brilhante, com os pelos mais escuros do que antes por causa dos hormônios. Me imaginei enfiando a língua bem fundo, sentindo o gosto salgado, chupando o clitóris com a boca inteira enquanto ela se agarrava à cabeceira da cama e arqueava as costas o quanto a barriga permitia. Imaginei o pedido em voz baixa: “continua, continua, não para, me faz gozar assim”.

Me imaginei empurrando o gozo com os dedos, dois dentro se movendo rápido, e as gotas de leite caindo dos seios enquanto ela gozava, escorrendo pelas costelas até o umbigo esticado pelo bebê.

Gozei com a mão tapando minha boca e a outra afundada até os nós dos dedos. Um orgasmo longo, que me fez tremer o corpo inteiro, que me fez contrair os dedos lá dentro em espasmos que eu não conseguia controlar. Mordi o braço para não gritar e senti o gosto da minha própria pele entre os dentes. O gozo escorreu pela minha mão até o pulso. Sujei o lençol.

Depois fiquei quieta na escuridão, com a mão ainda entre as pernas, molhada, pulsando. Um pouco assombrada comigo mesma. Bastante envergonhada. Bastante excitada ainda. Sem saber muito bem o que fazer com tudo aquilo.

***

No dia seguinte cheguei cedo, com doces recém-comprados e o chimarrão já pronto. Valeria abriu a porta ainda de pijama, com o cabelo bagunçado e cara de quem tinha dormido mal. Os mamilos se marcavam duros contra a camiseta fina, sem sutiã, e eu não consegui evitar olhar por um segundo a mais.

—Acordei duas vezes de madrugada com a mesma dor. Não tão forte quanto ontem, mas incomodava igual.

—Não se preocupa. Repetimos o de ontem e pronto.

Tomamos café na cozinha, conversando sobre coisas simples. Sobre o calor que continuava sem dar trégua. Sobre um áudio de Rodrigo dizendo que chegaria no dia seguinte à noite. O rosto dela se iluminou quando o mencionou e depois lhe escaparam algumas lágrimas de saudade. Deixei que chorasse um pouco e lhe servi mais um chimarrão.

Depois fomos para o quarto, igual à tarde anterior. Dessa vez tudo saiu mais fácil. Eu já sabia como pressionar para não doer, e Valeria relaxou desde o primeiro movimento. Saíam fios mais constantes agora, de um amarelo pálido, e ela suspirava de alívio toda vez que sentia a pressão baixar. Cada suspiro me atingia lá embaixo. Minha calcinha começou a umedecer sem permissão, sentada ao lado dela na cama, com as mãos nos seios inchados dela, apertando e soltando como se fosse uma tarefa médica e não o que aquilo estava se tornando na minha cabeça.

—Olha que estranho, Clau. Ontem eram gotinhas e hoje parece que tem bem mais. A médica tinha razão, isso alivia pra caramba.

—É, mas também te disse pra não fazer demais. Pode provocar contrações.

Quando terminamos, fui para a cozinha com as seringas na mão.

Fiquei parada diante da geladeira por um momento.

O saco transparente estava na prateleira da porta, com o líquido dentro, um pouco mais espesso que o do dia anterior. A luz da geladeira batia de lado e dava para ver as gotinhas condensadas no plástico. Parecia mais amarelo do que antes. Mais denso.

Olhei por mais tempo do que era necessário.

Pensei na noite anterior. Em como eu tinha me fodido com os dedos até encharcar o lençol. No gosto que eu tinha inventado. No calor daquela fantasia que ainda parecia grudado em algum lugar da memória e que agora voltava sem que eu chamasse, com a buceta já começando a pulsar de novo dentro do jeans.

Tirei uma seringa da bolsa e a segurei na mão por um segundo. Do quarto vinha o som de Valeria cantarolando alguma coisa enquanto colocava uma camiseta limpa.

Antes de pensar duas vezes, levei a ponta da seringa à boca e apertei o êmbolo só um pouco. Um jato morno, adocicado, meio salgado, encheu minha língua. Engoli devagar. Fechei os olhos. Um arrepio escapou nas minhas pernas. Eu estava tomando o leite do peito da minha melhor amiga, roubado, escondido na cozinha, enquanto ela cantarolava no quarto ao lado sem saber de nada.

Enfiei a mão por dentro do jeans e apertei o clitóris por cima da calcinha. Eu estava encharcada. Soltei um suspiro que saiu mais alto do que eu queria e fiquei congelada por um segundo, ouvindo se Valeria tinha escutado alguma coisa. Nada. Ela continuava cantarolando.

Guardei a seringa de novo. Limpei os lábios com a manga. Respirei fundo. Fechei a geladeira e voltei para a sala como se nada tivesse acontecido, com o gosto ainda na boca e a calcinha grudada na buceta.

Valeria já estava sentada no sofá com o chimarrão pronto.

—Tá tudo bem? —ela me perguntou.

—Tá, tudo perfeito. Já tá tudo guardado.

Servi o primeiro chimarrão e começamos a conversar de novo, como sempre. Mas, na minha cabeça, o recipiente continuava ali, na geladeira, esperando. Nem ela, nem ninguém mais, soube o que eu realmente fiz naqueles segundos sozinha na cozinha.

***

Naquela tarde, justamente antes de meu pai vir me buscar, Valeria reclamou de novo. Estávamos terminando de comer uma coisa que a sogra dela tinha trazido quando ela tocou os seios com cara de dor.

—Estão incomodando de novo. Você me acompanha até o quarto antes do seu velho chegar?

Fomos. Ela tirou a camiseta, sentou-se na cama com a toalha no colo e eu peguei a bombinha manual, que era mais confortável que as seringas quando tinha mais quantidade. Dessa vez havia claramente mais leite. Saíam jatos brancos e espessos que se acumulavam no recipiente transparente numa velocidade que no dia anterior não tinha acontecido.

E então me veio o flash. O mais forte de todos.

Era Valeria ali na minha frente, sem camiseta, com aquela barriga enorme que brilhava um pouco pelo calor da tarde. Os seios dela: grandes, cheios até quase doer, a pele branca e esticada, as veias azuis pulsando logo abaixo da superfície. As aréolas escuras e largas como nunca as tinha visto antes da gravidez. Os mamilos duros, inchados, com pequenas gotas brancas que se formavam na ponta e desciam devagar pela curva de cada seio antes de cair sobre a toalha.

Imaginei me ajoelhar diante dela no chão. Segurar um seio com as duas mãos, apertá-lo desde a base como se eu estivesse ordenhando uma vaca, e aproximar a boca devagar, sem pressa, sem pedir permissão. Fechar os lábios em volta do mamilo inchado e sugar de leve no começo, sentir o leite chegando à minha língua — morno, levemente doce, com um gosto que eu já conhecia, que tinha provado fazia pouco tempo escondida na cozinha —, e engoli-lo devagar enquanto ela respirava tranquila. Depois chupar mais forte, puxar jatos grossos que me enchessem a boca, engolir e voltar a sugar, esvaziar o seio inteiro até ficar mole e ela gemer de alívio.

Imaginei passar para o outro seio sem soltá-lo, mordendo o mamilo com cuidado, brincando com a língua ao redor da aréola escura, sugando até deixar marcas vermelhas na pele esticada. Minha mão livre descia por baixo da barriga, escorregava entre as coxas, puxava a calcinha e encontrava a buceta inchada, morna, pingando. Eu enfiava dois dedos e os curvava lá dentro enquanto continuava chupando o seio dela. Ela arqueava as costas, apertava minha cabeça contra o peito e me pedia em um sussurro para eu não parar, para continuar dando aquilo a ela, para fazê-la gozar assim, com a boca cheia do leite dela e os dedos afundados até o fundo.

Imaginei enfiar três dedos, fodê-la devagar para não machucá-la, sentindo-a apertar a cada investida. O leite continuava escorrendo do seio livre, caindo pelas costelas, molhando meu pulso. Ela gozava contra minha mão, mordendo o lábio para não gritar, e eu engolia o último jato de leite enquanto a buceta pulsava ao redor dos meus dedos.

Depois imaginei o contrário. Ela ajoelhada entre minhas pernas, com aquela barriga enorme encostada na cama, a língua enterrada na minha buceta, chupando meu clitóris com a mesma paciência com que eu tinha chupado o seio dela. Imaginei gozar na boca dela, segurando-a pelos cabelos, enquanto os seios carregados escorriam leite sobre os lençóis.

Os pensamentos eram sujos e eu sabia disso. Era Valeria. Minha amiga desde os cinco anos de idade. Casada, grávida de trinta e seis semanas, esperando o marido para o dia seguinte. E eu ali, fantasiando em comê-la enquanto movia a bombinha manual com cuidado, com a calcinha encharcada pela segunda vez no dia, com o gosto do leite dela ainda grudado no meu paladar do que eu tinha feito escondida horas antes, como se nada do que acontecia dentro da minha cabeça — e do meu corpo — existisse.

Veio uma culpa enorme. Calor no rosto. Um nó no estômago apertando por dentro. E, ao mesmo tempo, a buceta pulsando forte entre as pernas, pedindo mais.

—...e o neném já chuta pra caramba quando eu deito desse lado —dizia Valeria, com sua voz tranquila de sempre, sem saber absolutamente nada—. Rodrigo me mandou um áudio hoje dizendo que amanhã viaja cedo, que chega à noite.

A voz dela me atingiu como água fria no rosto. Voltei de repente. Continuei movendo a bombinha de leve, com a cara imóvel, como se tivesse estado ali o tempo todo.

Quando terminamos das duas tetas, Valeria baixou o olhar e ficou encarando as últimas gotinhas que tinham ficado na ponta dos mamilos. Sem dizer nada, juntou algumas com o dedo indicador e levou à boca.

Chupou devagar. Lambuzou o dedo inteiro, da base à ponta, olhando para a própria mão como se estivesse pensando em alguma coisa.

Eu a olhei sem conseguir reagir. A buceta me pulsou tão forte que tive de apertar as coxas.

Ela levantou os olhos e sorriu com aquela cara de travessura que tinha desde pequena.

—Tive curiosidade, o que você quer que eu te diga. Li ontem que quase metade das grávidas prova o próprio colostro para saber qual é o gosto daquilo que vai dar para o bebê. Não é tão raro, viu. Eu achava que era só coisa minha, mas parece que muita gente faz isso.

Eu ri um pouco, ainda com o coração acelerado por tudo o que tinha pensado segundos antes, com a calcinha molhada, com o gosto secreto ainda na memória da língua.

Valeria juntou outras gotinhas que tinham ficado na bombinha, passou para o dedo indicador e reuniu na ponta até formar uma pérola branca, morna, brilhante. Depois me olhou nos olhos. Um sorriso lento, tranquilo, sem pressa. Chegou um pouco mais perto. Senti o calor do corpo dela, o cheiro de pele grávida, de leite recém-saído, de creme hidratante.

Ela aproximou o dedo devagar dos meus lábios.

—Quer provar? —perguntou baixinho, quase como se fosse mais uma travessura entre nós.

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