Descobri o segredo noturno da minha vizinha madura
Eu ainda cursava humanidades na universidade e morava com meus pais numa casa confortável nos arredores de Santa Lúcia, uma área residencial tranquila com vista distante para o mar. Tinha acabado de completar vinte e dois anos e uma vida tão monótona que nem sequer me lembro do que jantei naquela noite de semana.
O que lembro é que fiquei procrastinando diante do computador depois do jantar, vendo um pouco de pornografia antes de ir dormir cedo. Uma noite comum, igual a tantas outras. Até que um ruído às três da madrugada me arrancou da cama.
Vinha do quintal dos meus vizinhos. Pensei que talvez tivesse voltado o guaxinim que, de vez em quando, remexia no lixo. Agucei os ouvidos e não escutei mais nada, então me aproximei da janela, movido pela curiosidade. Se alguém estivesse tentando entrar para roubar, eu teria de chamar a polícia.
Mas não havia ladrão nenhum. O que vi foi uma figura feminina e exuberante, mascarada, mexendo na porta dos fundos da casa ao lado. Por sorte, eu tinha esquecido de apagar a luz do quintal ao levar o lixo para fora, e sua claridade me permitia ver cada detalhe do que acontecia do outro lado da cerca.
Acho que ela percebeu minha presença, talvez por um sexto sentido, porque ergueu a cabeça e olhou diretamente para a minha janela. Tive tempo apenas de me esconder, mas naquela fração de segundo em que a luz iluminou seu rosto não tive a menor dúvida. A mulher que tentava entrar na casa dos meus vizinhos não era nada menos que Centelha, a justiceira mais veterana da cidade.
Meu primeiro pensamento foi que meus vizinhos deviam ser criminosos perigosos. Descartei a ideia imediatamente. Centelha não estava arrombando a fechadura: remexia no cinto como se procurasse alguma coisa. As chaves.
Pasmo, agachei-me e peguei o celular. Não podia correr o risco de ela me ver de novo, então, em vez de pôr a cabeça para fora, estendi a câmera e comecei a gravar tudo, até ouvir a porta dos fundos abrir e fechar. Então parei a gravação e a reproduzi para entender o que acabara de ver.
Eram apenas cinco segundos, mas meu celular era um modelo caro, com uma câmera excelente, um capricho que meu pai havia pagado. Tudo tinha sido registrado com perfeição. Reproduzi de novo, dessa vez em câmera lenta, ficando mais alucinado a cada vez.
Era Centelha, sem dúvida. Seu uniforme verde e prateado, sua máscara, sua capa com a mesma combinação de cores. Mas não era a Centelha triunfante e poderosa que aparecia na televisão e nas redes. A que acabara de entrar na casa dos meus vizinhos parecia outra pessoa.
Seu uniforme estava rasgado e manchado. Ao abrir a porta, um rasgo no tecido deixava à mostra um de seus peitos enormes, aparecendo sem pudor, com o mamilo escuro e duro apontando para o ar frio da madrugada. Atrás, outro rasgo descobria metade da bunda, uma bunda bronzeada e firme que se movia a cada passo. Uma bota partida, uma luva a menos. Ela segurava o cinto quebrado na mão, em duas metades, e talvez por isso estivesse tendo dificuldade para encontrar a chave. A capa, feita em farrapos. Parecia exausta e machucada, como se naquela noite tivesse enfrentado um osso duro demais de roer.
Perguntei-me que tipo de mutante poderia ter feito aquilo com ela. Pelo que eu sabia, aquela mulher estava em atividade havia quase quinze anos e quase todos a consideravam invencível. Ninguém conhecia a origem de seus poderes, nem como ela voava ou levantava um caminhão com as mãos. Talvez as notícias do dia seguinte dessem alguma pista.
Estava claro que Centelha não entrara ali para fazer uma batida. Entrara para descansar e lamber as feridas. E naquela casa só moravam duas pessoas: Gonzalo, um empresário atraente e conhecido na cidade, de uns quarenta e oito anos, e sua esposa voluptuosa, Carla, de quarenta e dois. O casal havia se mudado para lá menos de um ano antes, recém-casado.
Quantas punhetas eu tinha batido vendo Carla tomar sol ao lado da piscina usando um de seus biquínis minúsculos. Carla, com seu cabelo preto, seu corpo bronzeado, suas curvas, seus peitões, aquela bunda redonda que aparecia sob o tecido molhado. Quantas vezes eu invejara Gonzalo por ter se casado com uma mulher assim, e quantas vezes sonhara em entrar escondido na casa enquanto ela tomava banho e fodê-la contra os azulejos.
Gonzalo saía para trabalhar muito cedo e passava quase o dia inteiro fora. Carla, segundo ela mesma dizia, trabalhava em casa, então ficava o dia todo ali. Embora eu a visse mais tomando sol, passeando, sem fazer nada especialmente produtivo. Agora, sabendo do seu segredo, eu entendia melhor por que ela acordava tarde e passava o dia trancada em casa. Aquele “trabalho remoto” só podia ser outra coisa senão a trabalhosa investigação que antecedia as batidas noturnas de Centelha.
Tudo se encaixava. O marido chegava tarde e exausto, ia cedo para a cama e dormia profundamente. Enquanto ele dormia, Carla vestia o uniforme escondida e saía para combater o crime, voltando de madrugada. Acordava tarde, investigava enquanto relaxava em casa ou na piscina. Não me parecia possível que Gonzalo soubesse da vida dupla da esposa. Fiquei imaginando como ela esconderia dele os hematomas daquela noite.
E eu tinha tudo gravado. Enquanto assistia pela quinta vez, não consegui evitar enfiar a mão dentro da calça do pijama, agarrando meu pau duro enquanto olhava novamente para aquele uniforme rasgado, aquele peito à mostra, imaginando-a subjugada e humilhada por um mutante feio e poderoso, com as pernas abertas enquanto um pau enorme entrava nela até o fundo, como em tantos vídeos de super-heroínas derrotadas que circulavam pela internet. Eu me masturbava devagar, com a glande já babando, imaginando sua boca aberta, a língua para fora, um jato de leite caindo sobre sua máscara prateada.
Eu ainda não conseguia acreditar: minha vizinha era uma super-heroína. E não uma medíocre como Faísca, nem um par de viciadas em redes sociais como a dupla Guerreira Solar e Estrela Astral. Não, minha vizinha era a célebre, madura e veterana Centelha. E, enquanto eu punhetava, uma ideia começou a tomar forma na minha cabeça.
***
No dia seguinte, menti para meus pais. Quando eles saíram para trabalhar, disse que as aulas da universidade tinham sido suspensas. Era mentira, claro, mas eu precisava ficar sozinho em casa para fazer o que passara a noite inteira planejando, reunindo coragem.
Porque, afinal, eu não ia chantagear uma vizinha qualquer que tivesse flagrado traindo o marido com o jardineiro. Eu ia chantagear ninguém menos que a poderosa e famosa Centelha.
Assim que meus pais foram embora, verifiquei que o carro de Gonzalo também não estava lá. Perfeito. Pelo que eu sabia dos horários dele, não voltaria antes do fim da tarde. Carla ficaria sozinha o dia inteiro. Então, com um nó na garganta e o pau já meio duro dentro da calça, saí pela porta da frente e toquei a campainha dos vizinhos.
Carla demorou a abrir e eu estava muito nervoso. Era preciso entender: eu era apenas um rapaz de vinte e dois anos, um sujeito comum, medíocre nos estudos e na vida, e ela era Centelha. Mas consegui reunir coragem suficiente para não recuar e permaneci firme diante da porta.
—Adrián —disse ela, aparecendo—. O que traz você aqui? Não vai à universidade hoje?
Ela estava deslumbrante. Usava um robe rosa sob o qual eu apostaria qualquer coisa que não vestia nada. O cabelo preto caía ondulado sobre os ombros. Deslizei o olhar até suas coxas bronzeadas e seus pés descalços, e adivinhei o volume dos mamilos marcando-se sob o tecido fino do robe. Não havia nenhum sinal dos hematomas da noite anterior, provavelmente graças a alguma capacidade de regeneração que lhe permitia esconder a verdade do marido.
Tentei falar, dizer alguma coisa, mas minha garganta travou. Não sei quanto tempo fiquei parado ali, feito um idiota.
—Você quer alguma coisa? Está bem? —perguntou ela, ao notar minha aparência agitada.
Se abrisse a boca, não seria capaz de dizer nada coerente, então, em vez de falar, peguei o celular e enfiei o vídeo na frente do rosto dela. Aqueles cinco segundos escassos bastaram para transformar completamente sua expressão, e isso me devolveu a coragem que começava a me abandonar.
—Como…? —gaguejou.
—Tenho cópias —interrompi, fingindo uma segurança que não sentia.
—Gonzalo não sabe de nada disso —disse ela.
Bingo, pensei. Aquilo me dava poder. Eu não deveria ter dito nada; devia ter mantido a calma e fingido que o marido sabia de tudo. Ela estava tornando tudo fácil demais, e a euforia começou a crescer dentro de mim.
—Eu sei —disse com firmeza—. E ele não precisa ficar sabendo.
Carla suspirou, aliviada.
—O que você quer? Você ficou me espionando ontem à noite, não ficou?
Ela não era boba. Afinal, continuava sendo Centelha. Embora a surpresa do vídeo a tivesse abalado, não era ingênua a ponto de acreditar que eu aparecera à sua porta sem exigir nada em troca.
—Eu tenho dinheiro —disse diante do meu silêncio—. Sei que seus pais não lhe dão muito para sair com os amigos. Se quiser, posso lhe dar…
—Não quero dinheiro —cortei.
Vi sua expressão mudar. Ela não era estúpida, talvez apenas um pouco ingênua por pensar que um rapaz da minha idade valorizaria mais o dinheiro do que “aquilo”. Mas não a ponto de não imaginar o que eu pediria. Ela baixou o olhar por um instante, e percebi que parava no volume que já pressionava meus jeans.
—Entre —disse ela—. Aqui fora estamos chamando atenção demais.
***
O interior era exatamente como eu imaginara. A casa era bem maior que a minha: uma sala de estar e jantar imponente, uma cozinha moderna, um amplo hall de entrada com uma escada que levava ao andar de cima.
—Você está ciente de que, se divulgar isso, eu vou negar tudo, não está? Não dá para ver direito que sou eu. Nem sequer dá para saber que é o meu quintal. Eu poderia simplesmente negar e…
—Sim, poderia —interrompi—. Mas sempre haveria alguém disposto a verificar se é verdade. E, em sua longa carreira, você deve ter conquistado alguns inimigos que adorariam vê-la morta, não é?
Carla negou com a cabeça.
—Além disso, você poderia enganar as pessoas, mas Gonzalo reconheceria o quintal da própria casa. Teria de dar explicações a ele. E tenho certeza de que ele reconheceria essa bunda e esses peitos. Para alguém que entende tanto de números, somar dois mais dois não seria muito difícil.
—O que você quer? —insistiu ela—. Se não pedir demais, estou disposta a satisfazê-lo, desde que você apague esse maldito vídeo e esqueçamos o assunto.
Perfeito, pensei. Era exatamente a atitude que eu procurava.
—Não quero prejudicá-la nem arruinar sua vida —disse, para acalmá-la—. Só quero me divertir um pouco. Quer dizer, quem, no meu lugar, não tiraria proveito da situação?
Ela assentiu, assimilando aquilo. Estava encurralada e sabia disso. Não podia me espancar, porque eu não havia feito nada fisicamente contra ela; se me agredisse, eu poderia denunciá-la e ela acabaria na prisão. A violência não era uma opção para ela.
—Para começar, solte o robe. Deixe-o cair no chão —ordenei.
Pasmo, vi Carla deslizar o robe pelos ombros até deixá-lo aos seus pés. Como eu imaginara, não usava nada por baixo e se mostrou diante de mim exatamente como viera ao mundo. Peitos grandes e redondos, mamilos escuros e duros como pedras, ventre liso sem nenhum traço de gordura, um corpo atlético e bem cuidado. As curvas dos quadris, as pernas, a pele bronzeada e sua boceta coberta por uma faixa de pelos pretos aparados, que deixava à mostra os lábios carnudos apertados abaixo. Minha boca se encheu de água. Meu pau deu um tranco dentro da calça.
—Satisfeito? —disse ela, como se aquilo fosse ser suficiente.
—Vista o uniforme —respondi—. Quero vê-la como Centelha. Admiro muito você e nunca tive a oportunidade de vê-la de perto.
—Não —replicou.
—Você prefere que eu a veja nua, exatamente como veio ao mundo, em vez de usando um uniforme que veste toda noite e que policiais e bandidos veem? —exclamei.
Ao que parecia, eu acertara em cheio, porque ela resmungou, mas acabou soltando um “espere aqui” enquanto apertava um botão que baixava as persianas da sala de jantar e subia a escada.
Imaginei que ela tivesse um esconderijo onde guardava o uniforme e o equipamento. A casa era grande; não devia ser difícil esconder um armário com fundo falso ou um cômodo secreto. Fiquei tentado a subir atrás dela, mas não quis abusar da sorte. Preferia que ela visse que eu respeitava suas regras enquanto ela cumprisse as minhas.
Eu continuava me movendo inquieto pela sala, com o pau já puxando a calça, quando ouvi o som inconfundível de botas descendo a escada. Virei-me, e lá estava Centelha, em todo o seu esplendor.
Botas verdes altas até os joelhos, luvas prateadas que chegavam aos cotovelos, um uniforme parecido com um maiô, deixando os ombros e as coxas à mostra, verde com estrelas prateadas estampadas no peito. A máscara prateada com estrelas verdes, a capa até a cintura com a mesma estampa. Ela estava impressionante. Sob o tecido fino do uniforme, marcavam-se os mamilos duros e o contorno exato de sua boceta peluda.
A única coisa que faltava em seu equipamento era o cinto tático e um pingente que costumava usar no pescoço, uma espécie de estatueta, talvez a fonte de seu poder. Nas fotos da imprensa ela sempre o exibia, mas agora não estava usando. Melhor para mim, pensei. Sem ele, eu a tinha diante de mim como uma mulher qualquer. Uma mulher forte, atlética, capaz de me dar uma surra num piscar de olhos, mas, ainda assim, uma mulher, não uma deusa com superpoderes. Uma fêmea madura e excitada que eu foderia até me cansar.
Como se lesse meus pensamentos, Centelha deu meia-volta, fazendo a capa ondular. Atrás, o uniforme cobria toda a bunda como um bom maiô, marcando o rego e as duas meias-luas apertadas. Que pena, pensei; eu gostaria que ela fosse mais ousada e exibisse descaradamente as nádegas. Mas não podia reclamar do que tinha diante de mim.
—Satisfeito? —disse, ao perceber que eu não falava.
—Fique de costas —ordenei, e ela obedeceu, o que apenas me lembrou o quanto eu estava duro. Meu pau pulsava dentro da calça, e uma grossa gota de líquido pré-seminal manchava minha cueca.
Aproximei-me por trás e, com toda a cara de pau do mundo, coloquei as mãos sobre aquelas nádegas tão apetitosas. Aquela bunda de uma mulher de quarenta e dois anos que se esforçava tanto para cuidar do corpo, muito mais firme e sensual que a de muitas garotas da minha idade. Dura ao toque, redonda, sem nenhum sinal de celulite. Ela deixou que eu a apalpasse sem reclamar, nem mesmo quando enfiei o tecido do uniforme entre as nádegas, deixando-as expostas como se ela usasse uma tanga. Enterrei os dedos na carne, apertei com força, abri suas nádegas para ver o ânus rosado e apertado aparecendo entre elas. Um gemido rouco escapou de mim ao vê-lo.
—Assim fica muito melhor em você —disse, enquanto desabotoava a capa—. Devia pensar em cortar a parte de trás do uniforme. Os cidadãos agradeceriam.
Sem protestar, ela deixou que eu tirasse a capa.
—O que está fazendo? —perguntou quando agarrei seus pulsos e os juntei atrás das costas.
—O que você acha? —respondi, segurando suas mãos com uma das minhas enquanto passava a capa entre elas—. Precisa mesmo que eu explique?
Centelha soltou um rosnado de protesto enquanto eu amarrava suas mãos com a própria capa. Com certeza era um nó desajeitado que ela poderia desfazer sem esforço, mas deixá-la amarrada me fazia arder de euforia por dentro. Eu me sentia poderoso, dominante, superior a ela. Afastei-me alguns passos para apreciar a imagem.
Centelha, a poderosa super-heroína, com o uniforme enfiado no rego da bunda, as nádegas à mostra e as mãos amarradas às costas com a própria capa. Eu não acreditava no que meus olhos viam. Estava tão eufórico que nem pensei em tirar uma foto.
—De joelhos —disse.
Fiquei alucinado quando Carla, com as mãos amarradas, agachou-se até ficar de joelhos e se virou para me olhar. Ou, melhor dizendo, para olhar o volume duro que deformava minha calça. Ela sabia perfeitamente o que eu pediria e parecia aceitá-lo. Com certeza pensou que um boquete de cinco minutos era um preço razoável para se livrar do problema.
Eu sabia que, mesmo que ela me tirasse o celular e apagasse o vídeo, mesmo que destruísse meu computador, eu sempre poderia gritar seu segredo aos quatro ventos. Pouca gente acreditaria em mim, mas o risco não seria zero. E, se o marido não soubesse, ela teria de dar explicações e já não poderia sair sorrateiramente da cama. Ela não podia me mandar para o hospital nem ameaçar me matar: era uma justiceira, era uma das boas. Portanto, não tinha muitas opções. E provavelmente pensou que eu, aos vinte e dois anos, me sentiria tão sortudo por receber aquele boquete que ficaria eternamente agradecido e a deixaria em paz.
Ingênua. Como estava enganada.
Baixei a calça e a cueca de uma só vez, e meu pau saltou para fora, mais duro do que nunca, rijo, com a glande inchada e arroxeada, brilhando de líquido pré-seminal. Ela soltou um suspiro ao vê-lo tão perto do rosto. Provavelmente o pau de Gonzalo era mais grosso e mais comprido que o meu, pensei. Mas quem ia fodê-la agora era eu, o vizinho de vinte e dois anos. O de um moleque de quem ela teria de chupar o pau como se ele fosse seu amo.
—Ponha essa língua para fora —ordenei, surpreendendo a mim mesmo com a firmeza da minha voz.
E Centelha, a veterana justiceira, mostrou obedientemente sua língua rosada. Passei a glande por cima dela, deixando um rastro brilhante de líquido pré-seminal na ponta. Ela estremeceu. Esfreguei o pau em sua bochecha e na máscara prateada, sujando as estrelas verdes da máscara com minha baba.
Ao vê-la tão disposta, com a boca entreaberta, convidando-me a terminar de uma vez, não consegui resistir. Dei-lhe algumas bofetadas no rosto com o pau duro, um golpe seco em cada bochecha, e ela fechou os olhos, suportando a humilhação sem se alterar. Meu pau ereto deixou uma marca vermelha quando bateu. Perguntei-me se algum criminoso já a teria humilhado daquela forma e me lembrei da noite anterior, do uniforme feito em farrapos, dela quase nua, imaginando se quem a deixara daquele jeito também teria enfiado o pau em sua boca, gozado em seu rosto e a abandonado em algum beco, escorrendo sêmen sobre a máscara.
Com esse pensamento, deslizei a glande entre seus lábios. Quase gozei só com o contato da boca quente e úmida se fechando sobre a ponta. Eu não acreditava: minha vizinha madura e gostosa estava me chupando. Quantas vezes eu fantasiara aquilo enquanto a via tomar sol naquele biquíni minúsculo. E não era só isso: eu tinha a super-heroína mais veterana da cidade ajoelhada diante de mim, com as mãos amarradas às costas, chupando meu pau como uma puta qualquer.
Dava para perceber que ela tinha experiência. A língua se enrolava em torno da glande, dando voltas pela coroa, enquanto ela sugava com as bochechas encovadas. Tirava-o lentamente até a ponta, deixava um beijo molhado na cabeça e depois o engolia de novo, dessa vez um pouco mais fundo, até a ponta tocar seu palato. Quantas coisas ela devia fazer com o idiota do Gonzalo na cama. Nunca ninguém tinha me chupado daquele jeito, e eu ficava alucinado com a sensação de cada milímetro do meu pau envolto por sua boca quente.
Agarrei seus cabelos pretos com as duas mãos, entrelaçando os dedos entre os fios, e pressionei seu rosto contra minha virilha sem a menor delicadeza. Ela tentou se adaptar, mas empurrei de repente, empalando seu rosto contra mim, até que ela o engoliu inteiro e eu o senti cravar-se no fundo de sua garganta. Carla engasgou, seus olhos se encheram de lágrimas e um fio de baba começou a escorrer pelo queixo. Mas não afastei seu rosto. Pelo contrário: comecei a foder sua boca num ritmo firme, retirando o pau até a glande e enfiando-o de volta até os ovos, ouvindo o ruído úmido e obsceno que sua garganta fazia cada vez que eu a penetrava.
—Olhe a veterana puta Centelha me chupando como uma vadia —disse, sem conseguir me conter—. Se os criminosos que tremiam ao ouvir seu nome soubessem que agora você está ajoelhada, amarrada, engolindo o pau de um moleque de vinte e dois anos.
Ela gemeu com a boca cheia, e o gemido vibrou ao redor do meu pau. Empurrei com mais força, sufocando-a contra mim, sentindo a garganta se abrir pouco a pouco, cedendo. Soltei uma das mãos de seus cabelos e agarrei seu queixo, obrigando-a a erguer o rosto para me olhar enquanto eu continuava enfiando o pau. A máscara prateada, o cabelo revolto entre meus dedos, a boca esticada ao redor do tronco do meu pau, os olhos vermelhos de tanto aguentar, a baba escorrendo pelo queixo e pingando nas estrelas prateadas do peito do uniforme. Era a imagem mais obscena que eu já vira na vida.
Fiquei imaginando se ela sabia que, da janela do meu quarto, dava para ver o interior da sala dela. Eu gostava de pensar que sim, que ela passeava de propósito para me deixar excitado. Aquilo me deixava ainda mais duro. Empurrei sua cabeça até o fundo mais uma vez, sentindo a ponta cravada em sua garganta, e a mantive ali por vários segundos enquanto ela se engasgava, com as lágrimas escorrendo e a maquiagem borrando sob a máscara.
Quando a soltei, ela puxou uma golfada de ar e me olhou com os olhos brilhantes. Um fio espesso de baba ainda ligava sua boca à ponta do meu pau.
—Continue —esbravejei—. E agora chupe minhas bolas também.
Sem protestar, Carla inclinou-se para a frente e mostrou a língua. Começou a lamber minhas bolas calmamente, subindo pelo eixo desde a base, chupando cada testículo com uma sucção suave que me fez as pernas tremerem. Eu a segurava pelos cabelos enquanto ela trabalhava com a boca, alternando entre chupar minhas bolas e voltar ao pau, respirando quando podia, engasgando quando eu empurrava demais.
Senti que ia explodir. Agarrei seus cabelos com as duas mãos outra vez e fodi sua boca num ritmo brutal, investindo sem misericórdia, ouvindo o chapinhar pornográfico da garganta e seus engasgos abafados.
—Vou gozar, puta —rosnei—. Vou gozar na sua boca de super-heroína.
E foi o que fiz. Enquanto atingia o orgasmo mais intenso da minha vida, esvaziei toda a carga dentro da boca daquela mulher madura e bronzeada, jato após jato quente e espesso atingindo sua língua e sua garganta. Senti sua boca se encher, começar a transbordar, e um grosso fio de sêmen escorrer pelo canto dos lábios e descer pelo queixo até as estrelas prateadas do uniforme.
Carla não reclamou. Afastou o rosto e, ainda com as mãos amarradas às costas, sem fazer o menor gesto para se soltar, cuspiu no chão uma golfada densa e branca. Com tão pouca sorte que a maior parte caiu sobre o próprio uniforme, manchando aquelas estrelas prateadas que tanto temor inspiravam nos criminosos, enquanto outro jato escorria entre seus peitos, entrando sob o tecido e ensopando-o por dentro. Com aqueles peitões enormes no caminho, era impossível mirar direito no chão. Sua boca ficou brilhante, lambuzada, e um fio branco ainda pendia do lábio inferior, esticando-se até o queixo.
—Engula o que ainda restou —ordenei.
Ela me olhou com ódio, mas obedeceu. Vi o volume branco em sua boca desaparecer depois de uma deglutição obscena, e o pomo de Adão se mover. Ela abriu a boca para me mostrar que estava vazia. Passei a língua pelos lábios.
***
Talvez ela tenha pensado que aquilo me deixaria satisfeito, mas nada poderia estar mais longe da verdade. Eu era jovem e estava cheio de vigor. Vê-la com o uniforme manchado do meu sêmen, a boca ainda brilhante, as mãos amarradas e aquela bunda exposta fez meu pau endurecer outra vez quase imediatamente. Eu a tinha em minhas mãos e não desperdiçaria a oportunidade.
Agarrei-a pelos cabelos e forcei-a a se levantar. Fiquei tentado a arrastá-la escada acima e fodê-la na própria cama, na cama onde ela transava com Gonzalo. Teria sido uma humilhação terrível para o marido presunçoso. Mas eu não aguentaria esperar tanto; estava prestes a explodir outra vez. Eu estava com urgência e tinha de ser agora.
Então, em vez de levá-la até a escada, empurrei-a contra o sofá, um amplo sofá de couro preto que certamente valia mais que o carro da minha mãe. Centelha protestou ao se ver de bruços, com os peitos esmagados contra o couro, mas não fez nenhum gesto de resistência. Simplesmente deixou que eu fizesse o que quisesse.
A veterana super-heroína parecia bastante patética, com o rosto contra o sofá, as pernas entreabertas, a bunda empinada e as mãos amarradas com a própria capa. Quase gozei só com aquela imagem. Abri suas pernas de uma vez, segurando cada coxa e obrigando-a a separá-las o máximo possível, até o tecido do uniforme se esticar entre suas pernas, marcando cada dobra da boceta.
Ansioso, afastei o uniforme para o lado e descobri sua boceta. Os lábios carnudos, inchados e rosados, emoldurados pela faixa de pelos pretos aparados, e uma fenda brilhante de umidade escorrendo. Passei dois dedos por cima e me surpreendi ao encontrá-la encharcada. Retirei-os lambuzados, brilhantes, e os passei diante do rosto dela para que visse.
—Olhe como você está, Centelha —disse, esfregando meus dedos em seus lábios—. Chupe-os, sua safada.
Ela abriu a boca e lambeu obedientemente os próprios fluidos dos meus dedos. Aquela mulher estava ficando excitada por ser atacada na própria casa. Eu não acreditava: ela estava gostando daquilo. Fiquei imaginando se ser super-heroína era algum tipo de fetiche para ela, se fantasiava em ser subjugada por algum vilão enquanto Gonzalo a fodia, se voltava para casa molhada e necessitada depois das batidas noturnas.
Voltei à retaguarda e enfiei dois dedos de uma vez em sua boceta, até os nós dos dedos. Ela soltou um gemido abafado contra o couro do sofá. Fodi-a com os dedos por algum tempo, sentindo-a apertar-se ao redor deles, ouvindo o som líquido e obsceno que sua boceta excitada fazia cada vez que eu os retirava e voltava a enterrá-los. Procurei o clitóris com o polegar e esfreguei-o em círculos enquanto continuava enfiando os dedos até o fundo. Carla começou a mover os quadris, empurrando para trás, procurando mais.
—Olhe para você, a grande Centelha implorando por mais —disse—. A grande justiceira mexendo a bunda como uma cadela.
—Cale a boca e me foda logo, seu canalha —murmurou contra o sofá, me surpreendendo.
Eu não saberia dizer o que a excitava mais: ser chantageada e atacada pelo vizinho jovem e pervertido, ou ver-se subjugada vestida de Centelha. Mas não estava em condições de pensar muito; meu pau pulsante pensava por mim. Retirei os dedos, agarrei seus quadris e, afastando o uniforme, enfiei o pau de uma vez até os ovos.
E como deslizou para dentro. A boceta de Carla estava tão molhada e quente que o pau mergulhou até o fundo sem resistência alguma, e senti as paredes internas se fecharem ao meu redor, ordenhando-me. Aos quarenta e dois anos, Carla tinha ampla experiência, e seu corpo me aceitou sem problemas. Eu a ouvi gemer enquanto a penetrava com força, fodendo-a como vira naqueles vídeos, brutalmente, sem misericórdia, prensando-a contra o sofá a cada investida.
O som da nossa foda era pornográfico: o chapinhar úmido da boceta encharcada, o baque seco dos meus quadris chocando-se contra suas nádegas, seus gemidos entrecortados contra o couro, meus grunhidos roucos sobre ela. Agarrei seus cabelos como se fossem as rédeas de um cavalo, obrigando-a a erguer a cabeça, enquanto a outra mão deslizava por sua cintura e apalpava com brutalidade aquela bunda que tanto me excitava. Eu apertava, agarrava, dava palmadas que deixavam a marca vermelha da minha mão na pele bronzeada, arranhava-a, deixando sulcos vermelhos. E ela não fazia mais que gemer de prazer, empurrando para trás para me cravar mais fundo. Aquilo agradava tanto a ela quanto a mim, e quanto mais excitada eu a via, mais vontade tinha de tratá-la com dureza.
—Toma, toma, puta —eu rosnava, investindo cada vez mais forte—. Toma o pau do seu vizinho, sua super-heroína de merda.
—Sim, sim, continue, não pare, enfie tudo —ela gemia, já sem nenhuma dignidade, sendo apenas uma mulher madura desesperada para ser fodida.
Soltei seus cabelos e subi a mão pelos ombros, enfiando-a sob o uniforme até alcançar seus peitos. Apertei-os como se fossem frutas maduras, belisquei seus mamilos duros até ela soltar um uivo, sentindo o calor deles preencher minha mão. Rasguei um pouco mais o tecido do uniforme para tirar um peito inteiro para fora e o agarrei com brutalidade, cravando os dedos na carne firme enquanto continuava fodendo-a por trás. E ela continuava gemendo sem parar. Será que o marido não lhe dava o que precisava? Comecei a suspeitar que sua vida sexual com Gonzalo era das mais entediantes.
Eu era incapaz de imaginar uma vida monótona com uma mulher assim. Se eu fosse Gonzalo, teria prensado aquela mulher contra alguma coisa assim que entrasse pela porta: no hall, na cozinha, no sofá como agora, na escada, na banheira. Em qualquer canto daquela casa enorme, fazendo seus gemidos ecoarem pelas paredes como agora.
Talvez Gonzalo, com tudo o que o trabalho exigia dele, chegasse tão exausto que só tivesse forças para uma trepada rápida e sem graça. Não era a imagem que eu tinha dele, mas, vendo como sua mulher gemia enquanto eu a tomava à força, só conseguia imaginar o quanto Carla estava necessitada de sexo duro.
Retirei-a de uma vez e coloquei-a de costas no sofá. Com as mãos ainda amarradas sob o corpo, arqueando as costas, seus peitos enormes balançavam a cada movimento. Abri suas pernas o máximo possível, coloquei-as sobre meus ombros e voltei a enterrar o pau em sua boceta, dessa vez vendo seu rosto, vendo como Centelha, a grande justiceira com a máscara prateada, fazia uma cara de puta no cio enquanto eu a partia ao meio. Fodi sua boceta olhando em seus olhos, sentindo-a se contrair cada vez que eu a penetrava até o fundo.
—Olhe para mim, puta —disse, dando-lhe um tapa suave na bochecha—. Olhe para mim enquanto eu fodo você. Não se esqueça de quem está arrebentando sua boceta.
Ela abriu os olhos, verdes sob a máscara prateada, e me encarou com uma mistura de ódio e prazer que quase me fez gozar ali mesmo. Aproveitei a posição para baixar a mão e esfregar seu clitóris com o polegar enquanto investia sem parar. Sua boceta ficou ainda mais molhada, escorrendo pelas coxas e manchando o couro preto do sofá.
O intenso orgasmo que ela alcançou enquanto eu continuava dentro dela confirmou isso. O corpo inteiro ficou tenso, ela arqueou as costas, os peitos se ergueram e soltou um grito longo e agudo que ecoou pela sala. A boceta se fechou ao redor do meu pau em espasmos, espremendo-o, e senti um jato quente molhar minha virilha. Minha vida sexual era quase inexistente, salvo algumas experiências caóticas nas quais a garota nem sequer chegara ao fim, então ser capaz de fazer uma mulher como Carla gozar estava muito além da minha imaginação. Fui o primeiro a me surpreender ao vê-la terminar antes de mim.
Ela gritou como se quisesse que o bairro inteiro a ouvisse, e aquilo foi demais para mim. Retirei-a de uma vez, escorrendo, e a coloquei novamente de joelhos no sofá, de costas para mim, com a bunda empinada. Abri suas nádegas com as duas mãos e enfiei outra vez o pau em sua boceta encharcada, fodendo-a num ritmo bestial por mais algum tempo, sentindo o orgasmo se acumular em meus ovos.
Eu não queria gozar dentro, mas não consegui evitar: uma descarga potente, talvez maior que a anterior, terminou dentro dela. Cada jato quente disparado até o fundo, sentindo meu pau pulsar contra as paredes de sua boceta. Permaneci enterrado dentro dela, apertando-a contra mim, esvaziando-me até a última gota. Ela não protestou, então supus que tomava precauções havia muito tempo. Quando me esvaziei completamente, retirei o pau de uma vez e o sacudi contra suas nádegas, deixando um rastro de baba e sêmen sobre a pele bronzeada.
Abri suas nádegas com as duas mãos para ver o regato branco que começava a escorrer de sua boceta aberta, deslizando entre os lábios vermelhos e inchados, e passei a ponta da glande, ainda sensível, sobre o ânus rosado, provocando-a. Ela estremeceu.
—Outro dia também vou arrebentar sua bunda —prometi, dando-lhe uma palmada seca na nádega esquerda, que ecoou pela sala.
Enquanto puxava a calça para cima, olhei de relance para Centelha. A veterana super-heroína continuava na mesma posição em que eu a deixara: com as botas reluzentes e o uniforme mal ajeitado, ainda manchado de sêmen no peito, de bruços no sofá, esparramada, com a bunda empinada, os fluidos escorrendo por suas coxas e formando dois regatos brilhantes. Uma mancha no couro preto que crescia pouco a pouco, mistura da minha ejaculação com os próprios fluidos dela. Respirava ofegante depois do orgasmo, com as mãos ainda amarradas e sem fazer o menor gesto para se soltar ou mudar para uma posição mais confortável. Eu a deixara bem fodida.
Não consegui parar de pensar em como aquela posição era indigna para uma super-heroína como ela. Ela não sentia vergonha de estar daquele jeito, sabendo que eu a observava, com o sêmen escorrendo por dentro de suas coxas e o uniforme rasgado e manchado? Dessa vez não resisti: quando abotoei a calça, tirei algumas fotos dela com o celular, enquadrando bem a bunda molhada, a boceta aberta e gotejante e o uniforme maculado. Material novo para o arquivo.
Eu acabara de viver a maior experiência sexual da minha vida e nem sequer a despira. Lá estava ela, vestida com um uniforme que agora me parecia mais o de uma dançarina de boate de striptease que o de uma super-heroína respeitável.
Havia tantas obscenidades que eu ainda queria fazer com ela, mas já não me restava vigor. Duas descargas tinham me deixado exausto. Olhei para Carla, ainda deitada naquela posição humilhante, ofegante, com o sêmen escorrendo lentamente por suas coxas, e fiquei imaginando o que passava por sua cabeça.
Com certeza ela consentira com tudo para se livrar daquela encrenca. Sabia que eu era pervertido, mas não sádico nem supervilão. Eu não queria arruinar sua vida, e ela deve ter pensado que um bom boquete e uma boa trepada eram um preço aceitável pelo meu silêncio. Deve ter imaginado que, com minha juventude e pouca experiência, aquilo seria para mim como ganhar na loteria, e que eu ficaria satisfeito.
Eu tinha ido muito mais longe do que imaginara ao bater à sua porta, apenas uma hora antes. Sempre pensei que, no máximo, deixaria que ela ficasse nua e a apalpasse um pouco. Tinha conseguido muito mais do que esperava, e ela acreditava que, com aquilo, o assunto estava encerrado.
Ela nem sequer me pediu para apagar o vídeo, talvez porque soubesse que eu jamais eliminaria todas as cópias. Mas certamente pensou que, com aquilo, comprava meu silêncio. Afinal, ela ainda era Centelha, e não me convinha tentar mais a sorte.
Aproximei-me dela, que continuava naquela posição indigna enquanto a mancha do sofá aumentava, e me despedi com um beijo na nuca. Provavelmente, quando me ouviu sair e fechar a porta, suspirou aliviada, pensando que tudo tinha terminado.
Como se tivesse terminado. O que eu acabara de viver fora tão intenso que minha cabeça não parava de pensar em como voltaria a subjugá-la, em como da próxima vez foderia sua bunda apertada, em como a faria gozar com meu pau na boca, em como a amarraria à própria cama de casal e a foderia durante horas. Talvez ela estivesse convencida de que aquilo acabara. Ingênua. Para mim, aquilo estava apenas começando.