Não sei se sou bissexual ou um degenerado submisso
Nunca me atraíram os homens, mas a rola grossa de um macho que sabe mandar me perde. Isso me faz bissexual ou algo pior? Preciso que alguém me diga.
Nunca me atraíram os homens, mas a rola grossa de um macho que sabe mandar me perde. Isso me faz bissexual ou algo pior? Preciso que alguém me diga.
As dominadoras sabem o que fazer com eles; as submissas quase nada. Minha confissão real sobre o que descobri explorando meu Dom.
Éramos cinco amigos e um povoado à beira-mar. O que começou como uma brincadeira entre risadas e cervejas virou o fim de semana que mudou tudo entre nós.
Vivíamos há anos com uma regra clara, mas naquela manhã entendi que renovar o contrato significava subir na mesa da notaria diante de todos.
Caminho entre os armários com a toalha no ombro e sinto todos os olhares. Eles fingem que não olham, mas seus corpos respondem antes das palavras.
Levei duas semanas para admitir que queria que acontecesse de novo. E, numa madrugada, em vez de fugir, sentei naquela escada e esperei por eles.
Quando o carregaram dormindo até a cama, soube que aquela noite não terminaria como as outras. E não me arrependo de nada do que aconteceu depois.
Abri a porta enrolada na toalha, ainda molhada, convencida de que era um pacote. Era ele, com um buquê na mão e um sorriso que não prometia nada inocente.
Naquela madrugada, perdi meu dinheiro, minha calcinha e a ideia que eu tinha de mim mesma. O que aconteceu depois naquele parque vazio eu nunca tinha contado a ninguém.
Éramos vizinhos havia anos e mal trocávamos um “oi” no corredor. Naquela noite, quando coloquei meu suéter sobre seus ombros, soube que não íamos mais fingir.
Baixei a guarda assim que ele cruzou a porta da cocheira. Não vim atrás de nada disso, mas a voz dele me mandou ajoelhar e eu já não soube dizer não.
Esperei as portas se fecharem. Diego já beijava a namorada sem disfarçar, e a irmã dela me olhava de soslaio, mordendo o lábio, sem saber o que fazer com as mãos.
Subimos para estender a roupa com qualquer pretexto. Entre as caixas d’água da laje, descobri que ela estava tão impaciente quanto eu para parar de fingir.
Ele me passou um bilhetinho na mão ao retirar o prato. Li no quarto: era o número dele. E soube que aquela noite eu não ia ficar sozinha.
Ela subia para o quarto, abria o armário e se trocava sabendo que a gente a observava da rua. Eu era o mais novo do grupo, mas fui o primeiro a entrar pela sua porta.
Eu tinha jurado que a virgindade dela era inegociável. Naquela manhã, no apartamento emprestado por um amigo, ela me mostrou até onde estava disposta a ir.
Eu o tinha visto só uma vez e não consegui esquecer o corpo dele. Quando soube que ele também me procurava, esperei minha mãe sair para trabalhar e o deixei entrar.
Pensei que o merendero estaria vazio com essa chuva. Então ela apareceu, me pediu fogo e, duas horas depois, deixou o vestido escorregar até o chão.
Só queria ser gentil e subir suas sacolas até o apartamento. Ela me ofereceu um refrigerante, trocou de roupa e deixou a porta do quarto entreaberta.
Começou com um tornozelo torcido na quadra e terminou muitas semanas depois, numa noite em que a casa dela ficou vazia e já não houve motivo para segurar o desejo.