O que aconteceu naquela noite com meu melhor amigo
Quando senti o pau dele contra minhas nádegas no escuro, soube que nenhum dos dois dormiria naquela noite. Quinze anos depois, ainda penso nisso.
Quando senti o pau dele contra minhas nádegas no escuro, soube que nenhum dos dois dormiria naquela noite. Quinze anos depois, ainda penso nisso.
Camila evitava me olhar do outro lado da piscina. Naquela noite, quando saí para tomar ar entre os laranjeiros, ela me seguiu na escuridão sem que eu pedisse nada.
Dei de cara com um turista na orla e ele me deixou um número com uma proposta impossível de ignorar. Naquela mesma tarde, liguei.
Estávamos há meses esperando. Meus pais enfim sairiam, ela chegou com lingerie azul-escuro e nós dois tremendo — e então o corpo decidiu outra coisa.
Estávamos sozinhas diante do espelho. Eu arrumando o batom; ela me olhando com uma intensidade que já não era amizade. E então se aproximou.
Voltei pela segunda vez ao antro em busca de prazer e um garoto novo me escolheu. O que prometia ser uma lição fácil acabou me marcando de um jeito inesperado.
Naquela tarde eu não fui jogar futebol. Fui perder algo que já estava decidido a perder, sem imaginar que minha mãe chegaria antes da hora.
Lucía era a mais recatada do grupo do colégio. Naquela noite, vi-a chegar ao aniversário de minissaia e entendi que a garota da missa de domingo já não era a mesma.
Eu tinha vinte e dois anos, uma curiosidade trancada a sete chaves e o endereço de um hotel onde ninguém faria perguntas incômodas. Antonella me esperava com um livro na mão.
Tinha vinte anos, dois meses e quatorze dias quando encheu o tanque, subiu a serra e empurrou a porta do único açougue aberto de Risca Alta.
Abri a gaveta errada por engano e descobri que minha melhor amiga escondia coisas que eu nem sequer sabia nomear. Naquela tarde, ela decidiu me explicar uma por uma.
Revisei as câmeras do terraço e descobri que a filha da minha vizinha vinha nos espionando em silêncio atrás das cortinas havia semanas.
Cheguei ao apartamento dele convencido de que iria penetrá-lo. Saí descobrindo que o que meu corpo sempre procurou era exatamente o contrário.
Fui ao show esperando que ele me levasse para a cama. Não imaginei que seria a namorada dele quem me arrastaria ao banheiro depois da terceira música.
A mãe saiu para resolver um assunto, a irmã foi com a amiga, e ficamos sozinhos. Camila abriu o livro de biologia e começou a fazer perguntas que nenhum professor responde.
Renata a observava há dois anos pelos corredores do escritório. Numa noite, depois de fechar a licitação, enfim deixou o roçar virar algo mais.
Entrei na cabine achando que seria só mais uma tarde de rotina. Saí sendo outra mulher, com o gosto de um beijo que não deveria ter acontecido.
Carla entrou no banheiro isolado do festival apertando como pôde e ficou hipnotizada com os pelos rosas da desconhecida que mijava à sua frente.
Eu vinha lhe dando chocolates e rosas havia meses sem saber o que esperar. Naquele fim de tarde, no táxi de volta do trabalho, ela se aproximou do meu ouvido e tudo mudou.
Quando Inés afastou a cortina da barraca, a namorada já estava em cima de outra garota, ainda ofegante por um orgasmo que não era dela.