Meu marido viajou e deixou o primo dele cuidando de mim
Quando Damián fechou a porta e saiu em viagem, Mariela já sabia que a semana inteira a sós com Rodrigo mudaria tudo entre eles.
Quando Damián fechou a porta e saiu em viagem, Mariela já sabia que a semana inteira a sós com Rodrigo mudaria tudo entre eles.
Encontrei uma foto velha guardada numa gaveta e, de repente, soube exatamente o que queria pedir a cada um deles nessas férias.
Sempre fui um homem de futebol e conquistas, até que a primeira tanga roçou minha pele depilada e eu entendi que não havia mais volta.
Ela saiu do banheiro de lingerie, posou na minha frente e perguntou de zero a dez quanto estava boa. Eu já sabia onde aquela noite ia terminar.
Achei que ninguém tinha me visto naquela tarde na casa do meu avô. Eu estava errada: havia dois olhos atrás da porta, e eles levaram quinze anos para falar.
Quando dei de cara com ele naquela praia, depois de três anos sem nos vermos, ele já não era o menino que jogava areia no meu cabelo. Algo no olhar dele me disse que aquilo não ia terminar bem.
Desci até o banheiro procurando Mateo e Ricardo, e o que encontrei atrás da porta entreaberta me deixou pregado no corredor, sem ar e sem conseguir desviar o olhar.
Achei que só íamos subir ao pinhal para comer tortilha e beber vinho tinto. Não imaginei que aquela tarde minha prima me pediria que eu a tocasse entre as árvores.
Achei que era um encontro secreto com a prima da minha namorada. O que eu não sabia era que o celular ao lado da cama estava transmitindo tudo ao vivo.
Ninguém na família imaginava o que acontecia entre Lucía e eu quando as luzes se apagavam e a gente sumia por um fim de semana em qualquer hotel do centro.
Tinha 20 anos e nunca tinha sentido um orgasmo de verdade. Numa noite de janeiro, com o calor pegajoso e meio rosé, minha prima francesa decidiu que já era hora.
Aos dezoito anos eu achava que já tinha visto de tudo, até minha prima baixar as persianas, colocar aquele filme e começar a se acariciar sem tirar os olhos de mim.
Cinco primos, um amigo e uma sauna isolada. Aquela despedida ia começar num jacuzzi com duas bocas se revezando na minha rola e terminar ao amanhecer.
Estávamos sozinhos naquela sesta de março, ela ainda com o uniforme. Não sei como passamos de fazer cócegas no sofá para outra coisa.
Ele passou duas horas olhando sem disfarçar, e ela sabia. Quando pediu para subir ao terceiro andar atrás de guirlandas, entendi que aquele Natal seria diferente.
Naquele verão, alugamos a casinha de sempre e ela desceu do carro com um sorriso novo. Minha prima. Proibida. E ainda assim, tudo o que eu queria.
Passamos o casamento inteiro trocando olhares. Quando ele sussurrou que queria me mostrar algo, achei que era brincadeira. Não era.
Vinte anos, zero experiência e uma prima que o olhava como se soubesse exatamente o que ele tinha na cabeça. O verão prometia ser longo.
Diego me olhou antes de desligar o motor. Nós dois sabíamos o que significava eu convidá-lo para subir. Ainda assim, abri a porta do carro.
Eu o massageei depois da praia, sem pensar. Senti a ereção sob a sunga e soube que aquele verão não terminaria como os outros.