O favor que minha amiga me pediu depois de seis cervejas
Quando ela se ajoelhou no chuveiro e me olhou com aquele sorriso, soube que não havia volta: a fantasia dela e a minha estavam prestes a cruzar uma linha.
Quando ela se ajoelhou no chuveiro e me olhou com aquele sorriso, soube que não havia volta: a fantasia dela e a minha estavam prestes a cruzar uma linha.
Subi para oferecer ajuda como um bom vizinho. Desci convertido em algo bem diferente, ajoelhado no banheiro dela e obedecendo a cada palavra que saía da boca dela.
A primeira vez que ela me pôs a coleira eu soube que não havia volta: desceria sempre que ela chamasse, pronto para obedecer a qualquer ordem que saísse da boca dela.
«Não estamos fazendo nada, é um pedaço de silicone», ela me disse. Mas a forma como me olhava enquanto abria a caixa dizia exatamente o contrário.
Ele a viu dormindo no sofá e não resistiu aos pés descalços da prima. O que começa como fetiche secreto vira uma entrega proibida.
Durante anos aceitei para agradar e depois corria ao banheiro para cuspir. Com ele descobri que a barreira mais difícil de derrubar era também a que escondia mais prazer.
Entrei no quarto dele só para conversar e acabei descobrindo algo que despertou cada hormônio do meu corpo. Quando ele me pegou, já não havia como fingir que eu não o desejava.
Nunca tinha tocado uma barriga assim sem a luva e o avental no meio. Dessa vez era a de Marisol, sua cunhada, e ela não conseguiu fingir que só buscava os chutes dos gêmeos.
Faltavam dias para o parto e eu só pensava em uma coisa. Quando a contração me dobrou de dor, pedi a Rocío que enfiara a mão sob o lençol.
Quando a luz do banheiro se acendeu de repente, fiquei imóvel, com o biquíni dela na mão e os olhos dela cravados nos meus. Eu soube que, dali em diante, não mandava mais.
Desci ao jardim no escuro sem saber que, dessa vez, ela não me deixaria sozinho com a própria lingerie: tinha algo da mãe guardado para mim.
Ela escondia algo na mão e aquele sorriso não anunciava nada inocente. —Mostra a língua —me ordenou, e eu já sabia que ia obedecer.
Toda noite ela me pedia algo novo pelas grades da janela, e eu era incapaz de dizer não, mesmo que isso significasse mexer no cesto de roupa suja da minha própria mãe.
Carla surgiu descalça entre as sombras do jardim, com aquele ar de menina boazinha que escondia a garota mais perversa que eu já conheci.
«Eu sou sua senhora e ordeno que fique quieto», sussurrou. Eu tinha sobrevivido a três missões de combate, mas nada me preparou para obedecê-la.
Fui treinada para agradar e obedecer, mas aquela porta entreaberta despertou algo diferente: uma faísca de desafio que nem as algemas frias contra minha pele conseguiram apagar.
Eu ainda estava nua sobre a cama quando a porta se abriu, e por um segundo nenhum dos dois soube o que fazer com o que o outro acabara de ver.
Ela atravessou meio reino por uma relíquia lendária; o que não esperava era se ajoelhar diante de quem a guardava — nem desejar isso com cada fibra do corpo.
Eu o vigiei antes de sua falta. Disse que eu era bonita demais para andar entre a lama, sem saber que essa frase o condenava a nunca sair dela.
Nessa noite desci para pegar um copo d'água e ele estava acordado no sofá. O que aconteceu depois na minha cama, com meu padrasto respirando do outro lado da porta, ainda me queima.