Minha mãe descobriu meu segredo e eu descobri o dela
Prometi contar só coisas reais, então vou contar como minha mãe descobriu meu namorado mais velho… e como, sem querer, descobri o que ela fazia de verdade.
Prometi contar só coisas reais, então vou contar como minha mãe descobriu meu namorado mais velho… e como, sem querer, descobri o que ela fazia de verdade.
Ninguém na festa suspeitava de nada: para todos nós éramos só amigos. Mas naquela madrugada Adrián desviou o carro para a fazenda na colina, e eu soube que já não íamos mais fingir.
Achei que era um jogo inocente de olhares no semáforo. Não imaginei que, num sábado de manhã, eu bateria à porta dele com a desculpa mais idiota do mundo.
Nunca me atraíram os homens, mas a rola grossa de um macho que sabe mandar me perde. Isso me faz bissexual ou algo pior? Preciso que alguém me diga.
Aos oitenta e sete anos ele achava que já tinha ouvido de tudo. Então ela se ajoelhou do outro lado da grade e começou a contar o que fazia quando o marido viajava.
Sempre tive nojo de banheiros públicos, mas naquele dia não tive escolha. O que eu não imaginava era o que encontraria ao voltar correndo pelo celular que tinha esquecido sobre a caixa d’água.
Abri a porta enrolada na toalha, ainda molhada, convencida de que era um pacote. Era ele, com um buquê na mão e um sorriso que não prometia nada inocente.
Não conto isso para aliviar a consciência, mas para confessar até onde fui capaz de chegar naquela tarde, com ele dormindo na maca e ela a poucos metros.
Começou como um interesse acadêmico pelo aluno mais brilhante do grupo. O que acabou acontecendo na minha sala ainda me custa colocar em palavras.
Deixei cair o garfo dela e, ao me abaixar sob a mesa, descobri algo que nenhum dos adultos suspeitava. Naquela noite, tudo mudou.
Na primeira vez que a ouvi do outro lado da divisória, fiquei imóvel, prendendo a respiração, fingindo dormir enquanto ela acreditava estar completamente sozinha.
Reconheci o cesto de roupa que não era o meu e, antes de pensar, já tinha enfiado a mão nas peças dele. O que aconteceu depois me mudou por dentro.
Meu irmão me contava tudo: amantes, fetiches, o que fazia com Romina. O que ele nunca imaginou é que, certa madrugada, eu terminaria na cama com ela.
Encontrei a calcinha dela no chão do corredor, com um bilhete em cima. A partir dessa noite, os dois jogamos um jogo do qual nenhum dos dois queria sair.
Sabia que aqueles dois não tinham me convidado só para pescar. E eu, se for sincera, também não tinha dito sim só pelo rio.
Eu sabia que ele me desejava havia meses, e eu não ia parar até tê-lo na minha cama. O que eu não calculei foi quem nos descobriria depois.
Achei que estava sozinho entre a roupa estendida. Até que uma voz atrás de mim perguntou se eu gostava de suas calcinhas, e eu soube que não havia mais volta.
Nunca tinha sentido o desejo de outra mulher até aquela tarde, de pé no corredor, com a peça encharcada da minha colega entre as mãos e o pulso disparado.
Guardei isso por mais de uma década. Tudo começou por causa de um par de meias brancas e terminou num carro, às duas da manhã, com a última pessoa com quem eu devia me envolver.
Queria surpreendê-lo no banho, como todas as tardes. Deslizei nua atrás daquela costas largas e, quando ele começou a se virar, entendi que não era meu namorado.