Fui para a cama com o stripper na despedida de solteira
Não tinha sido planejado. Mas quando ele entrou no local com os outros e cravou os olhos em mim, eu já sabia que aquela noite terminaria de um único jeito.
Não tinha sido planejado. Mas quando ele entrou no local com os outros e cravou os olhos em mim, eu já sabia que aquela noite terminaria de um único jeito.
Saímos do café dizendo que íamos pegar um ar, mas quando ele tomou minha mão e me guiou entre as árvores, eu já sabia como aquela noite terminaria.
Entrei nu na piscina dos meus sogros às duas da manhã. Dez minutos de silêncio e liberdade. Depois ouvi uma porta se abrir.
Ela chegou com a mochila no ombro e uma chupeta vermelha entre os lábios. Tinha acabado de fazer vinte e dois e ria como se soubesse exatamente o que viria depois.
Quando ele fechou a porta com a mala, ficamos sozinhos. O sexo ainda estava ali, intenso e familiar, mas algo faltava. Algo que só ele trazia.
Éramos oito executivos num veleiro sob o sol. A tensão vinha se acumulando havia meses no escritório. Quando ancoramos naquela cala deserta de Menorca, não houve mais volta.
Estávamos havia meses brincando com a ideia. Mas quando Laura se aproximou daquele homem na água e vi sua mão se mover sob a superfície, soube que já não era fantasia.
Estávamos há dias trancados quando as conversas ficaram perigosas. A confissão dele na escuridão acabou com minhas mãos sobre ele.
Há três semanas a gente conversava por telefone. Quando finalmente abri a porta para ele, soube que aquela noite não terminaria com um simples beijo.
Rodrigo me olhava a bunda todos os dias no escritório sem se atrever a nada. Até que li o que a esposa dele pensava de mim e decidi que ela tinha razão.
Às sextas, Clara se vestia para mim: nada sob o vestido, dedos entre as pernas a caminho do cinema e o capô do carro como cama na escuridão.
Quando abri a porta, o primeiro detalhe que notei foram os lábios dele. O segundo, o jeito como me olhou antes de entrar. Eu já sabia como a tarde ia terminar.
Eu sabia que ele chegaria tarde e com ciúmes. Fiquei na cozinha usando minha renda preta. Quando a porta se abriu, soube que a noite estava apenas começando.
Passávamos anos fantasiando. Quando chegou o envelope lacrado com a palavra «Quimera», soube que aquela noite ia quebrar algo entre nós, para sempre.
Sangrei dentro da minha meia rasgada, mas continuei andando até a porta dele. Eu precisava olhar nos olhos dele e saber se o que eu sentia era recíproco.
Subir sete andares a pé de salto alto não era brincadeira. O que eu não sabia é que o porteiro me observava havia semanas como se eu fosse uma promessa a cumprir.
Apoiei o celular sobre a cômoda com a videochamada ativa. Meu amante assistia em silêncio enquanto um desconhecido me beijava o pescoço. Ele não queria perder nada.
Às três da madrugada, fui ao banheiro com o cheiro dela ainda na pele e, ao voltar para a cama, vi uma fresta de luz na porta da frente. Estavam nos olhando.
O plano era simples: piscina, churrasco e um fim de semana sem obrigações. O que eu não esperava era o que a manhã de sábado revelaria sobre nós dois.
Quando as luzes do palco a iluminaram, parei de vê-la como minha amiga. Só via a mulher que eu desejava havia anos sem coragem de dizer.