O que aconteceu com o tio do meu namorado enquanto ele dormia
Ele trouxe aguardente num galão sem rótulo e embebedou meu namorado em uma hora. Quando Sergio começou a roncar, o tio dele me olhou e eu soube que o jantar era só o começo.
Ele trouxe aguardente num galão sem rótulo e embebedou meu namorado em uma hora. Quando Sergio começou a roncar, o tio dele me olhou e eu soube que o jantar era só o começo.
Já tinham se passado doze meses desde a última vez. Virei uma esquina no centro e trombei com ela: o mesmo perfume, o mesmo olhar, a mesma vontade que eu achei ter esquecido.
Pedi ajuda com um cano que eu mesma podia desentupir. A verdade é que só queria vê-lo entrar na minha casa sabendo que estávamos os dois sozinhos.
Ela me pediu que subisse para ser cobaia de um óleo novo. O marido dela dormia no quarto ao lado e eu sabia que aquilo não terminaria em massagem.
Ela saiu para o corredor para me procurar, me encarou e disse que tinha uma pergunta. Eu não imaginava o que ia acontecer quando ela fechou a porta do quarto.
Abri sem pensar e não consegui parar de ler. Minha mãe escrevia tudo: cada detalhe de como voltou a se sentir viva depois de tocar o fundo.
Quando o treinador pediu que ela observasse os garotos, ela aceitou com um sorriso. Ninguém suspeitou que a mulher de terno azul já havia escolhido seus dois favoritos.
Ninguém respondeu ao interfone, mas a porta se abriu mesmo assim. Ali entendi que já não havia volta e que aquele homem faria comigo o que quisesse.
Passei o verão inteiro desejando isso e nunca tive coragem. Naquela tarde, com a piscina em silêncio e ninguém por perto, Adrián pulou na água pelado e me chamou.
Nós dois o desejávamos desde a primeira aula, mas nunca imaginamos que seria ele quem nos pediria para escolher entre esquecê-lo ou nos mudarmos para sua casa.
A mão fria dele se fechou no meu braço como uma garra. Eu era noventa quilos de músculo e, ainda assim, diante dele me senti pequeno, examinado, comprado.
Acabei de completar vinte e dois e nunca tinha ficado com ninguém. Iván tinha três anos a menos, mas bastou uma aposta besta para eu entender quem mandava.
Naquela tarde, com o ventilador roncando e a casa vazia, meu primo me olhou de um jeito diferente e disse que tinha algo a me provar. Eu não imaginei até onde ele iria.
O braço que descansava sobre seu abdômen não era o da namorada. Era pesado, quente, masculino. E Bruno não se lembrava de absolutamente nada da noite anterior.
Quando abri os olhos na sauna a vapor, ele já estava me olhando. E eu sabia perfeitamente quem era, embora jamais tivesse imaginado tê-lo tão perto.
Saí da academia com o corpo ainda pegando fogo e entrei pela trilha de terra para fumar sossegado. Não esperava que aquele carro preto parasse justo atrás de mim.
Escolheu o mictório ao lado sem pensar. Quando seus olhares se encontraram no espelho, soube que nenhum dos dois tinha entrado ali só para lavar as mãos.
Na sexta, por volta das dez, o ginásio quase vazio e um cara que pegava o dobro no banco ao lado. Bastou um olhar no espelho para tudo sair do eixo.
Ele tinha namorada e pagava de durão, mas naquela noite, trancados no cubículo do banheiro, foi ele quem me agarrou pela nuca e pediu que eu chupasse direito.
Perdemos o jogo e caminhávamos rumo ao metrô quando um carro de luxo parou ao nosso lado. O homem ao volante tinha uma proposta que nenhum de nós esperava.