Segui o fornecedor da feira até o seu quarto
Eu estava há três semanas na empresa quando ele se inclinou sobre a mesa e disse que eu tinha algo que chamava atenção. Naquela mesma tarde, eu o segui.
Eu estava há três semanas na empresa quando ele se inclinou sobre a mesa e disse que eu tinha algo que chamava atenção. Naquela mesma tarde, eu o segui.
Quando aquele homem pousou as mãos nas minhas costas, soube que já não era sobre a febre nem o cansaço da viagem, mas sobre algo que eu evitava havia anos.
Ele foi bater à porta esperando uma avaliação rotineira. Quem abriu foi uma desconhecida de jaleco e um sorriso que prometia problemas, e ele percebeu que naquela tarde não mandaria em nada.
Os pés dela na borda da minha poltrona foram só o começo. Naquela noite, descobri até onde eu estava disposto a ir para agradá-la.
Eu guardava esse segredo havia anos. Bastou uma garrafa de vodca e uma velha havaiana branca para ela assumir o controle e me pôr de joelhos.
Cada vez que a irmã dela se virava, ela tirava as sandálias e deixava os pés à mostra, sabendo o que fazia comigo e curtindo cada segundo da minha tortura.
Ela tirou o sapato dentro do carro, deslizou o pé até minha virilha e sussurrou: “Sua primeira vez vai ser me obedecendo? Melhor para nós dois”.
Levei três meses para chegar ao sofá de Mariana, tirar suas sapatilhas devagar e descobrir se ela realmente se importava com eu não conseguir parar de olhar seus pés.
Cheguei à casa dela por causa de um trabalho da escola e a encontrei de havaianas. A partir daí, nunca mais consegui olhar nos olhos dela sem pensar nos pés.
Entrei na pós-graduação sem conhecer ninguém. Bastou ela cruzar as pernas e tirar uma sandália para eu parar de prestar atenção em qualquer outra coisa.
Quando ela saiu do quarto vestida naquele látex preto, com o rabo de cavalo esticado e os saltos altos, eu soube que aquela noite não ia terminar cedo.
Ela sabia que aqueles dois homens a desprezariam assim que ela cruzasse a porta, e era exatamente isso que a fazia voltar de novo e de novo em busca de mais.
Não precisei ler o nome dele para saber que aquelas calças verdes que ele descrevia com tanto detalhe eram as minhas. E soube, naquele instante, que eu o faria implorar.
Ela foi expulsa da mansão por pedir demais. Perdida na noite, o fedor de um caminhão de lixo a fez sorrir: enfim alguém falaria sua língua.
Desceu as escadas daquele consultório sabendo que não sairia a mesma mulher: três pares de mãos a esperavam para lembrá-la do que ela realmente era.
Centella me segurou contra a parede da cabine, seus seios contra meu rosto, e sussurrou para eu aprender a ficar quieta e obedecer cada ordem.
Subiu descalça no ônibus com os tênis na mão e, no fundo, um desconhecido não conseguia tirar os olhos de seus pés nus sobre o banco.
Eu caçava esse momento havia anos em aeroportos e trens, mas nunca imaginei que uma desconhecida me deixaria adorar seus pés descalços em pleno voo.
Eu só ia tocá-lo por um instante, por pena. Não imaginei que aquele velho de mãos enormes acabaria me dando ordens enquanto eu obedecia sem resistir.
Ele me ofereceu o dobro do salário de qualquer outro. O que não estava no contrato era tudo o que a mão dele apertando meu ombro estava me exigindo.