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Relatos Ardientes

O segredo que minha irmã e eu guardamos em casa

Às sextas-feiras, passo para pegar Lara quando ela termina as aulas na faculdade, às três em ponto. Minha semana acaba às quintas, então tenho a tarde livre, e hoje, mais do que nunca, quero que fiquemos juntos o quanto antes. Faz dias que conto as horas.

Deixo o carro mal estacionado numa área de carga e, enquanto espero, dou uma olhada no celular. Tenho duas mensagens: a do encarregado do depósito e a da dona da cafeteria onde faço turno nos fins de semana. As duas confirmam que posso faltar. Pela primeira vez, me devolvem em tempo, e não em dinheiro.

Se algo me definiu nestes últimos anos foi a constância. Eu precisava juntar dinheiro para me emancipar e acumulei tantas horas extras que às vezes as colocava acima do sono ou de aulas que eu sabia que passaria de olhos fechados. Hoje eu recebo parte desse esforço: livre da cafeteria esta noite, livre do depósito amanhã. Só me resta passar no campus no sábado para um trabalho em grupo com Daniela e Marcos.

Volto a olhar para a rua e, pontual como um relógio, reconheço a cabeleira loira da minha irmã no meio da multidão de estudantes que cruza os portões. Ela me localiza na mesma hora e vem correndo até o carro.

— Oi, querido — ela me abraça assim que entra, enlaçando meu pescoço e me enchendo o rosto de beijos. Me enlouquece que ela faça isso.

— Como foi o dia, bonitona? — pergunto, retribuindo o abraço e beijando o topo da sua cabeça.

— Pfff, um saco, como sempre. Tinha um seminário sobre um livro em inglês e o tempo não passava. — De repente, levanta as sobrancelhas, como se tivesse acabado de se lembrar de algo —. Ei, Hugo, te responderam do trabalho?

— Sim, já está tudo certo. A única coisa que eu não posso cancelar é o encontro de sábado.

— Beeem — minimiza, revirando os olhos —, mas com o tanto que você se esforça eles não vão ficar chateados se você chegar um tiquinho atrasado, hihihi.

— Queria eu, mas não dá. Tenho um bom grupo, não quero deixar ninguém na mão.

***

Ansioso para chegar, piso no acelerador e, mesmo com trânsito, estacionamos em quinze minutos. O carro do nosso pai não está. Perfeito: hoje a casa é nossa até amanhã.

Subimos de elevador e aí eu já não me aguento. Empurro Lara contra a parede do fundo e enfio a língua até a garganta dela, comendo sua boca como venho querendo fazer há dias. Seguro firme pela cintura e pela nuca, e sinto como ela geme baixinho contra minha língua enquanto meu pau endurece de repente, pressionando contra o zíper até me machucar. Ela percebe na hora e esfrega o quadril contra meu volume, sem nenhuma vergonha.

— Hmmm, Hugo, você me perde — ela sussurra, mordendo meu lábio inferior e me olhando com aqueles olhos azuis que me desarmam —. Ele ficou duríssimo, querido. Eu sinto aqui, apertando contra mim…

— Eu sei — respondo no ouvido dela, enquanto enfio a mão por baixo da saia e acaricio sua bunda por cima da calcinha —. E hoje você vai me perder mais. Vou te foder tão bem que você vai esquecer até o próprio nome. Vou deixar sua boceta em carne viva, irmãzinha.

Justo quando vai levar a mão ao meu pau, o elevador para no nosso andar. Saímos meio abraçados, com os lábios já úmidos e ela com a face corada.

— Agora fica quietinha — peço, procurando a chave com pressa e as mãos um pouco suadas —. Só falta o papai estar em casa, nos ver assim e virar um Deus nos acuda.

Lara assente em silêncio. Abro, entramos, fechamos. Percorro os cômodos para ter certeza de que estamos sozinhos.

— Irmãzinha — anuncio com voz triunfal e um sorriso de orelha a orelha —, que comece a fes…

Não termino a frase. Lara se lança no meu pescoço com tanta fome que por um instante temo que vamos cair para trás. Por sorte, basta eu recuar uns passos para segurar o avanço.

— Finalmente — ela ofega entre um beijo e outro —. Finalmente temos um tempinho só pra nós. Eu te amo, querido. Você não imagina a vontade que eu estava de te beijar assim, em casa, sem olhar o relógio, sem preocupações.

Ela tem um dom para isso. Enrosca o corpo inteiro no meu, me abraça o pescoço e me beija até me deixar sem ar, esfregando as tetas no meu peito e enfiando uma perna entre as minhas para roçar a coxa no meu pau. Um prazer em toda a regra.

— Lara, minha vida… não prefere tirar a jaqueta e ficar confortável? — pergunto, porque, tirando a mochila que ela largou no quarto, continua vestida para sair.

— Hihihi, ah, Hugo… — suspira com voz cantarolada, negando com a cabeça e cravando os olhos em mim —. Se quiser que eu me dispa, é só pedir.

— Vai que você pega um resfriado.

— Eu me abraço em você se pegar — responde, comprimindo os lábios com um sorriso maroto e deslizando as mãos pelo meu peito até descer e pegar meu pau por cima da calça, apertando-o sem pudor.

— Na verdade, você já está fazendo isso — rio, voltando a beijá-la —. Vamos pro quarto, não vamos perder tempo.

— Espera. — Ela se afasta sorrindo —. Vou à cozinha pegar água.

— Fica tranquila, eu te espero na cama.

Entro no meu quarto e começo a me despir. Enquanto imagino o que nos espera, tenho um lampejo de bom senso e grito do quarto:

— Tranca a porta!

— Mas nós estamos sozinhos até amanhã! — ela responde do outro lado do apartamento.

— Tanto faz, tranca! O papai é capaz de voltar porque esqueceu alguma coisa e assim dá tempo da gente disfarçar antes de abrir. — “Melhor pecar pelo excesso de cuidado”, penso, tirando os sapatos.

— Táaa, agora eu tranco! — ela aceita, e um instante depois ouço a geladeira fechar.

Com a porta segura, me deixo cair na cama só de cueca e espero. Não demora para ela aparecer. Entra com um sorriso enorme e um olhar de desejo que só alimenta o meu. Os olhos dela brilham ao ver o volume tenso que já marca minha roupa íntima.

— Oi, maninho — ela cumprimenta, agora com um tom mais lento e sensual, caminhando devagar para me provocar —. Pronto pra aprontar? Vejo que você já ficou confortável… e que alguém está muito feliz em me ver, hihihi.

— Claro — suspiro, com a respiração acelerada —. Não quero perder nem um segundo, meu bem. Que seja uma tarde daquelas que faz tempo que não temos. Vem aqui, vai. Para de se fazer de difícil.

— Calma, não tem pressa — diz, e começa a engatinhar pela cama na minha direção, com o decote à mostra e os seios balançando sob a camisa entreaberta —. Você vai poder me foder quantas vezes quiser. Vai me preencher inteira, Hugo.

Ela avança sobre meu corpo até o rosto ficar na altura da minha virilha. Roca o pau no nariz, nos lábios, demorando ali de propósito, pressionando por cima do tecido até que um anel úmido apareça onde a boca dela encosta na ponta. Depois sobe até meus olhos, apoia os cotovelos dos lados dos meus ombros e me beija devagar, com uma ternura que contrasta com o que estamos prestes a fazer. É um beijo de irmãos que escandalizaria qualquer um que conhecesse nossa relação, e justamente por isso nós adoramos.

Eu a envolvo com os braços, mas, poucos segundos depois, noto que ela desliza de novo para baixo, até minha cintura, deixando um rastro de beijos pelo peito e pelo abdômen.

— O que você está fazendo aí, querido? — pergunto, com o gosto da sua boca ainda na língua, embora saiba muito bem a resposta.

A resposta dela não vem em palavras. Sem tirar os olhos dos meus, beija o pau por cima do tecido, prolongando a espera, mordiscando a ponta por cima do algodão e roçando a bochecha no volume. Ela quer me torturar um pouco antes, e eu acho perfeito.

Depois me abaixa a cueca com calma e me deixa exposto. O pau salta para cima, duro, inchado, com a ponta já brilhando de líquido. Ela o observa a poucos centímetros, com uma devoção que me deixa ainda mais excitado, e lambe os lábios com uma lentidão que me arranca um rosnado.

— Hmmm — murmura por fim, envolvendo a base com os dedos e passando-o pela bochecha —. Já estava com vontade de tê-lo assim, no rosto, maninho. Que grosso você está. Dá pra ver até as veias. — E começa a distribuir beijinhos curtos por todo o pau, dos ovos até a ponta, um caminho lento que me deixa a mil.

Ela põe a língua para fora e percorre tudo de baixo para cima, bem devagar, como se estivesse saboreando um sorvete. Repete o gesto várias vezes, alternando com lambidas nos ovos que me arqueiam as costas de prazer. Quando chega em cima, envolve a glande com os lábios e a chupa com uma sucção suave, sem enfiá-lo ainda, brincando com a ponta da língua sobre a coroa.

— Não me torture mais, por favor — imploro quase suplicando, mordendo o lábio e tensionando cada músculo —. Se você soubesse o tesão que eu venho carregando há dias. Te ver pela casa com pouca roupa quando eu chegava à noite, recém-saída do banho, jogada no sofá… e eu sem poder fazer nada porque a vovó estava na frente, com o pau duro debaixo da almofada segurando a vontade de comer sua boceta ali mesmo.

— Hihihi, você gosta de chegar destruído da faculdade e a primeira coisa que ver sou eu, deitada e com decote, com o corpo que você me ajudou a conquistar na academia? — Ela fala com os lábios colados na ponta, e cada palavra faz meu pau vibrar.

— Hmmm — rosno, visualizando cada cena que ela me lembra —. Que pervertida você é. Eu sei muito bem que faz isso pra me provocar. Que escolhe o pijama de acordo com o quanto quer me deixar louco.

— E você por acaso duvidava? — pergunta, retoricamente, enquanto volta a beijar meu pau por toda a extensão.

— Na verdade, não. Você é uma pequena incorrigível que adoraria que o irmão mais velho a beijasse na frente de toda a família. — Digo isso com uma mistura de irritação sexual e tesão puro.

— Hmmm, meu bem — ela suspira, e enfim abre a boca por completo e o engole até o fundo, envolvendo-o com aquele calor úmido que venho imaginando há dias —. Essa fantasia vai para a minha lista de coisas que um dia quero experimentar com você, hihihi.

Ela fala com meu pau dentro e a vibração da voz dela sobe por toda a minha coluna. Começa a me chupar de verdade, subindo e descendo a cabeça num ritmo pausado, sugando forte toda vez que chega à ponta, deixando-me ver um fio de saliva que une os lábios à glande quando o tira por completo. Ela o engole de novo até fazer barulho no fundo da garganta, e crava aqueles olhos azuis em mim sem desviar um segundo.

Os dois sabemos que essa fantasia em família é impossível. Mas as palavras têm seu poder, e não vou negar que me incendeia imaginá-la se oferecendo assim, expondo o que é nosso. Me visualizar fodendo-a em qualquer canto da casa me faz explodir, e isso dá pra notar: meu pau fica ainda mais grosso dentro da boca dela.

— Em que você está pensando, meu amor? — Lara se interessa, tirando-o por um momento para passar a língua na comissura e limpar a saliva —, ela me conhece bem demais para saber quando estou com a cabeça em outro lugar.

— Em todas as safadezas que eu quero fazer com você — respondo sem pudor —. Em te dobrar sobre a mesa da sala e te foder por trás. Em te pôr de quatro no sofá e encher sua boceta até a porra escorrer pelas minhas coxas. — Gemo quando ela finalmente se entrega de vez à tarefa e o enfia até o fundo —. Lara… que gostoso, porra, como você chupa, caralho…

— Hmmm, que delícia — ela murmura, com baba escorrendo pelo queixo, cuspindo um pouco sobre a glande para deslizar melhor os lábios —. Você ficou duríssimo na hora. Dá pra ver que vem segurando há dias. Não vai gozar logo, vai?

Ela começa a me masturbar com a mão ao mesmo tempo em que se concentra na ponta, chupando minha cabeça enquanto o punho sobe e desce pelo tronco com uma firmeza que me faz ver estrelas. Ela molha os dedos com a língua e me acaricia os ovos com a outra mão, apertando-os com delicadeza. Eu não sei onde enfiar a cara.

— Não… eu… ooh, Deus — gemo de novo, com as pernas tensas e os dedos enterrados nos lençóis —. Vou gozar, Lara, porra, se você continuar assim eu gozo agora.

— Ah, é? — ela pergunta, parando um instante e tirando o pau com um estalo úmido —. E onde você quer terminar, maninho? Onde eu solto a porra?

— Pfff, não me provoca, querido — garanto, revivendo essa fantasia obscena que tantas vezes já brincamos —. Você sabe que eu adoraria te deixar a boceta cheia, irmãzinha. Encharcar tudo por dentro até escorrer.

— Hmmm, vamos, não tem problema nenhum — insiste, sorrindo daquele jeito encantador com que me seduz, brincando com a ideia só para me excitar, enquanto continua me masturbando devagar —. Mete sem nada. Me engravida, maninho. Deixa sua porra ficar dentro de mim a noite toda. Tenho certeza de que seria perfeito.

Todo meu corpo treme ao imaginar isso e, sabendo que é só um jogo entre nós — sempre tomamos cuidado, isso é pura fantasia compartilhada —, decido entrar na dela.

— Tão certa disso, irmãzinha? — pergunto, deixando a porta aberta para ver com o que ela vai me sair.

— Oohhh, sim, certíssima — ela se reafirma, com os olhos brilhando de ilusão fingida, e passa a língua pela glande enquanto fala —. Eu imagino você entregue, sem freio, gozando dentro de mim como um animal. É o que mais me deixa louca, Hugo. Sentir você se esvaziando na minha boceta. De verdade mesmo.

Não posso negar que a ideia, como jogo, desperta esse instinto primitivo que todos levamos dentro. A fantasia me seduz mais do que eu admitiria se neste momento eu não estivesse tão excitado.

— Tá, então vamos continuar o jogo — sentencio com um sorriso travesso —: vou te foder como se não houvesse amanhã.

Minhas palavras têm exatamente o efeito desejado. Ela fica ainda mais acesa e o engole de novo inteiro, marcando um ritmo que me deixa sem fôlego. Desce e sobe a cabeça cada vez mais rápido, chupando com as bochechas fundas, bufando pelo nariz, com a garganta aberta para conseguir me enfiar até a campainha. A saliva escorre pelo queixo e cai sobre os seios ainda cobertos, encharcando a camisa. Eu rosno, ela geme com o pau dentro, e as paredes do quarto se enchem de ruídos úmidos e das nossas respirações descontroladas.

— Você é a melhor coisa que já me aconteceu, maninho — ela me diz numa pausa para respirar, distribuindo beijos suaves por todo o pau e voltando a me masturbar com a mão cheia de saliva —. Não tenho dúvida nenhuma. Eu te amo. — E volta a enfiá-lo, desta vez usando também a língua para lamber dos ovos até a ponta, numa lambida longa e suja que quase me faz explodir.

Mas a falta de sexo dos últimos dias pesa, e pouco depois sinto que cheguei ao limite. Meus ovos se contraem, o pau incha ainda mais dentro da boca dela e noto aquele formigamento que anuncia o inevitável.

— Lara… aaah… vou gozar… irmãzinha, vou gozar agora, porra…

Ao ouvir o aviso, ela não relaxa: pelo contrário, intensifica o ritmo, chupando a ponta com avidez e masturbando o tronco com o punho fechado, cravando os olhos azuis em mim para não perder nenhuma reação. Eu só posso tensionar o corpo inteiro enquanto explodo em um orgasmo há muito adiado. A primeira onda de sêmen enche a boca dela de uma vez, e ela engole cada jato sem parar de chupar, arrancando de mim até a última gota. Eu me sacudo, gemo o nome dela, enterro a mão no cabelo dela, e ela não tira a boca, engolindo e engolindo enquanto eu continuo descarregando em jatos espasmódicos. Só algumas gotas escapam e escorrem pelo queixo, brancas e espessas, até pingarem nos seios.

Quando termino, fecho os olhos e fico imóvel por alguns segundos, destruído, enquanto ela me chupa até deixar meu pau completamente limpo com uma ternura que me derrete. Ela recolhe com o dedo o que escapou pelo queixo e leva também à boca, me olhando fixamente.

— Ficou satisfeito? — pergunta com voz suave, ainda entre minhas pernas, acariciando com a bochecha meu pau ainda duro.

— Hmmm — suspiro, relaxado, levando a mão ao cabelo dela em sinal de gratidão —. Lara, irmãzinha, você é um amor. Claro que fiquei. Não precisava ter engolido tudo.

— Eu sei, hihihi, mas eu quis — responde, se acomodando e subindo de novo em minha direção —. Você sabe como eu adoro sua porra. No fim das contas, sou sua mulher, Hugo, e me orgulho de arrancar de você até a última gota. — Ela chega até meu rosto e, antes de me beijar, conclui —: Quero te levar comigo pra todo lado, dentro da minha boca.

Nos beijamos com fome, os dois tomados pelo tesão da situação, e eu nem ligo de sentir meu próprio gosto na língua dela. Nos abraçamos e nos acariciamos à vontade, mas a roupa dela já começa a sobrar, então, sem dizer muita coisa — estou com a língua ocupada pela dela —, vou tirando sua roupa. Ela percebe na hora minhas intenções e colabora, levantando os braços para eu tirar a camisa e arqueando as costas para eu desabotoar o sutiã.

A roupa dela vai ficando espalhada pela cama e pelo chão, sobre a minha, e suas curvas não demoram a ficar à vista, para meu deleite. Os seios saltam livres, redondos, com os mamilos rosados e já duros como pedras. Arrasto a saia e a calcinha de uma vez, deixando-a completamente nua, exceto pelas meias, que tiro ao mesmo tempo. Desço do queixo e do pescoço em direção aos seios, parando para lamber a clavícula e chupar o lóbulo da orelha; noto a respiração acelerada e a pele macia, como sempre.

Prendo um mamilo entre os lábios e o sugo devagar, brincando com a ponta da língua ao redor da aréola. Ela arqueia as costas e geme, me oferecendo mais. Troco para o outro e faço o mesmo, mordiscando-o com cuidado enquanto aperto o primeiro entre dois dedos.

— Hmmm — rosno entre beijos ao chegar à base do pescoço e descer a mão entre suas pernas —. Você está encharcada, querida. Está caindo até nos lençóis. — Meus dedos se afundam entre seus vincos, escorregando pela umidade que desce pela parte interna das coxas —. Sua boceta está pingando, irmãzinha.

— Siiim — ela suspira, ronronando sobre minha cabeça e abrindo as pernas para mim —. Como eu não estaria, com o tanto que você me toca bem? Estou ensopada desde que você enfiou a língua em mim no elevador, Hugo. Não aguento nem os seus beijos, meu amor. Não para. Você me deixa louca. Mete logo, por favor.

Levantado pelo impulso, eu a enlaço com os braços e nos viro, para ficar por cima e poder atendê-la melhor. Olho para ela deitada sob meu corpo, com o cabelo desalinhado sobre o travesseiro, os seios duros subindo e descendo no ritmo da respiração, as pernas abertas e a boceta brilhando de lubrificação. Agora é a vez dela de aproveitar.

— Vejo que agora quem quer aprontar é você, hein, danadinha? — Lara me cutuca, sorrindo, com a cabeça no travesseiro e os olhos cravados em mim.

— Claro — asseguro, descendo com a boca em direção aos seios enquanto minhas mãos afastam ainda mais suas coxas —. Mas antes quero aproveitar meu tempo aqui.

Meus lábios enfim pousam sobre seus seios e a reação não demora. Chupo um mamilo até fazê-lo desaparecer inteiro dentro da boca, puxando com sucção, e a língua contorna a ponta sem parar. Com a mão livre, pego a outra teta e aperto, brincando com o mamilo entre os dedos, beliscando-o o suficiente para arrancar dela um suspiro agudo.

— Aaah, aaah — ela geme abertamente, arqueando as costas e tensionando as pernas —. Hu… Hugo… que delícia. Como… como você beija. Você estava com vontade. Continua. Chupa mais forte.

Sem avisar, deslizo dois dedos entre seus vincos e começo a acariciar o clitóris com a ponta do polegar enquanto os outros dois se afundam devagar na boceta, sentindo como ela se fecha ao redor, apertando-me, encharcando-os até os nós dos dedos.

— Oooohhh! Meu Deus! Siiim! Que delícia, porra! — exclama, frenética, levando uma mão à minha nuca para eu não me afastar nem um milímetro dos seios dela —. Mete mais, Hugo, assim, assim, não para.

Dou aos seios o tratamento que sei que ela gosta: lento e intenso, alternando lambidas demoradas com sucções fortes e alguma mordidinha suave no ponto exato para arrancar seus gemidos sem exagerar. Ao mesmo tempo, meus dedos entram e saem devagar da boceta, curvando-se para cima para buscar aquele ponto interno que a enlouquece, enquanto o polegar traça círculos firmes sobre o clitóris inchado. Sinto ela se acender cada vez mais: a umidade escorre entre os dedos e desce pela fenda da bunda até o lençol.

— Aaah! Continua! Assim! Não para, por favor! — ela bufando, arqueando-se de novo, mexendo o quadril contra minha mão, se libertando de vários dias de espera —. Mais rápido! Mais dedos, filho da puta, mete mais em mim!

Acrescento um terceiro dedo e aumento o ritmo, fodendo sua boceta com a mão enquanto continuo devorando seus seios. Os ruídos úmidos que saem de entre suas pernas são obscenos, um chapechape constante que enche o quarto junto com os gemidos dela.

— Sem pressa, meu bem — eu a acalmo, sem parar de atendê-la, embora eu mesmo já esteja com o pau de novo prestes a explodir —. Temos a tarde toda e a noite toda. Podemos ir devagar e fazer mais gostoso.

— Aah, Hugo! Que gostooo! Você é um desgraçado! Me deixa com fogo, me deixa louca… e depois me faz esperar. Me fode logo com esse pau, porra, enfia essa rola de uma vez.

— Não é isso, meu amor — explico, sem interromper as carícias, curvando os dedos dentro dela e provocando um novo tremor —. Acredite, nada me dá mais vontade do que me perder em você até cairmos exaustos. Te foder até você desmaiar, gozar dentro, comer sua boceta até você implorar que eu pare. Você é minha irmã, minha namorada e minha vida, e você sabe disso. Só te peço um pouco de paciência para aproveitar mais.

Um professor me disse uma vez que, quando eu me proponho, tenho uma língua de ouro capaz de convencer qualquer um. Deve dar pra notar, porque Lara me dedica um olhar que não admite réplica.

— Quero que você faça tudo o que acabou de descrever, Hugo — ela ordena, apoiando os cotovelos na cama e me cravando os olhos, com os seios subindo e descendo no ritmo da minha mão entre suas pernas —. Você me deixou muito safada, querido. Muito puta, para sua irmã.

Retomo a tarefa com tudo, afundando os dedos até o fundo num ritmo rápido e sem trégua, esfregando o clitóris com a palma da mão a cada investida. Desço com a boca até a barriga dela, beijo o umbigo e vou traçando um caminho de saliva até chegar entre as coxas abertas. Retiro os dedos por um instante para cravar a língua diretamente no clitóris, chupando com força enquanto volto a enfiar dois dedos e os movo lá dentro sem parar.

— AAAAHH! — ela grita, arqueando-se inteira e agarrando meu cabelo —. SÍ! Aí! Come ele, Hugo, come ele inteiro!

Abro os lábios da boceta com os dedos da outra mão e passo a língua de baixo para cima, colhendo todo o sabor dela, para voltar a afundá-la no clitóris inchado. Chupo, lambo, mordo de leve, enquanto os dois dedos continuam entrando e saindo dentro dela cada vez mais rápido. Ela se contorce, aperta as coxas contra minhas orelhas, empurra o quadril contra meu rosto buscando mais.

— Aaah! Siiim! Assim! Mais rápido! — ela implora, descontrolada —. Te adoro, Hugo! Mais fundo! Vou gozaaar! Você está me fazendo gozar, porra, não para, não para!

Seu prazer explode em alta velocidade. O corpo inteiro dela se sacode num espasmo longo, as pernas tremem dos lados da minha cabeça, e sinto a boceta se fechar em ondas ao redor dos meus dedos, encharcando minha mão e meu queixo com um jato quente que escorre pelo meu pulso. Eu não afrouxo até ouvi-la pedir trégua, e só então tiro os dedos com cuidado, limpo a boca com o dorso da mão e subo para o lado dela, acolhendo-a nos meus braços enquanto ela ainda suspira, com o rosto avermelhado e as bochechas molhadas, e se aninha contra meu peito para descansar.

— Ficou satisfeita, minha rainha? — pergunto, percorrendo suas costas com a ponta dos dedos, traçando uma linha de carinho pela coluna até chegar à curva da bunda.

— Hmmm — ela ronrona, estremecendo, relaxada e adorável —. Sim. Eu precisava disso. Muito. Obrigada, meu bem. — E levanta só um pouco a cabeça, o suficiente para depositar beijos suaves no meu pescoço e subir devagar pela borda da minha mandíbula, sentindo no meu quadril que meu pau já volta a ficar duro, apertando a coxa dela —. E me parece, maninho, que aqui embaixo alguém ainda quer mais.

Lá fora, a tarde vai se apagando sem que nenhum dos dois tenha a menor intenção de sair dessa cama. Pela primeira vez, o tempo é só nosso.

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