Pular para o conteúdo
Relatos Ardientes

Jogo de trisal e troca com nossos vizinhos

4(1)

Na manhã seguinte, acordamos tarde, ainda com o corpo pesado por causa do vinho e de tudo o que tinha pairado no ambiente na noite anterior. Tomamos café da manhã no terraço do apartamento, olhando para o mar, tranquilos, como se nada tivesse mudado, embora nós dois soubéssemos que sim. Não tínhamos notícias dos nossos vizinhos, e minha mulher conferiu o celular algumas vezes antes de deixá-lo virado para baixo sobre a mesa.

—Não responde —disse Inés, franzindo levemente os lábios—. Melhor irmos à praia um pouco.

—Acho perfeito.

Fomos à enseada que ficava bem ao lado do prédio. Era dia de semana e havia pouca gente, apenas alguns guarda-sóis espalhados e o som suave da água. Estendemos as toalhas perto de uma mulher que estava sozinha, sentada olhando o celular, ainda usando uma camiseta larga e um short por cima do biquíni.

—Vamos ficar aqui, amor? —perguntou Inés.

—Sim, aqui está bom. Vou pegar o guarda-sol.

—Deixa, não vamos ficar tanto tempo. Quero me bronzear. Me dá o protetor.

Ela tirou a camiseta com aquela segurança que sempre me desarmava e depois desabotoou a parte de cima do biquíni vermelho. Ajustou a parte de baixo para se cobrir apenas o necessário, deixando metade da bunda à mostra. Ajoelhei-me atrás dela e comecei a espalhar protetor nas costas, nos ombros e na cintura, demorando mais do que devia quando minhas mãos passaram pelas laterais dos peitos.

—Não se faça de inocente —murmurou ela, sorrindo sem abrir os olhos.

—Só estou sendo meticuloso.

Enquanto terminava de passar protetor nas pernas dela, olhei de relance para a vizinha da toalha. Ela continuava no celular, rindo sozinha, até finalmente se levantar. Devia ter mais ou menos a nossa idade, talvez um pouco menos, pele muito dourada, bunda firme e peitos grandes que quase escapavam da parte de cima do biquíni preto. Tirou a camiseta, depois o top do biquíni, e ficou nua da cintura para cima com uma naturalidade descarada.

Ela não tinha marca de sol no peito. Os mamilos escuros se destacavam sobre a pele bronzeada, e o jeito como os peitos balançavam enquanto ela caminhava me fez engolir em seco. Olhou ao redor, viu que praticamente só nós estávamos por perto e se aproximou com um frasco de óleo na mão.

—Desculpa, você pode passar nas minhas costas? Não alcanço direito.

—Claro —respondi, levantando-me—. Sem problema.

Ela ficou de costas para mim e me entregou o frasco. Sua pele brilhava sob o sol. Comecei pelos ombros e fui descendo devagar, sentindo a suavidade quente das costas dela, a linha da cintura, o começo da bunda, onde o fio da calcinha desaparecia. Ela soltou um suspiro discreto.

—Espalha bem, por favor. Senão depois fica a marca.

—Sim, fica tranquila.

Ela voltou para a toalha dois minutos depois. Quando me sentei, Inés me observava por cima dos óculos escuros, com um sorriso torto.

—Olha só o cavalheiro.

—Só passei óleo nela.

—Sim, eu vi como você sofreu fazendo isso.

Rimos. Nesse momento, o celular dela tocou. Era Darío, o vizinho do apartamento ao lado, com quem tínhamos cruzado na noite anterior junto da mulher dele e de outro casal amigo. Inés começou a escrever para ele enquanto eu abria o isopor.

—Ele disse que a manhã ficou complicada, mas que depois eles vêm —contou-me—. O restaurante está lotado hoje à noite, então falei que era melhor jantarmos aqui, alguma coisa fácil, e sairmos amanhã.

—Adorei o plano.

Passamos a manhã ao sol, virando de tempos em tempos, bebendo tinto de verano e comendo os sanduíches que tínhamos levado. Ao voltarmos para o apartamento, Inés lançou-me um olhar divertido enquanto subíamos a escada.

—Você não parou de olhar para a mulher da praia.

—Está com ciúme?

—Não. Só estou dizendo que seus olhos trabalham muito quando há peitos por perto.

—E você fala muito quando está pensando em outra coisa.

—Olhos para mim —disse ela, mordendo o lábio—, mas a pica, vamos ver para quem.

Na piscina já estavam Darío e sua mulher, Vera, junto com outro casal: Mauro e Elisa. Cumprimentamo-nos entre risadas, com aquela intimidade rápida que às vezes nasce quando o desejo já se insinuou antes que alguém o admita. Entramos na água, relembramos bobagens da noite anterior, bebemos mais um pouco e a conversa foi ficando cada vez mais solta.

Vi que estava ficando tarde e quis subir para arrumar a casa.

—Vamos, Inés, temos que deixar tudo em ordem.

Ela estava sentada na borda da piscina, perto demais de Darío.

—Vai você, amor. Ele disse que trouxe uma caneca da empresa dele para mim e eu já subo.

A desculpa era péssima. Nós dois sabíamos. Mesmo assim, levantei-me, tomei uma ducha rápida e entrei no apartamento. Fiquei limpando a sala, lavando a louça, varrendo e arrumando os quartos. Separei a roupa de Inés para a noite: uma blusa leve de alças, um short justo e um conjunto de lingerie novo que eu ainda não tinha visto nela.

Quando já estava sob o chuveiro do banheiro grande, ouvi a porta se abrir e a voz dela me procurando.

—Amor? Onde você está?

—Aqui.

Ela entrou um minuto depois e veio para debaixo do chuveiro comigo sem dizer mais nada. Estava nua. Não excitada de um jeito brincalhão, mas necessitada de contato. Abraçou-me com força, com a água escorrendo sobre nós, e apoiou o rosto no meu pescoço.

—O que aconteceu? —perguntei, acariciando-lhe as costas—. Está tudo bem?

—Sim. Sim, está tudo bem. Mas não me deixe sozinha outra vez.

—Você se divertiu?

Ela levantou a cabeça. Seus olhos brilhavam e os peitos estavam um pouco avermelhados. Baixou o olhar para a minha pica, que já começava a endurecer, e a envolveu com a mão ensaboada, subindo e descendo devagar.

—Eu me diverti muito —sussurrou—. Bem demais. Mas, quando terminei, procurei você com o rosto e você não estava lá. Sem você não tem o mesmo gosto.

—Conte desde o começo.

Ela sorriu de leve, percebendo como eu ficava mais duro entre seus dedos.

—Quer todos os detalhes?

—Todos.

Inés continuou me masturbando enquanto falava no meu ouvido. Sua voz se misturava à água e à respiração, e cada palavra me deixava mais excitado.

—Entramos na casa deles e ele nem fechou direito a porta. Empurrou-me contra a parede e disse todas as putarias que tinham se acumulado desde a noite anterior. Que queria chupar meus peitos, que eu tinha uma bunda feita para ser comida, que passara a manhã inteira pensando em me apalpar. Arrancou a parte de cima do meu biquíni e começou a chupar meus mamilos como um animal. Com força. Sem delicadeza. Como se estivesse mesmo faminto por mim.

Agarrei a cintura dela. Minha pica já estava dura e escorregadia por causa do sabonete. Ela percebeu e apertou com mais força.

—Continue.

—Passei a mão na pica dele por cima do calção e estava duríssima. Ele segurou meu pescoço, exatamente como você sabe que eu gosto, beijou-o, apertou um pouco e empurrou minha cabeça para baixo. Quando tirei a pica dele, quase ri do tamanho. Grossa, dura, com a cabeça inchada. Ele enfiou na minha boca sem me deixar pensar, e tive que abrir bem para engoli-la.

—Caralho.

—Ele fodeu minha boca por um tempo. Não com violência a ponto de machucar, mas com muita vontade. Eu segurava os quadris dele e deixava que ele a enfiasse até onde eu conseguia. A saliva escorria pelo meu queixo e ele dizia: “Isso, sua vadia, era assim que eu queria ver você”. E eu ficava ainda mais molhada.

A mão dela desceu até minhas bolas e depois voltou a subir. Senti seus dedos na minha bunda, contornando o cu com a ponta ensaboada.

—Depois ele me sentou na mesa da cozinha. Abriu minhas pernas e enfiou dois dedos na minha boceta de uma vez. Eu estava encharcada. Tirava os dedos, esfregava meu clitóris e enfiava-os de novo, enquanto chupava um peito e beliscava o outro. Não demorei nada para gozar pela primeira vez. Minhas pernas tremeram em cima da mesa.

—Enfia um dedo em mim —pedi, ofegante.

Ela fez isso na mesma hora. Seu dedo entrou devagar no meu cu, acariciando por dentro enquanto a outra mão continuava me masturbando.

—Depois ele me tirou da mesa, colocou-me de quatro e enfiou a pica por trás, na boceta, dura, até o fundo. Eu apoiada nas mãos, ele cravando os quadris em mim e, entre uma estocada e outra, enfiava um dedo no meu cu. Quase gozei de novo. Ele estava me abrindo por trás com o dedo e me fodendo pela frente, sem me deixar recuperar o fôlego.

—Faça isso comigo —murmurei.

Inés sorriu perversamente e enfiou um segundo dedo. Soltei um gemido rouco e apoiei a testa contra a parede molhada.

—Gozei quase junto com ele. Depois de tirar a pica, ele encheu minha boca e me fez engolir. Em seguida subimos para o quarto. Disse que faria uma massagem em mim, mas você sabe como essas massagens terminam.

A voz dela ficou mais baixa, mais quente.

—Ele me deitou de bruços na cama, colocou uma toalha sob mim e levantou minha bunda com um travesseiro. Encharcou-me de óleo. Primeiro as costas, depois as nádegas, depois entre as pernas. Tinha um dedo no meu cu e a outra mão no meu clitóris. Eu estava aberta, tremendo, pedindo mais. Então encostou a cabeça da pica no meu cu. Só a cabeça, mas a pressão era tanta que fiquei tensa na hora.

—Ele enfiou?

—Tentou. Entrou um pouco, várias vezes, mas eu disse que estava doendo. Não estava preparada. Então voltou para a boceta e ali me fodeu como um filho da puta. Forte, muito forte. Segurei a cabeceira porque ele a fazia bater contra a parede. Gozei em jatos. Senti quando ele me encheu de novo e foi aí que percebi que queria estar com você. Vesti-me e vim para cá.

Ela ofegava enquanto contava, e eu já estava no limite. Ela me virou contra a parede, ajoelhou-se sob a água e engoliu minha pica com uma avidez que esvaziou minha cabeça. Chupou-a inteira, saliva e sabonete misturados, passando a língua pelo comprimento e apertando a cabeça com a boca. Seus dedos continuavam dentro do meu cu, movendo-se exatamente como era preciso.

—Goza na minha boca —murmurou, tirando-a por um segundo para dizer isso—. Quero sentir.

Não aguentei mais. Gozei com um grunhido, apertando o cabelo dela entre os dedos. Ela engoliu quase tudo, limpou o canto da boca com o polegar e se levantou para me beijar com meu próprio sabor na boca.

—Da próxima vez —disse ela—, não me deixe sozinha.

—Da próxima vez não vou tirar os olhos de você.

***

Algum tempo depois, os outros chegaram. Mauro e Elisa apareceram primeiro com uma garrafa de licor e aquele sorriso de quem já chega disposto a cruzar uma linha. Inés estava espetacular, com a blusa fina grudando nos peitos e o short marcando sua bunda. Vera usava um top decotado e Darío, uma camiseta justa que parecia ter sido escolhida de propósito para exibi-lo.

Pedimos pizzas, pegamos os copos, beliscamos batatas e continuamos bebendo. O calor do apartamento aumentava junto com o álcool. Ninguém mencionou diretamente o que tinha acontecido naquela tarde, mas estava no ar. Dava para perceber nos olhares, no modo como Mauro não tirava os olhos do decote de Inés, em como Elisa roçava meu joelho por baixo da mesa sempre que podia, em como Darío sorria para mim e depois olhava para minha mulher.

Quando já tínhamos tomado várias doses, tirei o jogo que compráramos naquela manhã em uma loja do calçadão.

—É como um jogo de trilha, mas pervertido —anunciei—. Cada casa tem uma prova. Se não quiser fazer, bebe.

—Isso parece perigosíssimo —disse Elisa, rindo.

—É por isso que é bom —respondeu Inés.

Começamos entre brincadeiras. No início eram bobagens: tirar uma peça de roupa, beijar quem estivesse sentado ao lado, deixar-se tocar por cima da roupa. Mas o jogo avançou depressa e, com ele, a vergonha foi desaparecendo.

Eu tive que ficar sem camiseta. Vera e Elisa aplaudiram como se eu estivesse fazendo um espetáculo. Depois, Inés tirou a prova de beijar a pessoa à sua esquerda e deu um beijo curto em Mauro, embora o gesto dela tivesse mais intenção do que o contato durou. Mauro teve que tocar a virilha da pessoa à sua direita.

Minha mulher abriu um pouco as pernas, desafiadora, e Mauro passou a mão por cima do short, apertando exatamente onde estava sua boceta. Inés soltou o ar pelo nariz, olhando diretamente para mim enquanto ele a apalpava. Senti um puxão direto na pica.

Depois Elisa teve que tocar o peito da pessoa à sua esquerda, ou seja, eu. Ela veio por trás, massageou meus peitorais e lambeu minha orelha devagar, deixando claro que o jogo já não era apenas um jogo. Quando voltou ao lugar, lançou-me um olhar úmido que já não escondia nada.

Mais tarde, tirei a prova de tocar o peito da pessoa à esquerda. Vera levantou a blusa sem pudor e deixou os peitos à mostra. Elisa protestou, fingindo ciúme, e disse que, se eu tocasse, teria que tocar nos dois. Acabei com um peito em cada mão, sentindo o peso, os mamilos duros e o calor de dois corpos diferentes. Minha pica já pulsava completamente ereta.

As roupas continuaram caindo. Darío, que avançava no tabuleiro, tirou a prova de deixar completamente nua a pessoa que quisesse. Todos pensamos que escolheria Inés ou Vera, mas ele apontou para Mauro. Entre gargalhadas, deixou-o pelado no meio da sala. Mauro fez um striptease ridículo e eficaz e terminou sentado em uma cadeira, com a pica semiereta pendendo entre as pernas.

A vez de Inés devolveu a jogada. Ela me escolheu para me despir. Não fiz espetáculo. Tirei a calça, depois a cueca, e minha pica já saiu dura, pesada, com a cabeça brilhando. Elisa ficou olhando sem disfarçar nem um pouco. Inés também olhou, mas, mais do que para ela, olhou para Elisa olhando para mim. Aquela troca a excitava.

—Que delícia —murmurou Elisa, roçando em mim de leve com os dedos frios.

A prova seguinte caiu para Mauro: massagear os peitos de quem quisesse. Ele escolheu Inés sem pensar. Ela se levantou, ergueu a blusa e mostrou o conjunto novo: um sutiã escuro de renda que mal continha seus peitos fartos. Mauro se posicionou atrás dela, apertou-os com as duas mãos e começou a amassá-los por cima do tecido enquanto ela arqueava as costas.

—Tira isso de uma vez —disse Vera, já corada pela bebida.

Inés desabotoou o sutiã e deixou-o cair. Seus mamilos estavam duros. Mauro abaixou a cabeça e deu uma lambida longa em um, depois no outro, até terminar mordendo-os com avidez. Minha mulher soltou um gemido aberto que me fez cerrar os dentes.

—Isso —disse ela—. Não seja tímido.

A sala ficou em silêncio por alguns segundos. Ninguém mais fingia que aquilo era inocente.

Elisa tirou a prova de lamber a parte do corpo que quisesse da pessoa à sua esquerda. Eu. Ela me fez ficar de pé diante dela. Ajoelhou-se devagar, segurou minha pica pela base e passou a língua das bolas até a cabeça, olhando para cima para que eu a visse. Depois engoliu-a. Inteira, não, porque não conseguia, mas até onde a garganta permitia, repetidas vezes, com um som molhado, segurando minha bunda para me puxar mais para perto.

—Caralho —disse, fechando os olhos por um instante.

—Isso é por você ficar olhando para todas —disse Inés, mas estava se tocando por dentro do short enquanto falava.

Quando chegou minha vez, a prova era dar palmadas na bunda da pessoa à direita. Elisa tirou o macaquinho curto que usava por baixo e ficou de calcinha. Apoiou-se sobre a mesa, empinando a bunda morena, com as mãos entre os peitos, apertando-os. Dei-lhe a primeira palmada e seu corpo inteiro se moveu.

—Mais forte —pediu.

A segunda estalou seca. A terceira deixou uma marca vermelha. Ela gemeu sem disfarçar, esfregando as coxas. Então Darío propôs uma nova regra.

—A primeira pessoa que chegar ao final pode escolher a prova que quiser para quem quiser. E essa não pode ser recusada.

Ninguém achou uma má ideia.

Vera teve que se masturbar por dois minutos. Baixou a calça, abriu as pernas no sofá e começou a tocar a boceta por cima da calcinha até encharcá-la; depois afastou o tecido e continuou com dois dedos sobre o clitóris. Gemia baixo, mordendo o lábio. Darío, excitado ao vê-la, recebeu a mesma prova na vez dele e começou a se masturbar de pé diante de todos. Sua pica era grossa, muito dura, e ele a movimentava devagar, aproveitando o modo como o observávamos.

Primeiro se aproximou da mulher para beijá-la. Depois de Inés, que apenas lambeu sua cabeça, provocando-o. Mauro soltou uma gargalhada nervosa; Elisa não tirava os olhos da minha pica. A tensão já tinha destruído qualquer vestígio de normalidade.

Quando Inés teve que masturbar quem quisesse, escolheu Mauro. Ajoelhou-se diante dele, completamente nu, apalpou suas bolas e começou a subir e descer a mão por sua pica com firmeza. Apenas um minuto depois, Mauro gozou com um gemido abafado, disparando sobre o próprio ventre e parte da mão da minha mulher. Todos explodimos em risadas e aplausos.

—Isso foi rapidíssimo —disse Vera.

—É que sua amiga tem mãos pecaminosas —respondeu Mauro, vermelho, mas encantado.

Elisa foi a primeira a chegar ao final. Ficou de pé, bêbada de calor e excitação, e sorriu com uma mistura de malícia e desafio.

—Quero montar em quem eu escolher —disse—. Ou que montem em mim, mas eu decido.

Ela apontou para mim.

Inés não disse que não. Pelo contrário. Levantou-se, tirou o short e a calcinha e começou a acariciar o clitóris diante de todos. Aquela imagem me deixou completamente louco. Elisa tirou a calcinha, veio até mim e me empurrou para que eu me sentasse no sofá.

—Não goze até eu mandar —ordenou.

Ela segurou minha pica, posicionou-a na entrada da boceta e foi se abaixando pouco a pouco. Estava encharcadíssima. O primeiro contato foi quente, apertado, um abraço úmido que me fez ofegar. Quando me teve inteiro dentro dela, fechou os olhos e apoiou as mãos no meu peito.

—Caralho... sim... assim.

Começou a cavalgar em mim de costas, subindo e descendo em um ritmo feroz. Segurei seus quadris, cravando os dedos na carne da bunda, e ela se movia sozinha, segura, fazendo minha pica entrar e sair inteira. Cada descida era uma pancada profunda; cada subida deixava a cabeça na borda para depois engoli-la completamente de novo.

Inés continuava se tocando ao lado, com os peitos balançando enquanto enfiava dois dedos na boceta. Darío estava se masturbando outra vez. Vera chupava sua pica de vez em quando e Mauro, já recuperado, ajoelhara-se atrás da minha mulher para comer sua boceta enquanto ela se abria com os dedos.

A cena me transbordou. Elisa inclinou-se para a frente, apoiando uma mão no encosto do sofá e a outra na minha coxa, e começou a me foder com mais força. Eu via a bunda dela subir e cair, os lábios da boceta se abrindo e fechando ao redor da minha pica, o estalo molhado de cada estocada. Ela gemia muito, sem vergonha, e cada vez que se inclinava para trás roçava a bunda no meu púbis antes de se cravar outra vez.

—Olhe para mim —disse Inés ao meu lado, com a voz quebrada.

Eu obedeci. Seu rosto estava transtornado de prazer. Mauro enterrava a língua entre seus lábios e ela gozava sobre a boca dele, tremendo, sem parar de me olhar montado por outra mulher. Aquele cruzamento de imagens tensionou meu corpo inteiro.

Elisa virou-se sem tirar minha pica e começou a subir e descer de frente, com os peitos balançando diante do meu rosto. Segurei um deles e enfiei-o na boca. Ela segurou minha nuca, obrigando-me a chupar o mamilo enquanto continuava se enfiando na minha pica.

—Isso... me fode assim... não pare...

Eu já não conseguia ficar parado. Levantei a bunda dela com as mãos e comecei a estocar de baixo para cima, ditando o ritmo. O sofá rangia. Ela quicava sobre mim, gemendo mais alto. Inés, completamente aberta, afastou Mauro e veio cambaleando até nós.

—Quero beijá-la enquanto você enfia nela —disse.

Ela se inclinou sobre Elisa e as duas se beijaram com fome, línguas misturadas, saliva escorrendo, enquanto eu continuava penetrando uma e vendo a outra se tocar. Depois Inés passou uma mão entre as pernas de Elisa e esfregou seu clitóris exatamente onde meu púbis a golpeava. Elisa quase gritou.

—Eu vou gozar... caralho... eu vou gozar...

Ela gozou sobre mim, apertando minha pica com espasmos quentes, sacudindo-se da cabeça aos pés. Mas não desceu. Continuou se movendo, mais devagar, espremendo-me, até que não aguentei mais. Segurei-a pela cintura e gozei dentro dela com uma descarga longa, enterrando-me até o fundo enquanto ela jogava a cabeça para trás.

Senti todo o corpo relaxar. Elisa permaneceu alguns segundos sentada sobre mim, respirando em grandes bocadas. Quando finalmente se levantou, minha pica saiu escorregadia e brilhante. Inés viu aquela imagem e levou dois dedos à boca com um sorriso obsceno.

—Agora é a minha vez —disse.

Ajoelhou-se diante de mim antes que eu pudesse responder. Chupou minha pica, misturando minha porra com os restos da boceta de Elisa, limpando-a devagar, com prazer, enquanto olhava para cima. Ao lado, Vera já estava de quatro sobre o tapete e Darío a penetrava por trás, segurando seus cabelos. Mauro se masturbava olhando para eles e para nós, sem saber para onde prestar atenção.

Quando Inés terminou de me chupar, levantou-se, beijou-me na boca e levou-me pela mão até o centro da sala.

—Prometi que da próxima vez não seria sem você —disse—. Então olhe bem para mim.

Ela me fez sentar na cadeira enquanto se apoiava sobre a mesa, abrindo as pernas. Darío deixou Vera por um momento e veio direto até Inés, excitado, com a pica dura e reluzente. Vi minha mulher assentir. Ele se posicionou entre suas coxas e foi enfiando a pica devagar, até o fundo, com os olhos cravados nos meus.

Minha mulher gemia sem tirar os olhos de mim. Eu me masturbava outra vez, apesar do esforço de poucos minutos antes, mais pela força do tesão do que pela resistência física. Darío começou a fodê-la em ritmo constante, e ela jogou a cabeça para trás, mostrando o pescoço, deixando-se foder aberta sobre a mesa enquanto eu observava a pica dele desaparecer repetidamente dentro da boceta dela.

—Assim sim —ofegou ela—. Assim, mas faça ele me ver. Não pare de olhar para mim.

Eu não parei de olhar. Vi-a gozar outra vez, apertando as coxas, encharcada, agarrada à borda da mesa. Vi-a morder o punho para não gritar alto demais quando ele acelerou. E vi-a sorrir para mim no final, satisfeita, obscena, cheia de uma segurança nova.

A noite terminou em desordem, com corpos exaustos, copos vazios e um silêncio espesso depois do tremor. Ninguém fez grandes discursos. Vera levou Darío pela mão, ainda rindo; Mauro e Elisa saíram discutindo de brincadeira sobre quem tinha gostado mais. Quando fechei a porta, Inés já estava apoiada na parede do corredor, ainda nua da cintura para baixo.

—Venha —disse ela—. Não pretendo dormir assim.

Levei-a para o quarto e deitei-a na cama. Abri mais suas pernas e enfiei a língua na boceta ainda sensível, ainda inchada, saboreando tudo o que tinha acontecido naquela noite. Ela agarrou meu cabelo e se contorceu.

—Nada de devagar —gemeu—. Depois de tudo isso, me foda de verdade.

Subi sobre ela, alinhei-me à sua entrada encharcada e enfiei minha pica com uma única estocada. Nós dois soltamos o ar ao mesmo tempo. Já não havia jogo, espectadores ou provocação para os outros. Éramos apenas nós, suados, exaustos e ainda quentes. Fodi-a por um longo tempo, mudando o ritmo, ouvindo como seu corpo continuava respondendo a cada golpe apesar do cansaço.

Quando ela ficou de quatro, afastei suas nádegas e passei saliva em seu cu antes de enfiar um dedo. Ela empurrou para trás, pedindo. Penetrei sua boceta enquanto movimentava o dedo dentro do cu e esfregava seu clitóris com o polegar. Ela gozou com um gemido abafado, enterrando o rosto no travesseiro.

Eu gozei depois, esvaziando-me dentro dela mais uma vez, devagar, exausto, com a testa encostada em suas costas. Ficamos assim por um tempo, respirando juntos.

—Agora sim —sussurrou ela—. Era assim que tinha que terminar.

Abracei-a pela cintura, ainda dentro dela, e sorri contra sua pele.

—Da próxima vez —disse—, não vou perder nem um segundo.

—Da próxima vez —respondeu—, nem eu.

Ver todos os contos de Trios e Orgias

Avalie este conto

4(1)

Comentários

Seja o primeiro a comentar.

Deixe um comentário

Entrar ou criar conta

Escolha como quer continuar.