As quatro o amarraram no porão e começou o castigo
Quando a anestesia passou e ele abriu os olhos, já estava nu, algemado a uma cadeira e cercado por quatro mulheres que esperavam por esse momento havia um mês.
Quando a anestesia passou e ele abriu os olhos, já estava nu, algemado a uma cadeira e cercado por quatro mulheres que esperavam por esse momento havia um mês.
Sou uma travesti de armário. Passei meses obedecendo aos seus e-mails quando ele me escreveu que viria à minha cidade, e eu soube que naquela tarde ele faria comigo tudo o que me tinha ordenado.
Quarenta minutos antes minhas mãos tremiam. Agora eu seguro o arnês e, pela primeira vez em dezoito anos, sou eu quem decide o que acontece neste quarto.
Mostrei-lhe o vídeo e ela desabou no chão da sala. Mas, quando voltou a se erguer, já não era a mulher que o marido humilhara por vinte anos.
Eu a mantive enjaulada ao lado da mesa, de quatro, enquanto meus amigos comiam e jogavam as sobras no chão metálico. Era só o começo.
Naquela semana eu tinha me comportado como uma insolente, e ele me advertiu: veríamos se eu continuaria tão arrogante quando o tivesse de frente, de joelhos.
Quando o aquecimento da cabana apagou, meu marido me lembrou que as regras dele não se quebram só porque faz frio. Naquela noite entendi o que significava pertencer a ele de verdade.
Pedi a campainha com as mãos tremendo. Vinte anos mais velho, sádico assumido, sem piedade. E eu, virgem, implorando para ele começar assim que fechasse a porta.
Três semanas sem notícias dele e eu não aguentei mais. Mandei «oi» e a resposta me lembrou a única coisa que eu era para ele: sua puta obediente.
Quando Inés afastou a cortina da barraca, a namorada já estava em cima de outra garota, ainda ofegante por um orgasmo que não era dela.
Chegou ao apartamento do homem com a promessa de não se conter. Ainda não sabia o tamanho da rola que iria desvirgá-lo nem até onde ia cair aquela pá.
Quando atravessei a porta da masmorra, ela me estendeu a mão para que eu a beijasse. Depois apontou para o chão. Naquele instante, soube que a noite seria longa.
Ela amarrou as cordas aos pulsos e avançou para a lama sem saber que alguém a observava da mata, com uma lâmina bem afiada na mão.
Santiago entrou na sala naquela segunda-feira com a camisa justa e uma voz grave que me arrepia de uma só palavra que ele dizia.
Apertei a campainha com os dedos trêmulos. Sabia que do outro lado daquela porta me esperava alguém capaz de me transformar no que eu sempre sonhei ser.
Quando abri os olhos já era tarde demais. Dois corpos me esmagavam contra o colchão e o frio do aço nos meus pulsos me disse que aquela noite mudara tudo.
Quando minha madrasta trancou a porta do quarto e começou a desabotoar a blusa, eu soube que aquele castigo não seria parecido com nenhum sermão anterior.
Me deixaram de joelhos no cercado, algemada e sem poder me mover, enquanto elas riam e os cachorros rondavam cada vez mais perto.
Quando Marta me disse que tinha encontrado as quatro mulheres perfeitas para me castigar, eu soube que não havia mais volta. Naquela mesma tarde assinei o contrato sem ler metade.
Eu o rejeitei mil vezes, chamei-o de patinho feio na frente de todos. Quando abri os olhos, meus pulsos pendiam de uma barra e ele tinha um chicote.