Conheci minha dona jogando online e ela me proibiu de gozar
A voz do outro lado do fone me deu uma ordem simples: eu não podia gozar até que ela decidisse. E então sumiu sem avisar quando voltaria.
A voz do outro lado do fone me deu uma ordem simples: eu não podia gozar até que ela decidisse. E então sumiu sem avisar quando voltaria.
Quando saí do banheiro com o plug ainda dentro e o corpo depilado, soube que aquele dia inteiro pertencia a ela e às regras dela.
Quando me jogaram naquela cela, jamais imaginei que duas desconhecidas a transformariam no cenário onde aprendi a me render ao desejo e ao prazer.
Octavio caminhava nu pela beira da piscina como se fosse um troféu, sem suspeitar que a esposa e a amiga já tinham um plano para aquela tarde.
Renata entrou no gabinete esperando uma suspensão. A decana trancou a porta, mandou que ela se levantasse e disse que o castigo seria bem diferente.
Quando vi o rosto dela na câmera do portal, soube que a presa tinha seguido o rastro até a caverna. Só faltava decidir se eu a deixava atravessar a linha.
Desceu as escadas esperando um bolo e um coro de parabéns. Em vez disso, encontrou doze velas, dois homens em silêncio e uma vingança há muito planejada.
Desci decidida a jogar na cara dele a traição. Acabei sobre suas pernas, com o robe levantado e o corpo ardendo por algo que eu jamais deveria sentir.
Cada tarde, ao voltar da faculdade, guardava a roupa masculina na gaveta de baixo como quem esconde provas de um crime. E descia a escada de saltos.
Quando abri minha mala na cabana, não havia nada meu: só tangas de renda, saias curtas e maquiagem. Carla me olhou com calma e disse que aquela era minha única chance.
Estava havia meses com a chave da minha jaula pendurada no pescoço dela, me lembrando quem mandava. Naquele depósito, ela aprendeu que o poder muda de mãos mais rápido do que ninguém imagina.
Baixei as calças manchadas de café convencido de que era meu grande momento. Não contava com a irmã mais velha dela cruzando a porta justamente então.
Nunca o vi pessoalmente. Só precisei das minhas palavras, de um altar de velas e da certeza de que um homem pode se ajoelhar diante de alguém que nunca lhe devolverá o gesto.
Concedi a ele trinta dias para me provar que servia para alguma coisa. Na primeira noite, não o deixei se tocar: apenas acender uma vela, obedecer e esperar meu castigo.
Ela ria deles, nua e triunfante, certa de que os tinha usado. Não viu o ódio crescer nos olhares deles até ser tarde demais.
Só havia uma coisa que eles tinham proibido, e era justamente a única que eu desejava enquanto me usavam durante um mês inteiro.
O cadeado se abriu com um estalo seco e ela soube, antes de sair da jaula, que ele voltava com o cheiro de outra mulher grudado na pele.
A bunda oferecida dela, o chicote ainda sem uso na minha mão e ela implorando que eu começasse. Mas o prazer do amo é outro: fazê-la esperar até que medo e desejo se confundam.
Enquanto ele fervia o chá, os dois homens amarrados à mesa começavam a entender que naquela noite ninguém sairia daquela sala como entrou.
Despertei nua entre os dois, o corpo moído da noite anterior, e soube pelo roçar daquela régua verde nas minhas costas que ainda não tinham terminado comigo.