A desconhecida do bar queria me engravidar naquela noite
Bêbada e arrasada depois de perder o emprego, eu disse sim aos flertes dela. «Só cinco minutos no banheiro», ela prometeu. Não imaginava até onde ela ia chegar.
Bêbada e arrasada depois de perder o emprego, eu disse sim aos flertes dela. «Só cinco minutos no banheiro», ela prometeu. Não imaginava até onde ela ia chegar.
Desceu à recepção só para perguntar por uma trilha, mas ficou olhando tempo demais os olhos verdes da moça do balcão. E a moça percebeu.
Cheguei à cidade sem conhecer ninguém e, naquela mesma tarde, uma desconhecida me ofereceu uma fatia de pizza. Nenhuma das duas sabia aonde aquele gesto nos levaria.
Viúvo, fora de moda e sozinho, Rodrigo só queria sair um sábado. Não esperava que o desconhecido do balcão lhe propusesse algo que ele nunca tinha imaginado.
Ela ria das minhas piadas, tocava meu braço, e eu achava que já a tinha no papo. Não imaginei que seria ela quem tomaria o controle naquela noite no hotel.
Estava havia dois anos sem tocar em ninguém quando ela respondeu minha mensagem com uma única pergunta: «quando nos vemos?». Não imaginei como aquela noite terminaria.
A carioca se sentou entre eles como se a noite fosse dela. «Suaves ou dos que quebram?», perguntou. Nenhum dos dois imaginava o que ainda havia para descobrir.
Aproximei um pouco mais o corpo, fingindo não entender o gráfico, e vi as mãos dela tremerem sobre os papéis.
Fui atrás do meu marido com ciúmes e o homem com quem eu dançava me parou: «Deixa, eu lhe dei permissão». Não entendi nada até o corpo dele colar no meu.
Falamos sobre a troca por semanas no chat, mas nenhum de nós imaginou que cruzar aquela porta forrada de vermelho faria a gente esquecer quem era casal.
Maquiei-me, escolhi o vestido preto mais justo e desci para o restaurante sabendo que aquela noite com o outro casal não terminaria à mesa.
Eles nos agradavam, nós agradávamos a eles, e a água morna fez o resto. O que veio depois nenhum dos quatro tinha planejado por completo.
Quando criamos o perfil, não queríamos sexo às cegas, e sim alguém que entendesse o nosso lance. Diego e Valeria nos escreveram uma noite, e tudo mudou.
“E não te importa que ela tenha pau?”, soltou o primo antes de nos apresentar. Respondi que primeiro queria conhecê-la. Na mesma noite, terminei de joelhos aos pés dela.
Pratiquei diante do espelho durante semanas. Na noite em que coloquei o vestido na mochila, soube que não havia mais volta: daquela vez seria de verdade.
Bayron me colocou o colar sobre a pele nua e eu soube que aquela visita de trabalho não terminaria no escritório, mas no quarto dele.
Uma mão paciente saía de entre as grades e me acariciava a barriga sem pressa. Meu marido soltou um botão da minha camisa para abrir caminho.
Abri os olhos com a cabeça prestes a explodir. Ao meu lado dormia uma mulher que não era só minha esposa, e eu não lembrava absolutamente nada de como tinha ido parar ali.
Desci do vapor com a blusa encharcada e a cabeça cheia de corpos alheios. Nenhuma das mulheres do porto preparou o que aconteceu naquela noite no hotel.
Eu o vi dançando com outra e algo se rompeu em mim. Não busquei vingança, busquei alguém que me fizesse sentir o que ele já não me dava.