Minha melhor amiga me fez gozar na piscina pública
Ficamos na fila dos toboáguas a manhã toda, mas foi na água, com a mão dela escorregando pela minha cintura, que entendi o que ela realmente queria de mim.
Ficamos na fila dos toboáguas a manhã toda, mas foi na água, com a mão dela escorregando pela minha cintura, que entendi o que ela realmente queria de mim.
Ela veio esperar minha mãe e ficou no batente me olhando dormir. Eu não sabia que naquela tarde deixaria de ser a garota que nunca tinha ficado com uma mulher.
Era seu primeiro coven e ela era a mais jovem do círculo. Todas queriam tocá-la, mas ela só buscava a loira que a encarava do outro lado da fogueira.
«Calma, se deixa levar», ela me disse na porta, e eu soube que naquela noite ia aprender algo que nenhum homem jamais tinha me mostrado.
Apoiei os pés no colo dela sem pensar, como tantas outras noites. Mas dessa vez Daniela me olhou de outro jeito, e eu soube que não havia mais volta.
Eu tinha quarenta e tantos, marido e dois filhos, e nunca tinha olhado para outra mulher. Naquela noite, encostada no balcão de um pub, tudo o que eu achava saber sobre mim desmoronou.
Nos esquentamos na aula e não aguentamos até chegar em casa. O terreno baldio atrás da faculdade foi o primeiro de muitos lugares onde não devíamos nos tocar.
Ela se sentou à minha frente num bar quase vazio, pegou minhas mãos e disse que eu parecia triste. Três horas depois eu estava nua na cama dela e não queria ir embora.
Ela me deixou ofegante diante do espelho, com a roupa meio ajeitada e uma promessa pairando no ar: aquilo não ficaria assim.
Só queria um telefone para chamar o guincho. Acabei entre duas desconhecidas que decidiram que aquela noite tranquila me incluía.
Saí para pegar minha jaqueta e ir embora sem atrapalhar. Então vi a mão de Daniela perdida sob a roupa de Paula, e meus pés se recusaram a sair da porta.
Lembro dela na porta da livraria, com o cabelo quase branco e aqueles olhos impossíveis. Dez anos se passaram até eu voltar a tê-la perto, e dessa vez eu não ia deixá-la ir.
A boate fechou às duas e ninguém queria ir embora. Pedimos o quarto com jacuzzi, duas garrafas a mais e lançamos uma ideia que mudou tudo.
Estivemos a noite inteira nos roçando sem dizer nada e, quando vi a saída para o bosque, soube que nenhuma das duas ia aguentar até em casa.
Marina sabia exatamente onde tocar para fazer o corpo de Lucía parar de obedecê-la. Naquela noite, na penumbra do hotel, decidiu descobrir até onde ia a curiosidade dela.
Sempre a desejei em silêncio, ouvindo-a do meu quarto. Naquela madrugada, com duas doses a mais, parei de fingir que era só curiosidade.
Ela achava que eu ainda estava dormindo enquanto se tocava no chão, ao lado da minha cama. Eu não me mexi. Ainda não queria que ela parasse.
Carolina nunca havia contado a ninguém o que desejava em segredo. Nessa noite, com a casa só para as duas, decidiu que sua cunhada seria a primeira a ouvir... e a fazer algo a respeito.
De todas as que passaram por aquela festa, ela foi a única que eu não provei. Por isso, quando o nome dela apareceu no meu telefone no dia seguinte, eu soube que não ia conseguir negar.
Vinte anos separavam Mariana de sua professora, mas quando aquela mão parou em seu quadril durante o ensaio, ela soube que já não era olhada do mesmo jeito.