Meu companheiro de apartamento me dividiu com o caminhoneiro
Daniel me proibiu de me tocar enquanto me fodia. A regra durou até a noite em que o caminhoneiro voltou antes e nos encontrou no banheiro.
Daniel me proibiu de me tocar enquanto me fodia. A regra durou até a noite em que o caminhoneiro voltou antes e nos encontrou no banheiro.
Quando desci à academia do hotel, não esperava terminar a noite com os nós dos dedos inchados e duas costelas quebradas que não eram minhas. O que veio depois foi pior.
Quando ele voltou correndo ao carro, eu ainda pensava em deixá-lo na estação. Às três da manhã, ele estava colado nas minhas costas, me procurando sob o lençol.
Adrián achava que era só subir para a casa de um amigo. Não contava com Lucas acordado na sala, nem com a vontade que vinha segurando a noite toda.
Viúvo, fora de moda e sozinho, Rodrigo só queria sair um sábado. Não esperava que o desconhecido do balcão lhe propusesse algo que ele nunca tinha imaginado.
Cheguei à sua porta carregando a depressão e cervejas a mais. Não queria sexo. Queria alguém que entendesse por que eu já não conseguia me olhar no espelho.
Um cano estourado nos obrigou a dormir juntos, os homens no mesmo quarto. Toni de um lado, eu do outro, e entre nós, Sergio... que não dormia tão profundamente quanto pensávamos.
Ter uma rola no cu e outra na boca não era meu plano para um sábado. Mas entrei na sauna, cruzei dois olhares e tudo mudou.
Tinha vinte e um anos, um ano desastroso nas costas e uma vontade louca de que alguém me fizesse esquecer. Numa tarde de junho, uma mensagem diferente mudou tudo.
Atravessamos o oceano para celebrar nossos vinte e um anos com eles. Quando descemos para a sala vestidos, os dois nos esperavam de pé, e entendi que nada seria como antes.
Ele lhe estendeu a mão para cumprimentá-lo e, antes de soltá-la, acariciou seus dedos com uma lentidão que não podia ser acidente. Mateo soube que aquela visita mudaria tudo.
Ele morava a três portarias da minha e só queria ver pornô e se tocar comigo. O que descobri sobre ele naquela tarde mudou tudo entre nós.
Nessa noite, coloquei a calça cor da pele, a jaquetinha dourada e a peruca de melena. Eu não imaginava que a fantasia iria provocar o que provocou.
Minhas mãos estavam suadas e meu coração disparado quando ele largou o controle, mudou o que aparecia na tela e, sem dizer uma palavra, me olhou esperando que eu desse o primeiro passo.
O amanhecer encontrou seus corpos nus sobre os lençóis amarrotados. Mateo abriu os olhos e tentou reconstruir, hora por hora, como aquele desconhecido havia chegado à sua cama.
Eu o via como um amigo e nada mais. Até que, naquela madrugada, ele me agarrou pela nuca na porta da boate e tudo o que eu achava saber sobre mim desmoronou.
Saí da academia sem tomar banho, como ele tinha pedido. Naquela tarde descobri que obedecer a outro homem podia me dar mais prazer do que mandar.
O que ia ser um almoço qualquer com um desconhecido da internet terminou comigo na cama dele, mordendo o travesseiro para não gritar.
Cada vez que fechava os olhos naquela poltrona, voltava ao loft do porto, às mãos do único homem diante de quem deixava de fingir quem era.
Meia-noite na rádio vazia. Iván se inclinou para me beijar e, por um segundo, o mundo ficou simples — até o fantasma da outra voz voltar a interferir.