Meu pior inimigo me comeu dentro do carro destruído
Llevábamos siglos odiándonos y queriendo matarnos. Lo que no esperaba era acabar con su polla hasta el fondo mientras el coche se caía a pedazos debajo de nosotros.
Llevábamos siglos odiándonos y queriendo matarnos. Lo que no esperaba era acabar con su polla hasta el fondo mientras el coche se caía a pedazos debajo de nosotros.
Acordei duro, resolvi não me fazer a punheta de sempre e fui para o cruising. O que eu não imaginava era acabar de joelhos, com três paus ao redor do rosto.
Ajoelhado no parque, com os olhos vendados e os pés descalços sobre a grama, entendi que eu já não decidia nada: ele tinha a chave e eu tinha parado de procurá-la.
Eu tinha contado à minha mãe e aos meus amigos que Luca era meu namorado. O que eu não esperava era terminar a noite dentro de um dragão de parque, enquanto a tempestade abafava nossos gemidos.
Escrevo enfim: me excita ser o putinho anônimo de um homem casado, me ajoelhar sem saber o nome dele e que ele também não saiba o meu. Só isso. De novo e de novo.
Tirei a rola fingindo mijar sob a árvore, esperando ver se aquele desconhecido se atrevia a se aproximar na penumbra do parque.
Marquei de vê-lo pelo app em vinte minutos. Não imaginei que naquela mesma noite um desconhecido ia decidir por mim o que meu corpo faria e para quem eu o entregaria.
Estávamos sem nos falar havia seis anos quando a mensagem dele apareceu na minha tela. Aquela barraca, aquele cobertor compartilhado, ainda me fazem tremer.
Marcos me deixou passar primeiro, como um cavalheiro com o sorriso torto. Lá dentro, sobre uns caibros, dois desconhecidos me olhavam com a mão já no zíper.
Cheguei às duas da manhã com a boca seca e uma única ideia na cabeça: naquela noite eu não colocaria limite nenhum, acontecesse o que acontecesse entre os pavilhões.
Quando todos adormeceram, Diego ficou ao meu lado na cama. Dizia que não sabia se gostava de homens. O que aconteceu depois nenhum dos dois tinha planejado.
Nunca tinha visto um homem como Lamine, e desde o primeiro dia soube que faria qualquer coisa para voltar a entrar em sua casa.
Deitei nu na maca de propósito, sem me cobrir, só para ver o que ele faria quando entrasse com o óleo quente.
Ele me ligou no fim da tarde para avisar que chegaria tarde. Naquela altura, eu já tinha começado a me preparar: a peruca, a maquiagem, o plug. Só faltava ele.
Eu o vi pelo retrovisor: esportivo, com um volume marcado sob a lycra, esperando um sinal meu. Subi os vidros e ainda duvido do porquê.
Eu sonhava com os dois quando senti o peso de um corpo subir na cama. Uma mão quente percorreu minhas costas e eu soube, antes de abrir os olhos, que não era Mateo quem tinha voltado.
Abaixei-me entre os pinheiros e vi Bruno se ajoelhar diante de um desconhecido. Naquele instante entendi por que ele vinha me evitando há semanas.
Entrei no carro pensando no meu voo. Três dias depois, ao descer do avião, ele já me esperava com uma proposta que me deixou suando antes de fechar a porta.
Tinha vinte e dois anos e nunca tinha estado com outro homem. Quando empurrei a porta entreaberta do 5B, soube que aquela noite não sairiam de mim como entrei.
Saiu do banho com a toalha na cintura, como em toda tarde. Mas o olhar do vizinho não era o de sempre, e ele soube disso antes de o outro abrir a boca.