Meu cunhado quis ver as fotos que meu marido tirava de mim
Eu disse que não ia tocá-lo, que ele só olhasse. Mas cada pasta que ele abria na tela me empurrava um pouco mais perto de cruzar a linha que vínhamos contornando há meses.
Eu disse que não ia tocá-lo, que ele só olhasse. Mas cada pasta que ele abria na tela me empurrava um pouco mais perto de cruzar a linha que vínhamos contornando há meses.
Desceu para buscar água e os encontrou rindo no jardim. Nessa noite, de joelhos no corredor, decidi lembrar ao meu marido a quem ele pertencia.
Quando minha mãe abriu a porta e vi quem entrava para jantar, o sangue gelou: era o homem com quem eu transava escondido havia dois meses.
Daniel dormia no banco da frente enquanto, a um metro dali, o tio e a namorada compartilhavam a cama estreita do caminhão. E Noelia já não queria dormir.
Ela comandava o casamento, mas naquela manhã na areia descobri o quanto ela gostava que um desconhecido dissesse quem mandava, com o marido assistindo.
Há vinte anos atrás do balcão, aprendi a ler as pessoas. Eu sabia que ela não fechava as contas do mês muito antes de ter coragem de me pedir ajuda.
Ele trouxe aguardente num galão sem rótulo e embriagou meu namorado em uma hora. Quando Sergio começou a roncar, o tio dele me olhou e eu soube que o jantar tinha sido só o começo.
Havia passado um ano desde a última vez. Virei uma esquina no centro e esbarrei nela: o mesmo perfume, o mesmo olhar, o mesmo desejo que eu julgava esquecido.
Só ia ser a desculpa para a mulher dele não desconfiar. Nunca imaginei que acabaria sentado na frente dos dois, sem conseguir desviar os olhos do que faziam.
Eu passava anos entrando escondido só para olhar. Naquela tarde de verão, finalmente resolvi abrir a porta para um deles.
Visto a lingerie que ela jamais usaria e espero que ele bata à porta do motel. Sei que vai voltar: em casa, há um homem morrendo de fome.
Eu tinha 24 anos, uma namorada doce e uma dúvida que carregava em silêncio havia anos. A mão dele no meu ombro, naquela noite no bar, acabou respondendo.
Cheguei a essa festa de sunga achando que seria só mais um dia com meu namorado. Não imaginava que acabaria de joelhos, mostrando a outro o que ele estava perdendo.
Sou uma patrícia acostumada a comprar tudo o que desejo. Naquela tarde, descobri que há homens a quem não se dá ordens: obedece-se.
Eu só ia tocá-lo por um instante, por pena. Não imaginei que aquele velho de mãos enormes acabaria me dando ordens enquanto eu obedecia sem resistir.
Ele me ofereceu o dobro do salário de qualquer outro. O que não estava no contrato era tudo o que a mão dele apertando meu ombro estava me exigindo.
Llevava três meses cuidando desse trabalho como ouro. Nessa manhã, sozinha com ele antes de abrir, descobri o quanto eu gostava que me mandassem.
Nunca me atraiu, mas cada mensagem dele me deixava mais excitada que a anterior. E naquela noite, com meu marido a poucos metros, deixei de resistir.
Quando me sentei diante dele com a lista na mão, já sabia que não tinha ido revisar materiais. Meu chefe me mandou para conseguir o desconto, e eu era a moeda.
Ele me deixou sozinha na sala, ainda trêmula, e saí de casa sem me despedir. Naquela mesma semana entendi que algo dentro de mim tinha se acendido e já não podia apagar.