Minha tutora me flagrou com o vibrador na mão
Minha tutora tinha acabado de adormecer quando descobri a gaveta entreaberta da mesa de cabeceira. Dentro, algo brilhava e ia mudar tudo entre nós.
Minha tutora tinha acabado de adormecer quando descobri a gaveta entreaberta da mesa de cabeceira. Dentro, algo brilhava e ia mudar tudo entre nós.
Afastei a cortina com medo, pensando que eram ladrões. O que vi no quintal me deixou sem fôlego e com a mão tremendo entre as pernas.
Quando ela propôs que quem perdesse tirasse uma peça de roupa, eu disse sim sem pensar. Não imaginava o desafio que viria depois, nem que acabaríamos nuas.
Era a primeira vez que eu a via aparecer de camisola às três da manhã, descalça e com aquele sorriso que pedia permissão sem pedir.
Desci no meio da madrugada para pegar um copo d'água. A porta do quarto do fundo estava entreaberta, e de dentro saíam uma luz fraca e duas risadas cúmplices.
Naquele fim de tarde, girei o telescópio sem esperar nada novo e a vi: ajoelhada sobre a cadeira, alheia ao fato de que um desconhecido a trinta metros a observava em silêncio.
A ligação chegou num sábado ao anoitecer. Os pais dela estavam viajando e a voz no telefone tremia um pouco. Naquele instante, eu soube que a noite não terminaria cedo.
Comecei enchendo balões com água morna para sentir que tinha seios. Acabei colando-os nos meus mamilos com cola e descobrindo um prazer que eu nem sabia que procurava.
Tranquei a porta e me transformei em outra pessoa diante do espelho. Não contei com que ele tivesse uma cópia da chave.
Saí para tomar ar enquanto ele dormia. As luzes do apartamento da frente continuavam acesas, e então ouvi um gemido que não era o meu e soube que ia ficar para olhar.
Na primeira vez em que apontei o velho telescópio dos meus filhos para a janela da frente, soube que tinha me tornado algo que meu marido jamais imaginaria.
Ele passou anos colando o ouvido em paredes de motéis baratos. Numa noite, encontrou um fórum que prometia algo maior: cabines com vista para o prazer alheio.
Bastava ela insinuar alguma coisa para eu ficar de quatro. Naquela noite descobri que ela guardava duas surpresas, e apenas uma era para mim.
Acordei com o corpo em chamas e a mão entre as pernas. Jamais imaginei que naquela manhã minha irmã abriria a porta… nem o que viria depois.
—Não se apresse —murmurou ela contra a parede—. Quero sentir cada coisa que você fizer, devagar, até a noite inteira ficar curta demais.
Quando entrei na sala dos professores, umas mãos me envolveram por trás e uns lábios desceram pelo meu pescoço. Reconheci o perfume dela na hora.
Eu já vinha sentindo uns olhos cravados na nuca enquanto tocava. Naquela sexta, tranquei as portas e desci do palco decidida a descobrir quem era.
Ele tinha uma reunião e me deixou sozinha a tarde toda. Entediada, abri uma pasta no computador dele que não devia abrir… e não consegui parar de olhar.
Subi na árvore atrás do internato para confirmar o que já sabia. Não imaginei que vê-la com ele no balcão despertaria algo entre a raiva e o desejo que nunca tinha sentido.
Quando ela me deu as chaves do apartamento e foi trabalhar, eu já sabia que naquela noite íamos estrear muito mais do que a taça de vinho que levei na mala.