Acompanhei minha amiga e acabamos com dois gêmeos
Eu só ia de acompanhante, juro. Mas quando os dois entraram na terraço, idênticos e sorrindo igual, eu soube que aquela noite eu não ia me comportar.
Eu só ia de acompanhante, juro. Mas quando os dois entraram na terraço, idênticos e sorrindo igual, eu soube que aquela noite eu não ia me comportar.
Quando ela me disse que estava menstruada há três dias, eu não afastei a mão: puxei-a ainda mais para perto, porque sua sinceridade foi o começo de tudo o que veio depois.
«Cuidado com o que você deseja», dizem. Eu desejei tanto que, numa noite na penumbra de uma sala vazia, uma desconhecida me mostrou o que eu fingia não querer há anos.
Quando ela se mudou para o apartamento em frente, eu não imaginava que uma tarde, enquanto o filho dormia, a mão dela subiria pela minha coxa e eu abriria as pernas sem pensar.
A dona insistiu que ela tirasse o sutiã para provar o vestido sem alças. O que Mariana não esperava era ver a mãe assentindo, satisfeita, a cada ordem.
Eu estava me ensaboando quando a cortina abriu e lá estava ela, sorrindo, sem uma só peça de roupa e decidida a não sair nem se eu pedisse.
Mariana nunca tinha beijado outra mulher até aquela noite. Voltou para casa tremendo de desejo, sem imaginar que sua meia-irmã a observava no escuro.
Eu podia ouvir as risadas através da parede. Quando me aproximei da porta entreaberta, o que vi me tirou o fôlego: minhas duas melhores amigas, meio nuas, se olhando.
Ficamos na fila dos toboáguas a manhã toda, mas foi na água, com a mão dela escorregando pela minha cintura, que entendi o que ela realmente queria de mim.
Ela veio esperar minha mãe e ficou no batente me olhando dormir. Eu não sabia que naquela tarde deixaria de ser a garota que nunca tinha ficado com uma mulher.
Era seu primeiro coven e ela era a mais jovem do círculo. Todas queriam tocá-la, mas ela só buscava a loira que a encarava do outro lado da fogueira.
Chegamos à casa da nossa tia para fazer companhia a ela no fim de semana. Nessa noite, as três na mesma cama, ela nos fez uma pergunta que mudou tudo: sabíamos guardar um segredo?
«Calma, se deixa levar», ela me disse na porta, e eu soube que naquela noite ia aprender algo que nenhum homem jamais tinha me mostrado.
Só queria um telefone para chamar o guincho. Acabei entre duas desconhecidas que decidiram que aquela noite tranquila me incluía.
Renata me chamou para pedir um favor, mas quem me deixou sem fôlego naquela tarde foi a mulher que estava terminando de limpar e me esperou junto ao elevador.
A boate fechou às duas e ninguém queria ir embora. Pedimos o quarto com jacuzzi, duas garrafas a mais e lançamos uma ideia que mudou tudo.
Estivemos a noite inteira nos roçando sem dizer nada e, quando vi a saída para o bosque, soube que nenhuma das duas ia aguentar até em casa.
Ela me surpreendeu com a mão dentro da calça, espiando-a pela fresta da porta. Em vez de gritar, sorriu e disse que tinha muito a me ensinar.
Ela aceitou dormir lá por ser o aniversário da tia favorita. Não imaginava que naquela noite duas mulheres tinham planejado cada carícia com precisão.
Toda noite ela se aproximava daquela porta para escutar. O que não imaginava era que logo seria ela quem estaria do outro lado, entregue por completo.